segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Stephen Hawking: adverte de que se há vida em outros planetas é melhor não encontrá-la !

O físico está mais e mais convencido de que a humanidade não é a única forma de vida inteligente no Universo.
Em seu recente filme online, “Stephen Hawking’s Favourite Places” (Os Lugares Favoritos de Stephen Hawking, na tradução), o famoso físico teórico realiza uma viagem virtual pelo Universo, visitando – entre outros – o planeta Gliese 832c.
Localizado a 16 anos luz da Terra, trata-se, nada mais, nada menos, de um dos corpos celestes mais aptos para abrigar vida extraterrestre,  segundo os especialistas.
Hawking afirma que, conforme o passar dos anos, ele está mais e mais convencido de que a humanidade não é a única forma de vida inteligente no Universo. De acordo com suas considerações, o planeta Gliese 832c é um excelente candidato para iniciar a busca por vida extraterrestre. Na verdade, é um dos corpos celestes que o projeto apoiado por Hawking, “Breakthrough Listen”, espera rastrear com resultados positivos.
No entanto, apesar de sua convicção em encontrar vida inteligente fora da Terra, Hawking não tem um bom prognóstico no caso de isso ocorrer. Segundo ele, se há uma civilização que seja capaz não apenas de ouvir, mas também de responder nossas mensagens, é muito provável que eles sejam mais evoluídos, o que nos transformaria automaticamente na civilização mais vulnerável da relação. E, pelo menos dentro da experiência humana, esses encontros interculturais nunca se mostraram favoráveis para a parte menos evoluída. Basta lembrar, como costuma fazer Hawking, o encontro de Cristóvão Colombo com os nativos americanos.
 
Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/
 

Casa Branca define estratégia contra colisão de asteroide na Terra !

Imagem ilustrativa

A preocupação de que um asteroide caia na Terra e extermine a raça humana saiu das telas dos cinemas e virou assunto sério. A Casa Branca divulgou esta semana um documento detalhado com uma estratégia para se preparar caso um objeto esteja em rota de colisão contra nosso planeta. 
Muita gente ficou preocupada com a provável queda de um asteroide depois que uma auditoria da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) afirmou no fim do ano passado que, se um grande corpo fosse detectado em direção à Terra, não haveria nada que pudesse ser feito (só entrar em desespero).
Cientistas e políticos programaram um plano de ação, executando exercícios de preparação e lançando espaçonaves para coletar informações de asteroides e até mesmo elaborando planos de como destruir os objetos no espaço caso a situação fique crítica. Estimativas afirmam que existam cerca de 10 milhões de objetos com órbita próxima à Terra com diâmetro semelhante que não foram rastreados.
Outros gatilhos para a criação do plano foram casos como o de um asteroide que caiu na Rússia. Em 2013, o objeto de 20 metros de diâmetro caiu perto da cidade de Chelyabinsk, liberando energia de quase 500 quilotons de TNT – mais de 20 vezes que as primeiras bombas atômicas. 
O documento "National Near-Earth Object Preparedness Strategy", criado por um grupo de trabalho do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia, tem sete metas:

Melhorar o rastreamento de objetos próximos da Terra e classificar suas habilidades;
Descobrir como mover ou explodir objetos ameaçadores;
Tornar os atuais modelos e previsões melhores;
Ter um plano de emergência caso o objeto não possa ser desviado;
Criar um sistema de alerta e estratégias de recuperação;
Incluir outros países nos planejamentos;
Criar um conjunto de protocolos e limiares para definirem decisões rápidas em momentos de crise;
Ainda está indefinido quando e como os Estados Unidos vão traduzir os planos em ações e o detalhamento de cada item. As providências provavelmente dependerão do financiamento que o presidente eleito, Donald Trump, destinará ao projeto.
Atualmente, as chances de um asteroide gigante atingir a Terra e acabar com as nossas vidas não são grandes. Mas podemos começar a torcer para que o novo presidente norte-americano esteja preocupado com a nossa possível extinção.

Fonte: http://www.extraterrestreonline.com.br/

China prepara missão de ida e volta à lua até ao final do ano !

Missao lunar Chang'e 5
Missão Chang'e 5: Concepção artística mostra os módulos de descida e subida em atividade na superfície na Lua.

Batizada de Chang'e 5, a missão tem como objetivo coletar e trazer 20 quilos de amostras lunares. A última vez que isso aconteceu foi em 1976, quando a missão soviética LUNA 24 fechou o ciclo de exploração.
O lançamento da Chang'e 5 está programado para o final de novembro de 2017. A espaçonave partirá no topo de um foguete Longa Marcha 5, a partir do Centro de Lançamentos de Wenchang, no sul da China.
A nave Chang'e 5 pesa cerca de 8 toneladas e é composta de quatro partes: orbitador, módulo de pouso, módulo de subida e módulo de retorno. De acordo com a agência espacial chinesa, toda a missão será automática.

Passo-a-passo

Após tocar a superfície, o módulo de pouso coletará amostras do regolito lunar e as colocará em um pequeno compartimento dentro do módulo de subida, que será disparado em direção ao conjunto orbitador-módulo de retorno, ao qual se acoplará.
Após algumas voltas em torno da Lua, o conjunto seguirá em direção à Terra. Durante a viagem, o orbitador se desacoplará do módulo de retorno, que reentrará sozinho na atmosfera da Terra. Em seguida os paraquedas se abrirão e o módulo de retorno descerá suavemente de paraquedas.

Missão Histórica

Se tudo der certo, a missão Chang'e 5 será a primeira missão a trazer amostras da Lua nos últimos 40 anos.
A antiga União Soviética executou três missões robóticas similares na década de 1970. A sonda LUNA 16 trouxe, em 1970, 101 gramas de material lunar após pousar no Mar da Fecundidade. Em 1972 foi a vez de a LUNA trazer 55 gramas de regolito das montanhas Apollonius e em 1976 a LUNA 24 trouxe 170 gramas do Mar das Crises.
A NASA foi a que mais trouxe material lunar. Entre 1969 e 1972, a agência estadunidense trouxe mais de 360 quilos de rochas, que foram distribuídas entre centenas de universidades em todo o mundo.
A agência espacial chinesa informou que pretende trazer cerca de 20 quilos de material, entre rochas lunares e amostras de solo. O material será coletado tanto na superfície como de até 2 metros abaixo do solo.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=China_prepara_missao_bate-volta_a_lua_ate_o_final_do_ano&posic=dat_20170130-100433.inc


quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

A visão mais detalhada do "Disco completo" da Terra !

A imagem acima é a mais detalhada do “disco completo” da Terra já feita. A visão sem precedentes, registrada no último 5 de janeiro, é quatro vezes mais minudenciada do que qualquer outra.
A fotografia é uma cortesia do satélite meteorológico da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA (NOAA), chamado de GOES-16.

GOES-16

GOES-16 foi lançado em 19 de novembro de 2016, e orbita cerca de 35.900 quilômetros acima da Terra, uma posição chamada de órbita geoestacionária.
Em comparação, a Estação Espacial Internacional orbita a Terra a cerca de 350 quilômetros.
Esta órbita permite que o satélite permaneça acima do mesmo ponto e monitore as mudanças na atmosfera, terra e oceano ao longo do tempo.
Segundo Louis Uccellini, diretor do Serviço Meteorológico Nacional da NOAA, a visão é muito mais do que uma imagem bonita: é o futuro das observações e previsões meteorológicas.

Informações mais precisas

O GOES-16 fornece imagens em mais comprimentos de onda de luz e com quatro vezes mais resolução do que qualquer outro satélite, as retransmitindo cinco vezes mais frequentemente.
Isso significa que temos uma visão totalmente nova do hemisfério ocidental a cada 15 minutos e uma nova visão dos sistemas climáticos (como furacões) a cada 30 segundos.
Essas observações mais recentes, rápidas e detalhadas nos alertam de perigos e revelam recursos que instrumentos anteriores poderiam ter perdido.
Uccellini afirma que a rápida atualização dessas imagens nos permitirá monitorar e prever a evolução desses sistemas com mais precisão. “Os meteorologistas poderão emitir avisos mais precisos, oportunos e confiáveis e fornecer melhores informações aos serviços de emergência”, disse.

