sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Vida alienígena poderá alimentar-se de raios cósmicos !

vida alienígena
Desulforudis audaxviator prospera usando a radiação do urânio como energia nas profundezas da minha de ouro que elas chamam de lar.
NASA

Um micróbio bizarro, encontrado nas profundezas de um mina de ouro na África do Sul, poderá fornecer um modelo de como a vida poderia sobreviver em ambientes aparentemente inabitáveis através do Cosmos. Conhecido como Desulforudis audaxviator, a bactéria com formato de bastão vive a 2,8 quilômetros abaixo da superfície, num habitat desprovido das coisas que fornecem energia para a maioria da vida na Terra – luz, oxigênio e carbono. Ao invés disso, esse ‘bicho da mina de ouro’ obtêm sua energia a partir do urânio radioativo nas profundezas da mina. Agora os cientistas predizem que a vida em outros lugares do Universo também poderiam se alimentar de radiação, especialmente da que ‘chove’ do espaço.

Dimitra Atri, um astrobiólogo e físico computacional que trabalha para o Instituto Espacial Blue Marble, em Seattle, Washington, disse:

Quem pode dizer se a vida em outros mundos não faz a mesma coisa?

Essencialmente, toda a vida na superfície da Terra obtêm suas necessidades energéticas através de dois processos. Plantas, algumas bactérias e certos organismos coletam a energia da luz solar, através de um processo chamado fotossíntese. Nesse processo, eles usam a energia da luz para converter a água e o dióxido de carbono em moléculas energéticas mais complexas chamadas hidrocarbonetos, assim armazenando a energia para ser usada mais tarde, através da quebra de moléculas através de um processo chamado oxidação. De forma alternativa, os animais e outros organismos simplesmente se alimentam das plantas, outros animais, etc., para roubar a energia já armazenada nas coisas vivas.
O D. audaxviator segue um outro trajeto: Ele tira sua energia da radioatividade do urânio na rocha da mina. A radiação do núcleo do urânio em decomposição libera moléculas de água e enxofre, produzindo fragmentos moleculares, tais como o sulfato e peróxido de hidrogênio que estão excitados com energia interna. Então o micróbio absorve essas moléculas, suga suas energias, e a cuspe de volta. A maior parte da energia produzida deste processo energiza a reprodução da bactéria e os processos internos, mas uma porção dela vai para reparar os danos feitos pela radiação.
Atri acha que uma forma de vida extraterrestre poderia facilmente fazer uso de um sistema similar. A radiação pode não vir de materiais radioativos no próprio planeta, mas ao invés disso dos raios cósmicos galácticos (RCG) – partículas de alta energia que viajam pelo Universo após serem expulsas por uma supernova. Elas estão em todos os lugares, até mesmo na Terra, mas os escudos do campo magnético do nosso planeta e a atmosfera nos protegem da maioria dos RCGs.
As superfícies de outros planetas como Marte são muito mais susceptíveis aos raios cósmicos, devido à fina atmosfera e, no caso de Marte, pela falta de um campo magnético. Atri argumenta que os RCGs poderiam alcançar a superfície do planeta vermelho com energia suficiente deixada para alimentar um pequeno organismo. Este poderia ser o caso em qualquer mundo com uma atmosfera fina: Plutão, a Lua da Terra, as luas de Júpiter, a lua Encelado de Saturno e, teoricamente, inúmeros outros fora do nosso sistema solar. Porém, ele cita que, devido o fato dos RCGs não entregarem tanta energia quanto o Sol, a vida energizada por eles seria muito pequena, e simples, bem como a D. audaxviator.
Para calcular como isto poderia funcionar, Atri executou algumas simulações usando os dados existentes sobre os RCGs, para ver quanta energia eles forneceriam em alguns desses mundos. Os números foram claros: A pequena e constante chuva de raios cósmicos forneceria energia suficiente para alimentar um organismo simples em todos os planetas que ele simulou, exceto a Terra, reporta Atri no Journal of the Royal Society Interface. Ele diz:

Não pode ser descartado que vida assim possa existir.