A beleza da Terra

O satélite possui dois canais de luz visível e quatro canais de infravermelho próximo (luz que não é visível, mas às vezes podemos sentir como calor).
Ainda possui outros dez canais infravermelhos que podem destacar “diferenças na atmosfera como nuvens, vapor de água, fumaça, gelo e cinzas vulcânicas”, de acordo com a NOAA.
Confira outras imagens feitas pelo incrível GOES-16: [ScienceAlert]
O satélite usa a lua para ajudar a calibrar suas imagens
Esta é a América do Norte com clima chuvoso e nevado se movendo pelos Estados Unidos
Flórida, Caribe e parte da América Central
Península de Yucatán, na América Central
Poeira do deserto do Saara (à direita) soprando no Oceano Atlântico
Uma visão da América do Sul e, especificamente, da Argentina. Uma tempestade se forma no nordeste, e ondas de gravidade são visíveis no sudoeste
 
Fonte: http://hypescience.com/visao-mais-detalhada-do-disco-completo-da-terra-foi-lancada-e-e-incrivel/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29



5 previsões da IBM de como a vida será em 2022 !

A IBM é conhecida por fazer previsões ousadas sobre o futuro – e acaba de anunciar sua mais recente lista “5 em 5”, destacando as cinco inovações que acredita que terão o maior impacto em nossas vidas nos próximos cinco anos.
De acordo com a gigante da tecnologia, em pouco tempo, veremos grandes desenvolvimentos em inteligência artificial, telescópios ultrapoderosos, sensores inteligentes e dispositivos médicos, com benefícios que vão desde a saúde ao meio ambiente e a nossa compreensão do próprio universo.
Claro que prever o futuro não é uma coisa simples, mas os tipos de tecnologias abordados abaixo já estão em desenvolvimento por equipes de pesquisa em todo o mundo, de forma que é realmente apenas uma questão de tempo até se tornarem realidade – ou de precisamente cinco anos.

1. Graças à IA, o nosso discurso será uma janela para a nossa saúde mental

Você pode dizer muito sobre alguém com base em como ele fala. Por exemplo, se está entediado, perturbado, distraído ou triste.
Como seres humanos, nós evoluímos para pegar essas dicas, mas os avanços rápidos que estão sendo feitos em poder de processamento significam que a análise de fala pode se tornar uma ferramenta muito mais perspicaz.
A IBM prevê que, em cinco anos, “o que dizemos e escrevemos será usado como indicador de nossa saúde mental e bem-estar físico”.
Por exemplo, doenças mentais e condições como Parkinson poderão ser detectadas mais cedo usando apenas um aplicativo de celular, graças a cálculos de inteligência artificial (IA).
 Não é algo longe da realidade – sistemas experimentais já estão aparecendo. No ano passado, uma equipe da Universidade do Sul da Califórnia, nos EUA, construiu um programa que foi capaz de detectar variações de padrões de fala normais e identificar sinais de depressão.

2. Visão de super-herói será possível com IA e novos dispositivos

De acordo com a IBM, poderosas e pequenas câmeras combinadas com o rápido processamento inteligente da IA significam que seremos capazes de ver mais do que nunca.
Além da luz visível, poderíamos enxergar imagens de micro-ondas, além de ondas milimétricas e infravermelhas através de dispositivos suficientemente pequenos para caber no seu bolso – pense nas capacidades visuais de algo como um scanner de segurança de aeroporto, em um dispositivo do tamanho do seu smartphone.
Usando esse tipo de tecnologia, poderíamos ver instantaneamente se um alimento é seguro para comer, ou dar a carros autônomos a capacidade de ver através de nevoeiro ou chuva muito mais facilmente.
Alguns dispositivos do tipo já estão disponíveis no mercado, como os óculos EnChroma que ajudam daltônicos a ver cores. Agora, eles são caros e experimentais, mas até 2022 podem se tornar comuns.

3. “Macroscópios” nos ajudarão a entender a complexidade da Terra em detalhes infinitos

A IBM prevê que os sistemas “macroscópicos” – como microscópios, mas na outra extremidade da escala – vão combinar “todos os dados complexos da Terra” para que possamos analisá-los a partir de novas perspectivas.
Não só esta tecnologia nos fornecerá mais dados de satélites, sensores inteligentes e estações meteorológicas, como também nos oferecerá maneiras muito melhores de organizar e classificar todas essas informações.
Esta tecnologia não se aplicaria apenas a processos naturais na Terra e no universo – todos os tipos de dispositivos poderiam ser estudados usando macroscópios para prever de tudo, desde as tendências de mudança climática até a melhor forma de distribuir alimentos para comunidades em todo o mundo.
De lâmpadas de controle remoto a alto-falantes inteligentes, muitos dispositivos já estão ficando mais complexos e conectados, então imagine o potencial de ser capaz de peneirar esses dados de uma forma mais organizada.

4. “Laboratórios em um chip” vão revolucionar a medicina

À medida que a tecnologia de computação se torna cada vez menor e mais poderosa, os benefícios médicos podem ser enormes. A IBM prevê dispositivos precisos que as pessoas podem ter em suas casas, a um custo baixo, para diagnosticar doenças mais cedo do que nunca.
Novos laboratórios médicos minúsculos servirão como detetives nanotecnológicos de saúde, rastreando pistas invisíveis em nossos fluidos corporais e nos informando imediatamente se precisamos ir ao médico.
Detectar doenças como câncer ou Parkinson em seus estágios iniciais pode fazer uma grande diferença no sucesso do tratamento, razão pela qual os cientistas estão trabalhando para melhorar a análise de nossas lágrimas, sangue, urina e suor.
Até 2022, seu rastreador de sono ou fitness pode retornar dados para um sistema de IA e, com essa informação, você poderia acessar aconselhamento detalhado sobre como melhorar sua saúde, além de alertar remotamente seu médico para qualquer sinal de doenças graves.

5. Sensores inteligentes detectarão poluição ambiental mais rapidamente do que nunca

A IBM prevê que a mistura de hardware inteligente e análise de IA também poderia ser usada para detectar a poluição ambiental quase que instantaneamente.
Assim como um rastreador inteligente poderia detectar os primeiros sinais de doença no corpo humano, sensores inteligentes embutidos no solo ou em drones poderiam detectar poluentes e emissões em tempo real, sem ter que levar amostras a um laboratório.
Um exemplo disto é o vazamento de metano – invisível a olho nu e estimado como o segundo maior contribuinte para o aquecimento global, atrás apenas do dióxido de carbono. Sensores inteligentes localizados ao longo de dutos, instalações e poços naturais poderiam nos avisar de vazamentos mais rápido do que nunca. Eles seriam detectados em questão de minutos em vez de semanas, reduzindo a poluição, o desperdício e a probabilidade de eventos catastróficos. 

Fonte: http://hypescience.com/como-vida-sera-em-2022-previsoes-da-ibm/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29

Gémeas nascem com tons de pele diferentes nos EUA !

Essas lindas gêmeas norte-americanas, Kalani e Jarani Dean, chamam atenção por onde passam por suas diferenças físicas. Jarani tem pele negra e olhos castanhos, e Kalani tem pele branca e olhos azuis.
Seus pais são Whitney Meyer e Tomas Dean, de 23 anos, que moram em Quincy, Illinois (EUA). Meyer tem compartilhado imagens da família em crescimento desde quando ficou sabendo que esperava dois bebês. Os pais chamam as filhas de “bebês milagre”, que vieram ao mundo para mostrar por que o racismo não deveria existir.
Meyer é caucasiana, e Dean é afrodescendente. Enquanto Kalani herdou os genes para cor da pele e dos olhos claros da mãe, Jarani herdou os genes de pele e de olhos escuros do pai. “Nesta família, não vemos cor. Amor é amor”, diz a mãe para a People.
Ela lembra que no dia no nascimento das filhas, em 23 de abril de 2016, o casal ficou totalmente surpreso ao ver a diferença na cor da pele das bebês. “Quando Kalani nasceu eu achei que ela tinha albinismo, porque ela era toda branca. Perguntei para os médicos, que disseram que não. Eu achei que a cor chegaria mais tarde, mas não aconteceu”, lembra ela. “É muito raro”.
Já Jarani nasceu com melanocitosis dérmica congênita, manchas azuladas na região as costas que costumam desaparecer nos primeiros anos de vida da criança. Essas marcas são mais comuns em bebês de pele escura.

1 em 500 gêmeos de casais de raças diferentes

Segundo o médico especialista em genética Jim Wilson afirmou à BBC, casais britânicos de raças diferentes que esperam gêmeos fraternos têm 1 chance em 500 que seus bebês nasçam com diferentes tons de pele.
Já a Médica Nancy Segal, diretora do Centro de Estudos de Gêmeos da Universidade do Estado da Califórnia, opina: “eu imagino que isso vai acontecer com mais frequência agora que temos mais relacionamentos de pessoas de raças diferentes”. 
Segal explica que a cor da pele é determinada por muitos genes diferentes. “Pode ser que uma criança herde alguns genes do pai e da mãe enquanto a outra criança herda o conjunto de genes de apenas um. Isso explica a diferença nos tons de pele. Gêmeos fraternos podem ser completamente diferentes um do outro”.
Além da diferença nas características externas, as bebês de 9 meses já mostram personalidades muito distintas. Segundo os pais, enquanto Kalani é cheia de energia e brincalhona, Jarani gosta mesmo é de ficar no colo. “Kalani engatinha para todos os lados e mexe em tudo, enquanto Jarani não quer ser colocada no chão”, diz a mãe.
As meninas adoram seu irmão mais velho, Talan, de 7 anos. “Ele é o melhor irmão mais velho. Ele não vê nenhuma diferença nas meninas, ele é totalmente cego para cor”, afirma a mãe das crianças. Talan é caucasiano e é filho de outro relacionamento de Meyer.
“As pessoas deste país deveriam aprender muita coisa com meu filho. Ele é tão inocente, ele não sabe nada sobre tensões raciais, porque para ele isso não importa, como não deveria importar para ninguém”, defende ela.

Pouco antes do nascimento das meninas, em julho de 2014, a família perdeu o filho de meio, Pravyn, de dois anos de idade, vítima de afogamento. Meyer diz que o nascimento das gêmeas trouxe muita alegria para a família, e agradece todo o apoio que tem recebido nas redes sociais.
“Aquece o meu coração a resposta que tenho tido em relação às minhas gêmeas. Isso devolve minha fé na humanidade em um momento em que este país realmente precisa disso”, conclui. 

Fonte: http://hypescience.com/gemeas-nascem-com-tons-de-pele-diferentes-nos-eua/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Estas estrelas são tão estranhas que fazem buracos negros parecerem chatos !

Quando uma estrela gigante morre, ela entra em colapso e ou se transforma em buraco negro ou então em uma estrela de nêutrons supermassiva. Mas há outras possibilidades que ainda não foram comprovadas. Uma delas é um tipo teórico de estrelas tão interessante que fariam buracos negros parecerem chatos.

Estrelas de nêutron

Para entender este tipo de estrela especial, é necessário falar algumas coisinhas sobre as estrelas de nêutron. Como o próprio nome sugere, elas são compostas em sua maioria por nêutrons, apesar de ter outros tipos de partículas também. Nossos modelos atuais sugerem que há uma camada externa de átomos comuns cercados por elétrons soltos, e mais para dentro há um núcleo de prótons e nêutrons. Ainda mais ao centro há uma mistura de nêutrons soltos, núcleo e elétrons livres. A composição do centro do centro, porém, ainda não foi determinada.
O ponto-chave é que a estrela de nêutron é formada quando a força da gravidade é grande o suficiente para esmagar o conteúdo equivalente de uma estrela inteira em uma esfera pequena, de apenas 32km de diâmetro. Com essa densidade tão absurda, a matéria assume uma nova forma, que é a matéria de nêutron que vemos em estrelas de nêutron. Se essa densidade é ainda mais intensa do que a estrela pode suportar, a estrela entra em colapso e forma o buraco negro.
Até aqui está simples, certo? Mas e se houverem outros tipos de estrelas compactas entre as estrelas de nêutron e os buracos negros? Afinal de contas, uma estrela compacta tem que ter pelo menos 10 vezes a massa do Sol para se tornar um buraco negro, e estrelas de nêutron que ficam nessa forma definitivamente têm entre 1.5 e 3 vezes a massa do Sol. Mas e as estrelas que têm massa entre 3 e 10 vezes a massa do Sol? É aqui que as coisas ficam estranhas.

Estrelas QuarK

O motivo pelo qual as estrelas de nêutron podem suportar tamanha força gravitacional é a propriedade quântica chamada pressão de degeneração. Basicamente, é aqui que a matéria alcança uma densidade tão alta que a única coisa que impede as partículas dos componentes de se separarem é que as leis da mecânica quântica impedem que elas ocupem o mesmo estado quântico. Já que nêutrons individuais são muito menores que átomos, é possível que eles sejam espremidos em uma estrela de nêutron do que seria se fossem átomos.
E se fosse alcançado um estado em que as estrelas de nêutron fossem ainda mais espremidas? Aí –pelo menos teoricamente –, os nêutrons poderiam começar a se quebrar em suas partes menores, os quarks. Nêutrons são compostos de um quark up e dois quark down. Alguns desses quarks podem se transformar nos irmãos mais pesados do quark, o quark strange, e a mistura resultante de quarks é conhecida como “matéria strange”.
Então, se essa estrela hipotética tiver apenas quarks dos tipos up e down, é uma estrela quark, mas se tiver quarks strange misturados também, é chamada de estrange quark.
Mas essas estrelas existem? Ainda não temos provas teóricas, mas há evidências empíricas para sua existência. Uma estrela de nêutron que se transformasse em uma estrela quark causaria uma violenta explosão no universo, algo como 10^47 joules de energia. Alguns pesquisadores acreditam que essas conversões estelares são responsáveis por algumas das mais intensas explosões de raio gama que já observamos. Se elas existissem, provavelmente seriam muito parecidas com a RX J1856.5-3754 e com a 3C58, que são fortes candidatas a serem estrelas quark.

Fonte: http://hypescience.com/essas-estrelas-sao-tao-estranhas-que-fazem-buracos-negros-parecerem-chatos/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29


Rússia criou uma arma magnética que penetra em qualquer tipo de barreira !

Você já ouviu falar do canhão eletromagnético? Essa arma, conhecida em inglês como railgun, é a nova queridinha das iniciativas militares.
Países como Rússia e EUA têm concentrado esforços no desenvolvimento de protótipos. Agora, uma equipe de cientistas russos testou com êxito seu primeiro canhão eletromagnético.
Ele é tão poderoso que pode disparar projéteis a 3 quilômetros por segundo, rápido o suficiente para rasgar qualquer tipo de armadura que exista hoje.

Velocidades surpreendentes

Essa arma é uma grande promessa para a próxima geração de artilharia militar, mas a Rússia também quer aproveitá-la em outras aplicações – por exemplo, para levar carga para a Estação Espacial Internacional.
O canhão eletromagnético é revolucionário em termos do quanto pode acelerar um projétil.
Os testes conduzidos pela equipe russa demonstraram uma velocidade imensa, que é metade do que foguetes precisam para fugir da gravidade da Terra.

Rússia x EUA

Além da Rússia, os Estados Unidos também estão trabalhando em sua própria versão do canhão.
Suas avaliações, no entanto, usaram projéteis significativamente maiores. O próximo teste marítimo americano tentará disparar uma bala de 20 kg a velocidades hipersônicas (até 6.120 km/h), enquanto o projétil russo é mil vezes menor, mas alcança velocidades de 11.000 km/h.

Vídeo

No vídeo abaixo, o protótipo da arma russa é mostrado disparando um cilindro de plástico de 15 gramas – e criando um buraco em uma placa de alumínio grossa. 

Fonte: http://hypescience.com/russia-cria-arma-magnetica-que-penetra-em-qualquer-tipo-de-barreira/


Humanos,e não mudança climática,destruíram a megafauna australiana !

Novas evidências envolvendo a antiga megafauna que uma vez percorreu a Austrália indicam que a causa primária de sua extinção, cerca de 45.000 anos atrás, foi provavelmente a ação de seres humanos, não a mudança climática.
O estudo, feito por pesquisadores da Universidade Monash, em Victoria, na Austrália, e da Universidade do Colorado em Boulder, nos EUA, usou informações de um núcleo de sedimentos perfurado no Oceano Índico ao largo da costa sudoeste do país, a fim de ajudar a reconstruir o clima passado e ecossistemas da região.
Não há evidência de mudança climática significativa durante a extinção dos enormes animais que viveram na região.

A extinção

O núcleo de sedimentos contém camadas cronológicas de material soprado pelo vento e lavado no oceano, incluindo poeira, pólen, cinzas e esporos de um fungo chamado Sporormiella que prosperou no esterco de mamíferos que comiam plantas.
Isso permitiu que os cientistas olhassem para trás no tempo, abrangendo o último ciclo glacial total da Terra.
Esporos fúngicos de esterco de mamíferos eram abundantes nas camadas de 150.000 anos atrás até cerca de 45.000 anos atrás, quando começaram a diminuir bastante.
“A abundância desses esporos é uma boa evidência de que havia um grande número de grandes mamíferos na paisagem australiana do sudoeste até cerca de 45.000 anos atrás”, disse Gifford Miller, da Universidade do Colorado, um dos autores do novo estudo. “Então, em uma janela de tempo que durou apenas alguns milhares de anos, a população de megafauna desmoronou”.