Atri acha que Marte é o melhor candidato para abrigar a vida alimentada por RCGs. A composição do planeta é rochosa, como a da Terra, com muitos minerais, e ele poderia até mesmo ter alguma vida escondida. Atri diz:
É engraçado, porque quando você procura por planetas que contêm vida atualmente, procuramos por uma atmosfera muito espessa. Com estas formas de vida, estaríamos procurando pelo oposto.
Duncan Forgan, um astrobiólogo da Universidade de St. Andrews, no Reino Unido, que não esteve envolvido com o trabalho, concorda que Marte poderia estar abrigando formas de vida como o D. audaxviator, devido às suas temperaturas estáveis e constituição física, que são similares às da mina de ouro na África do Sul. Ele acha que em outros planetas que não recebem energia na forma de luz solar, mas ainda são bombardeados pelos RCGs – como planetas que vagueiam no espaço fora de qualquer sistema solar – as temperaturas seriam muito baixas e congelariam a vida. Ele também alerta que muitos raios cósmicos aniquilariam a vida:
Formas de vida como esta requerem um fluxo estável de energia dos raios cósmicos, mas não tanto que chegue a ser danoso. Elas poderiam não ser capazes de aguentar uma grande dose de radiação…
No futuro, Atri quer trazer o micróbio da mina de ouro para o laboratório e ver como ele responde aos níveis de radiação cósmica equivalentes aos de Marte, Europa, e outros corpos celestes. Esses dados dariam a ele mais pistas se este tipo de organismo poderia sobreviver além da Terra. Atri disse:
O Desulforudis audaxviator é a prova de que a vida pode prosperar usando quase qualquer fonte de energia disponível. Sempre penso sobre Jeff Goldblum no [filme] Parque Jurássico – “a vida encontra uma maneira”.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/30/vida-alienigena-pode-se-alimentar-de-raios-cosmicos/


quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Cientistas descobrem corrente de jacto no núcleo da Terra !

Jaot de Ferro no Nucleo da Terra
O fluxo de ferro se localiza a cerca de 3 mil km de profundidade, na região líquida do núcleo da Terra.
 
Estudo publicado pela revista Nature Geoscience revelou que abaixo da superfície da Terra existe uma espécie de rio de ferro, fluindo centenas de milhares de vezes mais rápido do que o movimento das placas tectônicas.
A descoberta foi a partir de dados coletados pela constelação de satélites Swarm, lançados em 2013 pela Agência Espacial Europeia, ESA, para estudar o campo magnético da Terra.
De acordo com os cientistas, o fluxo está a cerca de 3 mil km de profundidade, na parte do ferro líquido do núcleo da Terra, próximo e abaixo do polo norte.
Segundo o estudo, essa corrente interna está se movendo a cerca de 40 km por ano e embora seja um processo lento quando comparado às escalas de tempo humanas é milhares de vezes mais rápido que o deslocamento das placas tectônicas. Além disso, segundo os pesquisadores, o movimento do rio incandescente parece estar se invertendo.
A descoberta desse fluxo de ferro foi possível após a observação de um padrão muito peculiar nas linhas do campo magnético no hemisfério norte, mais precisamente abaixo do Alasca e da Sibéria. No entender do autor do estudo, cientista Phil Livermore, o movimento das linhas magnéticas dessas regiões é um indicativo bastante claro de que há um fluxo de ferro em movimento abaixo da Terra.
Os cientistas acreditam que esse jato de ferro flui ao longo do limite entre duas regiões diferentes no núcleo. Quando o material no núcleo líquido se move para este limite a partir de ambos os lados, o líquido convergente é espremido para o lado, formando o jato.

Fonte: http://www.apolo11.com/invencoes_descobertas.php?titulo=Cientistas_descobrem_corrente_de_jato_no_nucleo_da_Terra&posic=dat_20161229-104816.inc

Cientistas anunciam um plano ambicioso para contactar alienígenas !

contatar alienígenas
Após décadas de tentativas sem sucesso para contatar alienígenas no Universo, ou identificar mensagens em potencial vindas do espaço, um grupo de cientistas diz que está na hora de testar uma regra básica: enviar spams (enxurradas) de mensagens, para conseguir uma resposta de potenciais civilizações alienígenas avançadas.
A organização recentemente criada, chamada METI (Messaging of Extraterrestrial Inteligence), planeja fazer o esforço mais ambicioso já feito até agora para enviar poderosos sinais até estrelas vizinhas ao nosso sistema solar, com a intenção de contatar possíveis civilizações alienígenas.
Apesar das críticas dizendo que tal ideia não é o que precisamos agora, como a do famoso astrofísico Stephen Hawking, o qual alertou sobre o perigo de revelarmos nossa posição para uma civilização alienígena potencialmente perigosa, a recém criada organização já colocou isto em sua meta. Sua intenção é a de enviar poderosos sinais intencionais e repetitivos para a mesma estrela por meses, a fim de obter uma resposta de civilizações que possam estar habitando tal sistema estelar.
sto poderá ser o começo de um lindo relacionamento, disse Douglas Vakoch, presidente da METI e ex-diretor da Interstellar Message Composition na Search for Extraterrestrial Intelligence.

Seria Proxima b nosso melhor alvo?

O projeto almeja enviar palavras para começar uma conversação no final de 2018.
Para isso, o METI escolheu Proxima b, um planeta rochoso potencialmente habitável que está em órbita da Proxima Centauri, uma das estrelas mais próximas ao nosso Sol, localizada a 4,2 anos-luz de distância da Terra.
Depois, a METI almeja enviar mais sinais às estrelas distantes, localizadas a centenas e até mesmo milhares de anos-luz de distância da Terra.
A METI foi fundada em 2016 e planeja patrocinar várias palestras em 2017. Seus planos principais são os de coletar um milhão de dólares para manter uma equipe, e construir um poderoso transmissor em algum lugar da Terra.
Antes disso, a METI terá que calcular a melhor forma de dizer alô a um alienígena…

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/29/contatar-alienigenas/

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Ocorrência de forte sismo a nordeste de Tóquio !

Um sismo abalou esta quarta-feira o nordeste de Tóquio, anunciaram a agência nacional de meteorologia e o instituto de geofísica norte-americano USGS, que calculou a sua magnitude em 5,9 na escala de Richter.
Segundo a agência de meteorologia japonesa, não existe risco de tsunami na sequência do sismo ocorrido às 21.38 horas locais (12.38 horas em Portugal continental) e cujo epicentro se localiza a norte da prefeitura de Ibaraki.

A agência de meteorologia japonesa avaliou a magnitude do sismo em 6,3.

A televisão NHK interrompeu os seus programas para dar informações sobre o abalo que foi fortemente sentido na região situada entre Tóquio e a central nuclear de Fukushima.
A empresa que gere a central, afetada pelo tsunami de março de 2011, indicou estar a tentar ver se há novas anomalias.
Não foram assinalados problemas nas diversas instalações nucleares situadas em Tokai-mura, na prefeitura de Ibaraki, informou a Autoridade de Regulação Nuclear.

Os comboios foram parados para verificações.

O Japão situa-se na junção de quatro placas tectónicas e regista um número de terramotos relativamente violentos todos os anos.
Em março de 2011, um sismo de magnitude 9,0 seguido de maremoto causou cerca de 18.500 mortos e provocou uma catástrofe na central nuclear de Fukushima, obrigando à deslocação de dezenas de milhares de pessoas.

Fonte: http://www.jn.pt/mundo/interior/forte-sismo-a-nordeste-de-toquio-5575190.html

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

A sequência de auto-destruição cosmológica !

Parece que o universo como o conhecemos tem uma sequência de autodestruição. Este “botão de desliga” existe dentro das próprias leis da física que governam o universo.
Para ser específico, é um campo quântico conhecido como “campo de Higgs”.

Campo de Higgs

Como o campo de Higgs pode desencadear essa sequência de autodestruição cosmológica?
Isso tem a ver com uma teoria sobre seu estado de vácuo.
Antes de explicar isso melhor, temos que falar de outras coisas. Tudo no universo segue dois princípios fundamentais – energia e estabilidade. Em resumo, tudo que existe possui energia e se move em direção ao seu estado mais estável ou fundamental. Quanto mais estável algo é, menos energia potencial possui, e vice-versa.
Isso vale mesmo em um nível quântico – essencialmente, as regras que as partículas devem obedecer no universo. Os campos quânticos querem estar em seu estado de energia mais estável, mais baixo, que é chamado de estado de vácuo (não confundir com o vácuo do espaço).

Falso vácuo

Em princípio, todos os campos quânticos já estão em seu estado de vácuo – todos exceto o responsável por dar massa a todas as partículas: o campo de Higgs.
Existe a possibilidade de que o campo de Higgs seja um “falso vácuo”.
Estar em um estado de falso vácuo significa que há uma quantidade incrível de energia potencial contida no campo de Higgs. Esta energia pode liberar-se com a faísca mais minúscula e mais aleatória.