A megafauna

A coleção australiana de megafauna, cerca de 50.000 anos atrás, incluía cangurus de 450 kg, vombates de 2 toneladas, lagartos de 7 metros de comprimento, aves não voadoras de 180 kg, leões marsupiais de 130 kg e tartarugas do tamanho de carros.
Mais de 85% dos mamíferos, pássaros e répteis da Austrália que pesavam mais de 100 quilos foram extintos logo após a chegada dos primeiros seres humanos.
O núcleo de sedimentos oceânicos mostrou que o sudoeste é uma das poucas regiões no continente australiano que tinha densas florestas há 45.000 anos, e as possui até hoje, tornando-se um viveiro para a biodiversidade.
“É uma região com algumas das primeiras evidências de seres humanos no continente, e onde esperamos que muitos animais tenham vivido”, disse Miller. “Devido à densidade de árvores e arbustos, poderia ter sido um de seus últimos habitats cerca de 45.000 anos atrás. Não há evidência de mudança climática significativa durante essa época da extinção megafauna”.

Caça exagerada

Os cientistas vêm debatendo as causas das extinções da megafauna australiana há décadas.
Alguns afirmam que os animais não poderiam ter sobrevivido a mudanças no clima, incluindo uma há cerca de 70.000 anos, quando grande parte da paisagem do sudoeste da Austrália passou de um ambiente de floresta de eucaliptos para uma paisagem árida, com vegetação escassa.
Outros sugeriram que os animais foram caçados à extinção pelos primeiros imigrantes que colonizaram a maior parte do continente há 50 mil anos, ou ainda uma combinação de excesso de caça e mudança climática.
Miller afirma que a extinção pode ter sido causada por uma caça “exagerada imperceptível”. Um estudo realizado em 2006 por pesquisadores australianos indica que mesmo a caça de baixa intensidade da megafauna australiana – como a morte de um mamífero juvenil por pessoa por década – poderia ter resultado na extinção de uma espécie em apenas algumas centenas de anos.

Fonte: http://hypescience.com/humanos-e-nao-mudanca-climatica-destruiram-megafauna-australiana/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29



domingo, 22 de janeiro de 2017

Forte terremoto abala Papua Nova Guiné,a 40 km de Panguna !

Forte terremoto sacode Papua Nova Guiné, a 40 km de Panguna
Dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN) mostram que um intenso abalo sísmico que atingiu 7.9 pontos de magnitude foi registrado em Papua Nova Guiné, 40 km a oeste de Panguna as 02h30 pelo horário de Brasília (22/01/2017). O violento abalo teve seu epicentro localizado sob as coordenadas 6.26S e 155.11E, a 153 km de profundidade. O mapa abaixo mostra a localização do epicentro.

Apesar da grande intensidade do abalo, a profundidade em que ocorreu o evento favorece a dissipação da energia antes de chegar à superfície.

Um terremoto de 7.9 pontos de magnitude libera a mesma energia que 530 bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 10 milhões toneladas de TNT.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?posic=dat_20170122-025030.inc

sábado, 21 de janeiro de 2017

Descoberto outro exoplaneta potencialmente habitavel !

exoplaneta
Os astrônomos estão apontando suas miras para um exoplaneta localizado relativamente próximo de nosso sistema solar, e ele até mesmo pode ter as condições certas para suportar a vida, tal como a conhecemos. Especialistas da Universidade Estadual de São Francisco (EUA) observaram mundos alienígenas no sistema Wolf 1061, a somente 14 anos luz de distância da Terra.
O mundo alienígena em questão é chamado de Wolf 1061c e, de acordo com os astrônomos, ele fica bem dentro da zona habitável de sua estrela. Por sorte, o planeta está localizado relativamente perto, o que permitirá aos astrônomos conduzirem mais estudos.
Porém, o planeta está localizado na parte interior da zona habitável, o que poderia significar que ele está sujeito a temperaturas extremamente altas que podem ter ficado presas na atmosfera, criando um efeito estufa tóxico.

Os cientistas observaram que o sistema estelar é o lar de pelo menos três mundos conhecidos.

Para compreender melhor o sistema estelar e as condições do planeta Wolf 1061c, os especialistas mensuraram a estrela que ele orbita. O astrônomo Stephen Kane, da Universidade Estadual de São Francisco, disse:

O sistema Wolf 1061 é importante, porque eles está tão próximo e nos dá outras oportunidades para continuarmos nossos estudos, a fim de vermos se ele realmente tem vida.
Os especialistas observam que mesmo dentro da zona habitável, aquele mundo deve estar localizado no ponto certo para que sustente a vida tal qual a conhecemos.
Se um mundo estiver localizado muito longe de sua estrela, ele pode ser muito frio e, consequentemente, ter sua água congelada.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/21/e-mais-outro-exoplaneta-com-potencial-para-vida-e-descoberto/


quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Colisão entre estrelas vai poder ser observada a olho nú !

Colisao entre estrelas
KIC 9832227: O par de estrelas está tão próximo entre si que os objetos já compartilham da mesma atmosfera.

Um violento impacto entre estrelas deverá iluminar em breve o céu noturno e poderá ser visto por qualquer pessoa. Segundo especialistas, o choque será tão poderoso que produzirá um brilho maior que qualquer estrela do firmamento.
A visualização do choque ocorrerá daqui cinco anos, em 2022, e será causado pelo impacto e fusão da estrela binária KIC 9832227, localizada a uma distância de 1800 anos-luz da Terra.
Atualmente, esse sistema duplo tem um brilho muito fraco e só pode ser visto através de telescópio, mas crescerá cerca de 10 mil vezes após o impacto. No entender dos astrônomos, o clarão deverá permanecer visível por diversos dias, na constelação do Cisne.
Esse sistema híbrido já é velho conhecido dos pesquisadores e desde 2013 passou a chamar a atenção pela possibilidade de choque e fusão.
Segundo os estudos, o par estelar está tão próximo entre si que já compartilham da mesma atmosfera, situação muito parecida com V1309 Scorpii, cuja atmosfera também era combinada e girava cada vez mais rápido até sua explosão em 2008.

Consequências

O choque entre as duas massas de gás produzirá o que os astrônomos chamam de "nova vermelha", fenômeno caracterizado pela fusão de uma estrela binária. Aqui da Terra, a maior consequência será a formação de um ponto muito luminoso no céu, mais forte que qualquer outra estrela visível.
Como explicado, o choque está previsto para 2022 e enquanto não acontece a dupla de estrelas poderá ser observada ou pesquisada por qualquer astrônomo amador, que poderá medir a flutuação do brilho da estrela binária, cada dia maior e mais frequente. Experimente!

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Prepare-se_colisao_entre_estrelas_podera_ser_vista_a_olho_nu&posic=dat_20170118-094259.inc

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Gigantesca anomalia atmosférica detectada em Vénus !

Uma animação da anomalia mostra sua posição estacionária a grande altitude. (Imagem: JAXA/Taguchi et. al., 2017)
 
Cientistas japoneses, utilizando a sonda Akatsuki, detectaram uma enorme anomalia em Vênus, em forma de arco na atmosfera superior. A anomalia, que tem 10.000 km de comprimento, não cedeu, apesar dos ventos de aproximadamente 360 km/h ao seu redor.
Os pesquisadores japoneses do Instituto de Ciências Espaciais e Astronômicas da Agência de Exploração Aeroespacial acreditam que o fenômeno foi causado por uma enorme onda gravitacional, a maior já registrada no sistema solar. Emanando das montanhas abaixo, o estranho fenômeno climático é forte o suficiente para se manter inabalado contra ventos ferozes, causando uma enorme estrutura no formado de arco na atmosfera superior, como uma cicatriz gigante.
Estacionada a 65 quilômetros acima da superfície de Vênus, a anomalia brilhante e quente se estende por 10.000 quilômetros no topo das nuvens de Vênus (quase o diâmetro de todo o planeta). Antes dessa observação, os cientistas observaram uma quantidade de características atmosféricas de pequena escala que se moveram mais rápido, ou mais lentamente do que os ventos prevalentes.
anomalia em Vênus
A estrutura foi observada por vários dias, entre 8 a 11 de setembro de 2015, e apesar dos altos ventos a anomalia permaneceu estacionária. (Imagem: JAXA/Taguchi et. al., 2017)

A gigantesca mancha, e seu desprezo pelos ventos ao seu redor, pegaram os cientistas da JAXA de surpresa. Várias semanas após as observações iniciais, o arco havia desaparecido, assim não se trata de uma característica permanente. Agora os cientistas estão esperando ansiosamente pelo próximo possível retorno.
Após descartarem possibilidades, tais como maré térmica, que são similares às marés oceânicas mas altamente improváveis devido a fato de Vênus não possuir uma lua), ou um erro de instrumento (a sonda Akatsuki está em perfeito funcionamento), os pesquisadores da JAXA concluíram que a anomalia provavelmente é causada por uma onda gravitacional.
O astrônomo Makoto Taguchi, da Universidade Rikkyo, que liderou as pesquisas, disse:
É uma oscilação de densidade, pressão, velocidade ou temperatura que se propaga numa atmosfera por um equilíbrio de flutuabilidade e forças da gravidade, como uma força restauradora.