E daí o que acontece?

Imagine essa enorme onda de energia expandindo-se à velocidade da luz pelo universo.
Esta deterioração do vácuo consumiria tudo em seu caminho. Claro, há uma chance de que a tal “onda” não nos alcance, devido ao fato de que o universo está se expandindo.
Mas, se isso acontecer, ela alteraria profundamente o modelo padrão da física e a química do universo como a conhecemos, tornando a vida praticamente impossível.
Moral da história: seria a morte instantânea numa escala cosmológica. A boa notícia é que os falsos vácuos ainda são em grande parte teóricos. Portanto, não há nada com que se preocupar (por enquanto).

Vídeo

O vídeo abaixo traz mais informações sobre essa hipótese sombria. Você pode acionar a legenda em português usando os controles no canto inferior direito:

Fonte: http://hypescience.com/sequencia-de-autodestruicao-cosmologica/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29

domingo, 25 de dezembro de 2016

Forte terremoto abala o Chile a 77 km de Puerto Quellon !

Forte terremoto sacode Chile, a 77 km de Puerto Quellon
Dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN) mostram um violento terremoto de 7.7 pontos de magnitude ocorrido no Chile, 77 km a oeste-sudoeste de Puerto Quellon as 12h22 pelo horário de Brasília (25/12/2016). O poderoso tremor teve seu epicentro estimado a 14 km de profundidade, sob as coordenadas 43.31S e 74.53W. O mapa abaixo mostra a localização do epicentro.

Considerando a magnitude e a baixa profundidade em que ocorreu o evento, este tremor tem potencial suficiente para causar pesados danos e vítimas fatais caso tenha ocorrido abaixo de locais populosos.

Um terremoto de 7.7 pontos de magnitude libera a mesma energia que 266 bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 5322195 toneladas de TNT.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?posic=dat_20161225-124025.inc

sábado, 24 de dezembro de 2016

Feliz Natal !

A todos os leitores e visitantes deste Blogue votos de um Feliz Natal !
 

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Estrela misteriosa é encontrada com algo bloqueando sua luz !

Megaestrutura alienígena pode estar captando energia de estrela misteriosa
Lembra que no ano passado os astrônomos reportaram sobre uma estrela misteriosa? A estrela, oficialmente chamada de KIC 8462852, mostra características estranhas, com seu brilho diminuindo ao longo das últimas décadas. Até mais interessante é o fato que há mais de 100 anos, os astrônomos já observavam esse estranho comportamento da estrela. Mas…

Agora foi descoberta uma outra estrela igualmente intrigante!

Os cientistas escreveram em seu trabalho:

Encontramos eventos transitórios similares à diminuição de brilho através do trânsito [planetário] dentro da fotometria da série de tempo K2 da estrela jovem RIK-210, na associação OB de Escorpião Superior. Estes eventos de diminuição de brilho são variáveis em profundidade, duração e morfologia.
Dado o fato de que fenômenos naturais não são a explicação lógica pela diminuição do brilho desta estrela, cientistas dizem que uma estrela que diminui seu brilho aleatoriamente pode estar mostrando sinais de civilizações alienígenas avançadas que conseguiram construir enormes estruturas ao redor da mesma, bloqueando parte de sua luz quando passando na frente dela.
Acredita-se que a estrela em questão – RIK-210 – tenha aproximadamente 10 milhões de anos e seja tão massiva quanto o nosso Sol. Os pesquisadores dizem que, devido o tamanho da estrela, é muito improvável que tenha planetas a orbitando.
A estrela misteriosa está localizada a 472 anos-luz da Terra
Os cientistas chegaram à conclusão de que as densas formações próximas das estrelas RIK-210 e KIC 8462852 parecem ser similares à uma “Esfera de Dyson“, que são megaestruturas que hipoteticamente capturam a energia, as quais poderiam ter sido construída por alienígenas.
A ideia de que Esferas de Dyson existem no Universo tem sido debatida desde a década de 1960, quando cientistas pensaram que tais estruturas poderiam ser uma solução em potencial para os problemas de energia encarados por civilizações extremamente antigas.
Misteriosamente, até agora, os especialistas não encontraram uma única explicação natural plausível para este tipo de diminuição de brilho de estrelas, para colocar um fim no mistério por detrás desse comportamento estranho.
Ben Montet, um astrônomo da Caltech e co-autor da pesquisa desta estrela, disse ao Gizmodo:
Despendemos um longo tempo tentando convencer a nós mesmo que isto não era real. Simplesmente não fomos capazes. Nenhum dos fenômenos considerados podem por si mesmos explicar as observações.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/22/outra-estrela-misteriosa-e-encontrada-com-algo-bloqueando-sua-luz/


quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Solstício de Dezembro marca o início do verão no hemisfério Sul !

As estacoes do Ano
Apesar de imperceptível, exatamente às 08h44 desta quarta-feira, os raios solares atingiram o hemisfério Sul da Terra mais diretamente do que nos outros dias do ano. Esse fenômeno é chamado de solstício de dezembro, mas é popularmente conhecido por marcar o início do verão no hemisfério austral.
O solstício é causado por dois fatores astronômicos e naturais: a translação da Terra ao redor do Sol e a inclinação do eixo terrestre. Ao contrário do que muitos pensam, as estações do ano nada tem nada a ver com a aproximação maior ou menor entre a Terra e o Sol.

Entenda o solstício
 
Para dar uma volta ao redor do Sol, a Terra leva 365 dias e mais seis horas. Durante essa viagem, a inclinação do eixo não muda e sempre parece apontar para a mesma posição no espaço. Essa inclinação, que é de 23.5 graus, faz com que os hemisférios norte e sul recebam a incidência de raios solares de forma diferente durante o ano.
Durante o solstício de verão (lado esquerdo do gráfico), a inclinação do eixo faz com que a região que está abaixo da linha do equador seja mais atingida pelos raios do Sol. Por outro lado, o hemisfério norte do planeta estará sendo menos favorecido, com menor incidência solar. Ou seja, enquanto nós comemoramos a chegada do verão, os habitantes do hemisfério norte comemoram o início do inverno.
Pelo gráfico é possível ver que a situação se inverte no mês de junho, quando temos o solstício de inverno, que marca o início da temporada da estação fria abaixo do equador e o início do verão no hemisfério norte.

Astronomia: O céu de Verão
 
O verão nos oferece as festas de final de ano e as férias escolares e olhar para o céu nos momentos de lazer é praticamente obrigatório. 
O ceu do Verao
Céu do Solstício de Dezembro. À medida em que os dias passam, as principais constelações do verão ficam mais altas no céu.

Para quem se afasta da cidade, não será difícil reconhecer a constelação de Órion, a mais famosa constelação de verão, com suas Três Marias enfileiradas. Próximas à Órion podem ser vistas as estrelas Sirius e Canopus, as duas estrelas mais brilhantes do céu. E para quem dorme tarde, a constelação do Cruzeiro do Sul é a atração da madrugada.
As festas anunciadas pela chegada do verão em nosso hemisfério e pelo inverno no hemisfério norte estão ligadas a um evento astronômico que tem suscitado dúvidas e instigado o interesse de muitas gerações: a Estrela de Belém, símbolo do Natal, que remete à época de nascimento de Jesus Cristo, o personagem histórico que deu nome à era que vivemos.
Muitas hipóteses buscam identificar o fenômeno celeste relacionado à Estrela de Belém, a maioria dando como provável a passagem de um cometa, mas até agora não se chegou a uma conclusão.

Meteorologia: O tempo no verão brasileiro 

Durante o verão, os dias são mais longos e as noites mais curtas que o habitual.
Na maior parte do Brasil o verão é conhecido como estação das chuvas e é marcado pela passagem frequente de frentes frias. Nos finais de tarde as pancadas de chuva são comuns e geralmente acompanhadas por trovoadas e rajadas fortes de vento nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Devido às fortes chuvas desta estação, os grandes centros urbanos sofrem muito com os frequentes alagamentos e deslizamentos de terra.
Devido à maior incidência de raios solares, é possível aplicar o conhecido “Horário de Verão”, quando os relógios são adiantados em 1 hora alguns estados da federação.
O verão que acaba de começar vai até o dia 20 de março às 02h30, quando começa oficialmente o Equinócio de Outono, ou simplesmente outono. Até lá teremos mais horas de Sol incidindo com maior intensidade, portanto nunca é demais lembrar que devemos fazer uso intensivo do protetor solar, mesmo quando em áreas de sombra. 
O verão é lindo e maravilhoso, mas não esqueça: use o filtro solar!