Na Terra, ondas de gravidade produzem ondas nos oceanos e fluxos de ar sobre as montanhas.

Os pesquisadores escreveram:

Dado o formato e a enorme velocidade [dos ventos ao redor] relativa ao super-rotação de fundo, a única interpretação razoável do formato de arco estacionário é a de que ele é induzido por um bolsão de ondas atmosféricas de gravidade. O presente estudo mostra evidência direta da existência de ondas gravitacionais estacionárias, e ainda mostra que tais ondas gravitacionais estacionárias podem ter uma grande escala – talvez a maior já observada no sistema solar.
Isto posto, a equipe de Taguchi não está inteiramente segura se as ondas gravitacionais produzidas pelas cadeias de montanhas venusianas são capazes de se espalharem para cima, até o topo das nuvens, sem uma ajuda adicional. Eles especulam que os ventos na atmosfera profunda pode ser mais variável em espaço e tempo do que anteriormente se presumia, aumentando a habilidade das ondas gravitacionais de se propagaram para a porção superior da atmosfera de Vênus.
Vênus, como podemos ver, é um lugar surpreendentemente complicado e anormal.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/17/anomalia-em-venus/




Satélites fixos observado a cruzar a nebulosa de Orion !

Satelites cruzando a nebulosa de Orion
Quando um satélite é colocado a 42 mil km de altitude acima do equador, seu período orbital se iguala ao tempo de rotação da Terra e isso faz com que pareça estar parado no céu. Mas quando visto contra o fundo estrelado seu movimento é facilmente perceptível.
Esse tipo de satélite é conhecido como geossíncrono e por orbitar sobre o mesmo ponto da Terra permite inúmeros tipos de aplicações, entre eles a captura de imagens meteorológicas ou repetidores de comunicação, tanto para uso comercial como militar.
Sua concepção e emprego foram previstos pelo futurista Arthur C. Clarke em 1940, muito antes da Era Espacial.
Por se localizarem em grandes altitudes, recebem a luz do Sol mesmo durante o período noturno e isso permite que sejam observados durante a noite através de pequenas lunetas ou telescópios.


Este vídeo, feito pelo astrofotógrafo James DeYoung, mostra diversos satélites desse tipo, que cruzam o caminho da bela nebulosa de Orion M42.
Neste vídeo, embora os satélites pareçam se movimentar, na realidade estão fixos em relação ao observador. Quem se move é o telescópio, que está acompanhando o movimento das estrelas e da nebulosa.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Video_Amador_registra_satelites_fixos_cruzando_a_nebulosa_de_Orion&posic=dat_20170116-103304.inc





segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Telescópio gigante no Chile irá procurar por planetas habitávies em Alpha Centauri !

Telescópio Muito Grande - Very Large Telescope - VLT
O Very Large Telescope – VLT (Telescópio Muito Grande) do Observatório Europeu do Sul – ESO, será modificado para permitir que ele procure mais efetivamente por planetas potencialmente habitáveis em Alpha Centauri, o sistema estelar mais próximo da Terra.
A administração do telescópio assinou um acordo com a Breakthrough Starshot, um empreendimento que almeja lançar milhares de pequenas espaçonaves até aquele sistema estelar, e enviar fotos de volta.
A Starshot, que é financiada pelo bilionário da Internet Yuri Milner e o físico Stephen Hawking, fornecerá o recurso financeiro para permitir que o equipamento do telescópio seja adaptado para melhor detectar planetas ‘apagados’.
A adaptação terá o efeito de reduzir a luz estelar que encobre planetas relativamente apagados, melhorando as chances de encontrá-los.
O interesse na exploração do vizinho mais próximo do Sol tem aumentado desde que os cientistas anunciaram no ano passado que haviam descoberto evidências de um planeta do tamanho da Terra orbitando Proxima Centauri, uma estrela no sistema Alpha Centauri.
Telescópios maiores planejados para a década de 2020 – tal como o próprio Extremely Large Telescope do ESO, atualmente sendo construído no Chile – deverá fornecer aos pesquisadores mais informações sobre o número e a natureza dos exoplanetas.
A ESO é uma organização de astronomia intergovernamental, apoiada por 16 países na Europa e América do Sul, tendo como anfitrião o Chile.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/16/telescopio-gigante-no-chile-ira-procurar-por-planetas-habitavies-em-alpha-centauri/


sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Falha geológica provoca terremoto de 4.6 pontos no Maranhão !

Terremoto no maranhao - Falha Geologica no local
Um terremoto de 4.6 pontos de magnitude foi registrado no Brasil, a 26 km da cidade de Nina Rodrigues (MA), a menos de 1 km de profundidade. O abalo também foi sentido na capital São Luís e em Teresina, PI.

O evento ocorreu as 10h43 pelo horário de Brasília (09h43 horário local) e teve seu hipocentro localizado abaixo das coordenadas 03.24S e 43.84W, a 26 km de Nina Rodrigues, 28 km de Presidente Vargas (MA) e 35 km da cidade de Vargem Grande (MA).

Ao que tudo indica, o tremor ocorreu devido à acomodação natural de terreno próximo a uma grande falha geológica que praticamente corta a região próxima ao epicentro.
Terremoto de 4.6 pontos é registrado a 26 km de Nina Rodrigues, MA

Fonte: http://www.apolo11.com/terremoto_brasil.php?titulo=Falha_geologica_provoca_terremoto_de_4.6_pontos_no_Maranhao&posic=dat_20170103-120037.inc

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Considere a evidência de que vida inteligente existe além da Terra !

Estamos sós no Universo? Se uma pessoa visualizar o Universo todo, seria quase impossível não acreditar na probabilidade da existência de vida, e possivelmente vida inteligente, em outros lugares. Se não estamos sós, teria a Terra sido visitada por extraterrestres? Por que não? Não é isto que estamos fazendo quando visitamos a Lua e planejamos uma viagem até Marte e além?
Imagine a tecnologia dos alienígenas, se eles fossem centenas, talvez milhares de anos à nossa frente. Acredite ou não, há evidência plausível de visitações alienígenas à Terra que vão de milhares de anos até o presente.
Evidências que indicam a possível visitação alienígena têm sido encontradas por arqueólogos que estudam as civilizações antigas. Tais evidências incluem relatos escritos, hieróglifos, estranhas pinturas, crenças religiosas com base nos ‘deuses do céu’, estátuas, pirâmides e outras estruturas construídas com blocos de rocha pesando 50 toneladas ou mais.
Estas civilizações existiram por todo o mundo, com virtualmente nenhuma evidência para indicar que eles tinham o conhecimento e as ferramentas e maquinários necessários para construir tais estruturas. Uma pessoa então imagina que alienígenas ajudaram na evolução da raça humana.
Referências à história antiga e aos objetos voadores não identificados (OVNIs) podem ser encontradas a partir de muitas fontes, tais como a série de TV intitulada “Alienígenas do Passado”, o site da MUFON – com mais de 70.000 casos de OVNIs, livros, relatos de arqueólogos, etc.
Hoje, como no passado, os avistamentos de OVNIs continuam. Obviamente, a vasta maioria dos avistamentos não são credíveis; porém, outros permanece inexplicados. Muitos avistamentos têm sido feitos por pessoas familiarizadas/treinadas dentro da área de tecnologia de voo, tais como pilotos, astronautas, militares, etc. Muitas pessoas acreditam que nosso governo e outros já sabem da existência de alienígenas, com base em evidências que dizem ter sido originária de acidentes de OVNIs.
Se a evidência for validada de que alienígenas estão visitando a Terra, isto mudaria o status quo da existência humana. O caos mundial poderia ocorrer, refletido do medo e do efeito que isto teria nas crenças religiosas. Esta é a razão principal porque os governos têm mantido em segredo as evidências sobre o assunto.
Já que a viagem espacial evoluiu da ficção científica para a realidade, podemos agora considerar as muitas fontes de dados para ganhar uma perspectiva da possibilidade de que não estamos sós.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/12/considere-evidencia-de-que-vida-inteligente-existe-alem-da-terra/


quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

A procura por vida extraterrestre poderá ser acelerada com novo método !

À medida que avançamos em direção ao futuro, os métodos que utilizamos para encontrar vida em outros planetas continuarão a mudar. Após a descoberta e a subsequente pesquisa do ‘novo planeta’ Proxima b (o qual orbita a estrela mais próxima do nosso Sol”, os cientistas acreditam que as condições em Proxima b possam ser adequadas para a vida extraterrestre. Contudo, eles não podem confirmar a existência de tais condições até 2030, quando a tecnologia utilizada nos telescópios possa estar mais avançada para confirmarem esta hipótese.
Agora, Matteo Brogi, da Universidade do Colorado nos EUA, descreveu um método que pode cortar este tempo de espera em 10 anos, permitindo-nos descobrir mais sobre Proxima b já em 2020. De acordo com o site Space.com, o método de Bragi combina duas técnicas já comuns, usadas para examinar estrelas e exoplanetas: “imageamento direto” e espectroscopia de alta-resolução. Esta primeira é uma técnica que os astrônomos usam para localizar um planeta e a estrela que ele orbita. Ao ‘diminuirem’ a luz da estrela, o planeta entra em foco – basicamente, é mais fácil vê-lo graças à redução do brilho.
Então, uma vez que o planeta é localizado, Brogi e seus colegas propõem usar o método Doppler para separar ainda mais a luz do planeta da luz de sua estrela, o suficiente para que a espectroscopia de alta-resolução possa ajudar aos cientistas na Terra a determinarem a composição do planeta, sem a interferência da luz vinda da estrela, o que de outra forma deixaria a espectroscopia de alta-resolução inútil para almejar especificamente planetas.
As técnicas combinadas ainda estão sendo aprimoradas e, é claro, sendo isto uma ciência, ela requer mais testes e refinamentos. Mas se eles puderem aprimorar a técnica, isto poderia economizar tempo na procura por vida em outros planetas.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/11/procura-por-vida-extraterrestre-podera-ser-acelerada-com-novo-metodo/

Esfera encontrada na superfície de Marte e contrasta com seus arredores !

Se há vida hoje em Marte, ela poderia estar brincando conosco, de acordo com teóricos da conspiração, que alegam ter encontrado uma “bola de gude” no solo marciano.
Uma foto feita pelo jipe-sonda Curiosity, tirada em primeiro de janeiro, mostra uma pequena esfera escura entre a terra avermelhada e rochas escarpadas do solo marciano.
Alguns sugeriram que seja uma “bola de gude”, porém uma explicação mais provável é a de que seja um exemplar de esférulas marcianas, as quais os cientistas acham que foram formadas quando vulcões cuspiram rochas incandescentes para o ar.

O que são Esférulas Marcianas?

Também conhecidas como blueberries, devido ao seu tom azulado dado aos objetos em imagens de cor falsa, as esférulas foram descobertas no solo marciano pelo jipe-sonda Opportunity em 2004.
Uma teoria é a de que essas esferas foram formadas quando rochas incandescentes foram jogadas para o ar por um vulcão, ou pelo impacto de um meteoro.
Outros sugerem que elas se formaram quando a água do solo fluía através das rochas porosas, criando reações químicas que causaram com que os minerais ferrosos se precipitassem em camadas de esferas.
Uma foto em preto e branco, tirada em 20 de dezembro de 2016, mostra a mesma esfera no mesmo lugar, embora a poeira marciana parece ter coberto as rochas ao redor desde então.
O Dr. Hap McSween, membro da equipe de ciências da Universidade do Tennessee, em Knowville, diz que “vários processos geológicos podem gerar formações redondas”.
A ‘bola de gude’ é a mais recente, numa série de descobertas de objetos estranhos em Marte pelos teóricos da conspiração.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/11/esfera-e-encontrada-na-superficie-de-marte-e-ela-contrasta-com-seus-arredores/

Pesquisador independente regista sprites gigantes no céu !

Sprites capturados pela minha estação da BRAMON (GZT2/RS) ontem (10 de janeiro de 2017 pela madrugada)

Apesar dos sprites (ou gigantic jets) terem sido vistos algumas vezes no século passado, os cientistas atmosféricos só reconheceram sua existência após 1989, quando foram fotografados pelas câmeras a bordo dos ônibus espaciais.

Atualmente, devido à grande quantidade de câmeras de alta sensibilidade e maior interesse em sua observação, o registro dos sprites tem ocorrido com maior frequência, mas ainda os cientistas ainda não conseguiram decifrar como eles se formam.

Devido a altura em que ocorrem, os sprites são um verdadeiro fenômeno meteorológico espacial.

Eles se desenvolvem a cerca de 80 km e altitude e crescem em todos os sentidos, inicialmente para baixo e em seguida para cima.

O processo tem início quando um poderoso raio descarrega a energia do topo das nuvens próximas à superfície da Terra em direção à ionosfera, resultando no sprite (faísca, em inglês). O fenômeno é extremamente rápido e não leva mais de 20 milissegundos.

Fonte: http://www.painelglobal.com.br/talk/destaque.php?id=dat_20170111-024658.inc


terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Antártida - Plataforma de gelo deve romper-se totalmente durante este ano !

Plataforma de gelo Larsen C
Foto feita por um avião de pesquisa DC-8 da NASA mostra parte da ruptura da plataforma Larsen-C, como vista em novembro de 2016.

A gigantesca rachadura na plataforma de gelo Larsen C voltou a crescer em dezembro e caso se desprenda da área continental teremos um bloco de gelo maior que a cidade de Brasília solto no mar.
 A plataforma Larsen C é a maior plataforma de gelo no norte da Antártida e começou a se partir há cerca de um ano. Em julho de 2016 a cicatriz já tinha cerca de 130 km e nos últimos meses abriu mais 28 km. De acordo com os últimos estudos, apenas 12 km de gelo mantêm a plataforma presa ao continente e é quase certo que poderá se desprender em 2017.
De acordo com os pesquisadores, a enorme cicatriz mede 91 metros de largura por 500 metros de profundidade. Quando se romper, aproximadamente 12% da plataforma se desprenderão, lançando ao mar um bloco de gelo de 6 mil km quadrados, do tamanho de Brasília, que ficará totalmente à deriva.
Imagem
Imagem de satélite mostra plataforma de gelo Larsen C, na Antártida. A linha vermelha mostra o tamanho da fratura até março de 2016, enquanto a linha amarela mostra o avanço da rachadura entre março e agosto de 2016

De acordo com um comunicado do Projeto MIDAS, do British Antarctic Survey, a modelagem por computador sugere que o gelo restante já está bastante instável e que Larsen C deve seguir o exemplo de seu vizinho Larsen B, que se desintegrou em 2002 após se manter estável por 12 mil anos. Outro bloco da plataforma, a Larsen A, se desintegrou em Janeiro de 1995.
É importante lembrar que a Antártida não é um continente constituído de gelo, mas por terra recoberta de água congelada. Plataformas de gelo, como Larsen C, são as porções do continente onde a camada de gelo está suspensa sobre o oceano e não sobre a terra.

Fonte: http://www.apolo11.com/mudancas_climaticas.php?titulo=Antartida_plataforma_de_gelo_deve_se_romper_totalmente_em_2017&posic=dat_20170110-091835.inc

Forte terramoto abala Filipinas,a 199 km de Tabiauan !

Forte terremoto sacode Filipinas, a 199 km de Tabiauan
Dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN) mostram que um intenso abalo sísmico que atingiu 6.9 pontos de magnitude foi registrado nas Filipinas, 199 km ao sul-sudeste de Tabiauan as 04h13 pelo horário de Brasília (10/01/2017). O violento abalo teve seu epicentro localizado sob as coordenadas 4.42N e 122.71E, a 622 km de profundidade. O mapa abaixo mostra a localização do epicentro.

Apesar da grande intensidade do abalo, a profundidade em que ocorreu o evento favorece a dissipação da energia antes de chegar à superfície.

Um terremoto de 6.9 pontos de magnitude libera a mesma energia que 17 bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 335805 toneladas de TNT.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?titulo=Forte_terremoto_sacode_Filipinas_a_199_km_de_Tabiauan&posic=dat_20170110-043029.inc

domingo, 8 de janeiro de 2017

Colisão de estrelas poderá ser vista da Terra !