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Solsticio_de_Dezembro_marca_o_inicio_do_verao_no_hemisferio_Sul&posic=dat_20161221-092941.inc


 

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Vida alienígena pode existir no oceano abaixo da superfície de Ceres !

Pode haver vida alienígena nos oceanos abaixo da superfície
Um oceano no subsolo poderia abrigar formas de vida bizarras. Credito: Nature Video
 
De forma surpreendente, os pesquisadores concluíram que 10 por cento da superfície do planeta anão Ceres é feita de água congelada. O estudo detalhando a descoberta foi publicado no periódico Nature.
…é tecnicamente possível que ele (o oceano no subsolo) possa suportar a vida.
Água em forma de gelo foi confirmada nos polos do planeta anão Ceres. O gelo enterrado nas crateras das regiões mais escuras do planeta anão, onde o Sol nunca alcança, poderiam ser um sinal que aponta diretamente para a existência de um oceano abaixo da superfície e, assim, a possibilidade de que ele contenha uma forma de vida alienígena não descoberta.
Ceres, o maior objeto do cinturão de asteroides no sistema solar, é o terceiro corpo planetário além de Mercúrio e da Lua, onde o gelo foi detectado nas regiões polares.
Um oceano no subsolo poderia abrigar formas de vida bizarras. Credito: Nature Video
Embora a luz solar banhe parcialmente os polos do planeta anão, ele nunca fica quente o suficiente, mantendo a temperatura em sua superfície por volta de -150 ºC, agindo como uma verdadeira “armadilha gelada”.
Os especialistas sugerem que as “regiões negras” destas latitudes representam aproximadamente 2.129 quilômetros quadrados da superfície de Ceres.
Carol Raymond, cientista líder do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, disse via Reuters:
Ao encontramos corpos que eram ricos em água no passado distante, podemos descobrir pistas de onde a vida possa ter existido no início de sistema solar.
Recentemente, pesquisadores do Instituto Max Planck para a Pesquisa do Sistema Solar analisaram imagens de crateras na região do polo norte de Ceres, obtidas pela sonda Dawn da NASA, e identificaram locais de sombras perpétuas em pelo menos 634 crateras, das quais somente 10 tinham as “manchas brilhantes” refletindo altos níveis de luz solar.
Ao estudarem os comprimentos de onda de luz refletida destas áreas – por espectroscopia – os cientistas identificaram que as superfícies refletivas continham água gelada.
Embora a água esteja associada à vida na Terra, Thomas Platz, um dos principais investigadores, ainda está cético de que este poderia ser o caso com Ceres. Platz disse:
É bem frio nessas sombras permanentes – aproximadamente 60 Kelvin [menos 231 Celsius]. No presente momento não vejo como a vida pode se formar em tais lugares.
Ainda é incerto o quanto de gelo estas crateras de Ceres poderiam conter “porque é difícil mensurar as regiões nas sombras”, disse Platz. Ainda, “o depósito de gelo em pelo menos uma cratera parece ser bem espesso, talvez com metros de espessura”.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/20/vida-alienigena-pode-existirem-ceres/

Grupo lança com sucesso protótipo da primeira missão lunar brasileira !

Sonda Gatarea
Sonda Garatéia I, lançada no dia 14 de Maio de 2016.

Este foi o segundo teste da missão Garatéa e teve como objetivo testar os componentes da primeira missão lunar brasileira, que será lançada em 2020. O teste foi feito com balão de grande altitude e levou à estratosfera equipamentos e colônias de microrganismos.
Batizada de Garatéa II, a sonda é o segundo lançamento feito pelo grupo Zenith, da Escola de Engenharia de São Carlos, SP, e serviu para testar partes das tecnologias que serão empregadas em 2020, quando a sonda Garatéa L for lançada em direção à Lua a bordo de um foguete do tipo PSLV.
Experimentos

A Garatéa II subiu acoplada a um balão científico e levou uma série de experimentos a um a altitude de até 30 km, onde a pressão atmosférica é um centésimo da encontrada ao nível do mar e a camada de ozônio praticamente já não existe e os raios ultravioletas quase não são mais bloqueados.
“É um ambiente muito parecido com o encontrado na superfície de Marte”, disse o coordenador do projeto, Fabio Rodrigues, coordenador da equipe científica, ligado ao Instituto de Química da Universidade de São Paulo.
O experimento embarcado expôs a condições extremas diversas colônias de microrganismos e moléculas de interesse biológico, na esperança de entender os efeitos sobre a vida e então verificar a viabilidade de atividade biológica em ambientes extraterrestres.