Como a explosão provavelmente se parecerá através de um telescópio

Se esta previsão estiver correta, então pela primeira vez na história os pais serão capazes de apontar para um a área escura no céu e dizer: “Olhem, crianças, há uma estrela se escondendo ali, e logo ela irá ascender”.
O Reitor Dean Matt, da Faculdade Calvin, mencionou sobre a descoberta de um de seus professores numa liberação de imprensa. Vindo logo para uma região do céu próxima a você… duas estrelas que fazem parte de um sistema binário irão colidir entre si e criar uma nova estrela que irá ser claramente visível da Terra, sem um telescópio. A previsão foi feita pelo astrônomo da Faculdade Calvin, Larry Molnar, numa recente reunião no Texas, da Sociedade Americana de Astronomia. Ele está prevendo que as duas estrelas do sistema binário KIC 9832227 ficarão próximas o suficiente para explodirem em 2022, de forma tão espetacular que poderia se tornar a luz mais brilhante no céu.
“Previsão” é um termo usado de forma imprecisa aqui, pois a colisão já teria ocorrido. KIC 9832227 está a 1.800 anos-luz de distância, o que significa que isto ocorreu há 1765 anos e a luz dela chegará aqui em 2022. Contudo, sua situação de binário não era conhecida até 2013, quando Larry Molnar notou que esta dupla, da qual pensava-se ser uma única estrela pulsante, estava pulsando de forma anormal. Molnar deu a seu aluno Daniel Van Noorde, seu assistente de pesquisa, o crédito pelo momento “Eureca!”.
Ele notou como a cor da estrela correlacionava com o brilho e determinou que definitivamente se tratava de um binário. De fato, ele descobriu um binário de contato, no qual as duas estrelas compartilham da mesma atmosfera, como dois amendoins compartilhando a mesma casca.4
Uma renderização artística de outro sistema binário de contato – VFTS 352

Isso estimulou Molnar e sua equipe a fazerem mensurações diferentes das mudanças na frequência do pulso e, ao longo do tempo, determinaram que as estrelas estão numa rota de colisão com seus períodos orbitais reduzidos para 11 horas e caindo rapidamente. Nesse passo, o tempo estimado do impacto está previsto ou para 2022, ou 2023.
Provável localização da explosão, na constelação do Cisne

As previsões de Molnar sobre a visibilidade da espetacular explosão vista da Terra vêm das observações feitas em 2008, do sistema binário de contato V1309 Scorpii, que gerou uma Nova Vermelha. Ele vê a luz da KIC 9832227 se tornar aumentadamente visível ao longo de um período de seis meses na constelação Cisne. Em seu pico, ela será 10.000 vezes mais brilhante do que é agora, de acordo com Molnar.
Você não precisará de um telescópio para me dizer se eu estava errado ou certo. Quando isto ocorrer, se ocorrer, não iremos deixar de ver.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/08/colisao-de-estrelas-podera-ser-vista-da-terra/

sábado, 7 de janeiro de 2017

Plano contra “Asteroide do Apocalipse” revelado em chocante declaração da Casa Branca !

Preparem-se, pois a Casa Branca está preocupada com asteroides e cometas que possam colidir com a Terra, e fez uma surpreendente ‘declaração sobre um plano para o apocalipse’. As autoridades governamentais dos EUA estão trabalhando para aperfeiçoar um plano de emergência, projetado para evitar o risco de um apocalipse causado por um cometa ou asteroide. A declaração foi feita logo após a NASA ter avistado um cometa que irá passar próximo da Terra em fevereiro.
A Terra é frequentemente impactada por pequenos asteroides, os quais são tão pequenos que tendem a queimar e serem consumidos ao entrarem na atmosfera terrestre, não sendo notados pelas pessoas. Contudo, têm havido eventos devastadores, como o impacto de Chelyabinsk, na Rússia em 2013, e o de Tunguska, também na Rússia em 1908, o qual destruiu por volta de 2000 quilômetros quadrados de terra.
O documento foi escrito pelo Grupo de Trabalho Inter-Agência para a Detecção e Mitigação de Impactos de Objetos Próximos à Terra / Em Direção à Terra, de sigla em inglês DAMIEN.
Os especialistas temem que possa haver “pouco tempo de aviso”
Recentemente, a Casa Branca revelou sua Estratégia para a Preparação [contra] Objetos Próximos à Terra, de sigla NEO em inglês (Near Earth Objects), a qual almeja fornecer uma solução contra asteroides e cometas que poderiam impactar o nosso planeta no futuro.
A ideia é a de aguçar os nossos sistemas de alerta e investir em sondas espaciais futuristas que poderiam nos ajudar a prevenir uma colisão com estes corpos celestes.
O primeiro e mais importante passo é o de melhorar nossos métodos de detecção, dessa forma os cientistas podem alertar os especialistas em defesa sobre objetos próximos da Terra que sejam potencialmente apocalípticos.
Além disso, os especialistas dizem que precisamos trabalhar na criação de sondas espaciais com inteligência artificial e carregá-las com lasers e sensores de alta tecnologia.
Para prevenir que uma rocha espacial colida com a Terra, os especialistas planejam lançar poderosos foguetes, para interceptarem essas rochas e calcularem seus tamanhos e pesos aproximados, que são dois dos detalhes mais cruciais sobre objetos em rota de colisão com a Terra.
Após o equipamento agregar os dados, os especialistas em defesa poderão projetar um plano de ação.
A declaração veio logo após a NASA ter avistado um cometa que voará próximo da Terra em fevereiro

Um especialista escreveu no documento:

A interrupção de um NEO pode ser necessária se houver pouco tempo de alerta, ou se o objeto for muito grande. As tecnologias necessárias para desviar um NEO para longe da Terra podem ser usadas, mas para interromper ou desviar um objeto grande, pesquisa e desenvolvimento de soluções de alta energia são necessárias.
Após avistar um asteroide com o potencial de colisão com a Terra, o próximo passo é o de alertar a população. O documento sugere que os Estados Unidos reaja de forma similar a um alerta de furação e declare uma emergência nacional por todos os estados.
Mas e se você não estiver nos EUA? O plano de detecção irá funcionar?
Embora o programa permitirá aos especialistas detectarem ao redor do globo as rochas vindas em nossa direção, ainda não está claro se os EUA investirá e preparará a tecnologia avançada para proteger o resto do planeta.

O documento de estratégia relaciona sete metas: 

Melhorar as habilidades de rastreamento e classificação do país quanto aos NEOs
Descobrir como mover ou explodir um NEO ameaçador
Melhorar nossos modelos e previsões
Elaborar procedimentos emergenciais, caso um NEO não possa ser desviado
Criar sistemas de alarme e estratégias de recuperação
Incluir outros países em nosso planejamento
Organizar protocolos e limiares para auxiliarem nas rápidas tomadas de decisão

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/07/plano-contra-asteroide-do-apocalipse-e-revelado/

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Objecto não identificado pelos cientistas vindo em direção à Terra !

Um objeto não identificado passará ‘próximo’ da Terra no próximo mês, e os especialistas não têm a mínima ideia do que seja. Os astrônomos dizem que o objeto misterioso é extremamente escuro e sem reflexo. Além disso, os cientistas declararam que ele é de origem desconhecida.
Dado a ele o nome de 2016 WF9, o objeto foi encontrado recentemente, em 27 de novembro de 2016, pelo projeto NEOWISE da NASA, que ‘caça’ asteroides e cometas.

O que os especialistas do NEOWISE sabem é que ele poderia ter até um quilômetro em diâmetro.

Os astrônomos esperam que o 2016 WF9 faça sua aproximação máxima da terra em 25 de fevereiro, quando passará a 51 milhões de quilômetros. Até agora, o enigmático objeto já criou muita confusão entre os especialistas da NASA. Eles não conseguem identificar o que o objeto realmente seja.

Seria um asteroide? Um cometa? Então, o que sabemos sobre esse objeto?

Bem, há uma norma geral quando se trata de identificar objetos espaciais. Asteroides geralmente são rochas e mais metálicos por natureza, enquanto cometas contêm gelo.
O objeto de nome 2016 WF9 parece ser extremamente escuro e sem reflexos, um sinal de que poderia ser um cometa. Porém, ele não tem outras características típicas de cometas, tais como poeira e gás.
O que é mais bizarro ainda é o fato de que isto significa que a origem deste objeto é desconhecida.
James “Gerbs” Bauer, investigador do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, disse o seguinte sobre o objeto:

Este objeto ilustra que a fronteira entre asteroides e cometas é obscura; talvez ao longo do tempo este objeto tenha perdido a maioria dos [componentes] voláteis que perduram sobre, ou logo abaixo de sua superfície.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/06/objeto-nao-identificado-pelos-cientistas-vem-em-direcao-terra/


quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Estrutura possivelmente artificial é encontrada no continente Antártico !

Continente Antártico - estrutura artificial
Novamente o continente Antártico entra na pauta da discussão
, com a descoberta de uma estrutura que pode ter sido construída por uma civilização do passado distante:
E se, no passado distante, quando a Terra era muito diferente do que é hoje, uma civilização antiga se desenvolveu na Antártica, criando fascinantes estruturas, monumentos e templos? Encontraríamos evidências de sua existência hoje?
Curiosamente, há um número de mapas da antiguidade que mostram partes da Antártica como sendo livres de gelo. Um dos mapas mais controversos foi feito em 1513, pelo Almirante turco Piri Reis, o qual desenhou um mapa que criou um debate que se estende por mais de 500 anos. O mapa mostra a Antártica, continente este que oficialmente só foi descoberto entre 1818 e 1820. Mas como isto seria possível?
Tem se tornado crença popular que civilizações antigas por todo o globo eram na verdade muito mais avançadas do que os pesquisadores de ‘tendência predominante’ dizem. Numerosos mapas descobertos no passado são claras indicações de que a história contada hoje pelos estudiosos está incompleta, e há vários elos perdidos em nossa história. Estes ‘elos perdidos’ estão sendo ‘montados’ por estes incríveis mapas, os quais provam que a raça humana habitou o nosso planeta há muito mais tempo do que esses estudiosos acreditam. Talvez esses mapas antigos, em combinação com imagens modernas de satélite do nosso planeta, sejam evidências de que a civilização poderia ter se desenvolvido nos lugares mais inóspitos da Terra, num passado distante.
De acordo com os numerosos indicadores, tais estruturas já foram identificadas em anos recentes. Imagens de satélite do continente Antártico revelou várias ‘estruturas’ que estão espalhadas pelo continente gelado.
Embora muitas delas possam ser explicadas como sendo formações geológicas naturais, algumas dessas descobertas questionam tudo que sabemos sobre a Antártica.
Se essas estruturas são ou não feitas pelo homem, e são evidências de civilizações perdidas que habitavam a Antártica, é difícil de dizer, e improváveis, de acordo com estudiosos de ‘tendência predominante’. Contudo, há várias descobertas que apontam em outra direção, sugerindo que precisamos olhar à essas coisas a partir de uma perspectiva diferente.
Em 2012, uma imagem de satélite da Antártica mostrou uma estranha formação oval em um dos lugares mais remotos do planeta. Estando a milhares de quilômetros de nossa sociedade, a estranha estrutura de formato oval levanta vários questionamentos entre os especialistas.
Com 120 metros de comprimento, os especialistas que analisaram a imagem perguntam se ela poderia ter sido o resultado da mãe natureza. O formato anormal da estrutura sugere que tenha sido feita pelo homem.
Observando a imagem, imediatamente notamos os anéis da estrutura, os quais lembra uma estrutura em ruínas, como se estivéssemos olhando para paredes que foram destruídas, ruínas em colapso que foram cobertas por neve e gelo. A imagem obtida em 2012 claramente lembra algo que pode ter facilmente sido projetado por alguém.
Mas projetado por quem? A estrutura está localizada no meio da Antártica, um dos lugares mais inóspitos do nosso planeta, um dos mais remotos e intocados da Terra.
Embora a estrutura possa ter sido feita pelo homem, especialistas consideraram uma explicação natural; uma bizarra formação de gelo criada pelas temperaturas baixas e ventos catabáticos. Eles acreditam que possam ser sastrugis – sulcos irregulares formados na neve da superfície por erosão do vento, ou seja, dunas de gelo e neve.
Contudo, sastrugis correm paralelos à direção do vento e não tendem a ter estruturas com formatos ovalados.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/05/estrutura-possivelmente-artificial-e-encontrada-no-continente-antartico/


quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Jipe-sonda Curiosity "acerta na lotaria" da procura por vida extra-terrestre !

John Grotzinger, um geólogo do Instituto Califórnia de Tecnologia, falando na reunião anual da União Geofísica Americana em São Francisco, disse:
 
Cientistas acreditam que o jipe-sonda Curiosity, da NASA, coletou dados muito promissores na procura por vida em outras partes do Universo.
A máquina, que tem estado em Marte deste agosto de 2012, coletou amostras de uma cratera que mostra sinais convincentes de que aquele planeta pode ser o lar de vida, ou já foi uma vez.
Amostras de uma cratera de nome Gale mostra que há uma abundância de depósitos minerais, os quais fornecem evidência de que uma vez a água e as condições ambientais eram apropriadas para vida.
Vemos todas as propriedades colocadas, as quais realmente gostamos de associar com a habitabilidade.
Não há nada extremo aqui. Isto é tudo bom para a habitabilidade ao longo do tempo.
O jipe-sonda Curiosity está obtendo amostra a cada 25 metros ao longo da Cratera Gale – o ponto mais baixo de Marte, o qual levou os cientistas a acreditarem que uma vez houve um lago ali.
As camadas mais elevadas da cratera contêm grandes quantidades de hematita oxidada, o que sugere que lá havia sido um local ácido.
Contudo, de acordo com Grotzinger, a cratera é “ácida, mas nunca super ácida. É totalmente o tipo de ambiente onde os organismos acidófilos poderiam gostar”.
O jipe-sonda também identificou muitos minerais e boro, que na Terra é associado com a formação de RNA – um dos blocos essenciais para a construção da vida, junto com DNA e proteínas.

Grotzinger adicionou:

Estamos vendo uma complexidade química, a qual indica uma longa e interativa história com a água. Quanto mais complicado a química for, melhor ela é para a habitabilidade.
O boro, a hematita e a argila sublinham a mobilidade dos elementos e elétrons, e isto é bom para a vida

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/01/04/jipe-sonda-procura-por-vida-marte/


Hoje o Planeta Terra vai deslocar-se mais rapidamente !

perielio
Esquema do movimento de translação da Terra em redor do Sol

Às 14 horas e 18 minutos deste 4 janeiro de 2017, o planeta Terra vai estar no ponto mais próximo ao Sol que alcançará este ano. É o “periélio”: o planeta estará a apenas 147,1 milhões de quilómetros da sua estrela, menos cinco milhões de quilómetros do que quando está no ponto mais afastado – o “afélio”, alcançado a meio do verão no hemisfério norte. Em termos astronómicos, esta diferença é insignificante. E na prática só vai ter duas consequências: para quem está com os pés assentes na terra, o diâmetro aparente do Sol parecerá maior (porque estamos mais perto dele); além disso, a Terra vai por o pé no acelerador e alcançará a sua velocidade máxima na viagem em redor da estrela.
A Terra aproxima-se e afasta-se do Sol em certos momentos da sua translação porque o percurso do planeta não é perfeitamente redondo: é uma elipse. Isso influencia a duração das estações do ano. Quando o nosso planeta está no ponto mais próximo do Sol, a sua velocidade em redor dele aumenta: assim que se aproximar o mais possível da nossa estrela, vai passar a andar a 30,3 quilómetros por segundo (ou 110.700 km/h). É uma diferença de 2 quilómetros por segundo em relação à velocidade que tem quando está no ponto mais afastado do Sol, ou seja, na quarta-feira a Terra vai ter a mais 7.164 km/h do que no afélio.
É por isto que o inverno do hemisfério norte (e o verão do hemisfério sul) são as estações mais curtas. O nosso verão – de junho a setembro – tem mais cinco dias do que o nosso inverno – de dezembro a março. E, por consequência, o inverno do hemisfério sul tem mais cinco do dias do que o verão.
Quem se deu conta destas diferenças foi o astrónomo alemão Johannes Kepler. Depois de analisar os apontamentos deixados pelo seu mestre, Tycho Brahe, percebeu que o percurso da Terra em redor do Sol não podia ser circular, mas sim elíptico. Foi então que postulou que “os planetas descrevem trajetórias elípticas em redor do Sol, que ocupa um dos focos da elipse”.
Esta era a sua primeira lei. A segunda lei de Kepler falava então da velocidade: “Cada planeta move-se de tal maneira que a reta imaginária que o une ao centro do Sol (denominada rádio-vector) cobre áreas iguais em tempos iguais”. Isso significa que, quando está mais perto do Sol, tem de percorrer uma distância maior e portanto a sua velocidade aumenta. Quando está mais longe dele, tem de percorrer uma distância menor, logo a sua velocidade diminui. Claro que, quando fez estas observações, Kepler não sabia que força levava os astros a comportarem-se deste modo. Foi Newton quem o descobriu: a força que ordenava estes movimentos era a gravidade. E explicou-o através de uma lei: “A força de atração entre dois corpos separados por uma distância “r” é proporcional ao produto das suas massas e inversamente proporcional ao quadrado da distância”.
Tudo isto pode causar estranheza porque seria de acreditar que, se estamos mais perto do Sol, então a estação deveria ser mais quente. Mas as coisas não funcionam assim por causa da inclinação da Terra. É que o nosso planeta não anda direito: está “deitado” para um dos lados numa inclinação de 23,5º em relação ao eixo. Essa inclinação da Terra determina também a inclinação com que os raios solares chegam à superfície terrestre. Quanto mais perpendiculares à Terra forem os raios, maior a quantidade de energia que dissipa quando chegam à atmosfera e, portanto, menor a quantidade de energia que chega ao chão. Como, na fase de periélio, o hemisfério norte está menos junto ao Sol, a energia transportada pelos raios é mais baixa cá em cima e mais alta no hemisfério sul. Por isso é que cá é inverno e lá é verão.

Fonte: http://observador.pt/2017/01/03/aperte-o-cinto-a-terra-vai-ser-mais-rapida-na-quarta-feira/

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