Inédito

O experimento biológico é inédito em todo o mundo e será embarcado na sonda Garatéa-L, que entrará na orbita da Lua em 2010.
Além das colônias de bactérias, a missão Garatéa-L também contará com um experimento que testará os efeitos do inóspito ambiente cislunar sobre o tecido humano e uma câmera que fará observações da região do polo Sul da Lua.

Fonte: http://www.apolo11.com/espaco_brasil.php?titulo=Sucesso!_Grupo_lanca_prototipo_da_primeira_missao_lunar_brasileira&posic=dat_20161220-090702.inc

Lixo espacial de origem desconhecida abre cratera na China !

Lixo espacial China
A pequena cratera, provavelmente causada por lixo espacial, ficou em chamas. 

Fragmentos de metal encontrados ao redor de uma pequena cratera em chamas, estão sendo investigados após um misterioso objeto ter caído do céu.
O estranho objeto atingiu o topo de uma montanha, causando um grande estrondo no remoto vilarejo de Zhangjiapan, na província Shaanxi, China.
Os moradores correram até o local para investigar e encontraram uma cratera em chamas e pedaços de metal ao seu redor, levando a especulação de que um OVNI ou lixo espacial feito pelo próprio homem caiu à Terra.
lixo espacial China
Algumas pessoas pensaram que se tratava de uma nave alienígena.

A cratera tinha somente 1 metro por 50 centímetros em tamanho.
Pedaços de metal, os quais a polícia acredita podem ter causado a cratera, foram encontrados em três locais longe da cratera.
Um desses pedaços eram um anel de metal grande, o qual tinha letras e números visíveis.
Há relatos de que o objeto atingiu também o teto de uma casa.
Lixo espacial China
O anel metálico tinha letras e números gravados nele, o que prova ser de origem mundana (a não ser é claro que os ETs adotaram nossa escrita

O incidente ocorreu em 12 de dezembro e os especialistas estão testando as peças de metal para tentar determinar sua origem.
Um vídeo feito por uma das testemunhas foi publicado no YouTube e nele nada pode ser visto dentro da cratera em chamas.
Um morador local chamado Sr. Zhang disse à HSW.cn que houve um ‘ruído grave’ no céu por volta das 13h00. Ele disse que após ter escutado o ruído viu algo caindo rapidamente em direção às montanhas. Ele ainda disse:
Ele fez um ruído alto quando atingiu o solo. Então começou a queimar. A grama seca ao redor rapidamente ficou em chamas.
As especulações online foram abundantes.
De qualquer forma, é certo que a origem do objeto é humana, pois um dos pedaços de metal encontrados tinha números e gravados.
Veja o vídeo da reportagem que foi ao ar na China:

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/18/lixo-espacial-china/






sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Existe um lugar melhor que Marte para a colonização espacial humana !

colonização espacial em Titã
Se você pensa em colonização espacial, você acaba sempre pensando em Marte. Há uma enorme presença da imprensa sugerindo que esse é melhor e inevitável lugar para a humanidade começar com sua exploração.
A tecnologia não é mais um problema tão grande e embora ainda não estejamos lá, os voos espaciais até Marte têm sido executados ‘no papel’.
Mas seria esta a melhor opção dentro do nosso sistema solar? Se você fizer uma varredura nas publicações liberadas por verdadeiros pesquisadores, desde o Scientific American até o Space.com, Marte de repente perde sua atratividade e até mesmo a Lua parece se tornar uma má ideia para se viver.
Ao invés disso, deveríamos olhar por algo que é mais apropriado para o nosso corpo e, ainda mais importante, nosso DNA. Tendemos a esquecer que trabalho maravilhoso nossa atmosfera faz em nos proteger do Sol e dos efeitos adversos que de outra forma invadiriam os nossos corpos, fritando nosso DNA além da possibilidade de reparo. O Scientific American até mesmo fala de “dano cerebral” como resultado de exposição aos raios cósmicos.
Para colocar em perspectiva a colonização e a importância da proteção fornecida por uma atmosfera, você só tem que perceber que humanos precisam literalmente cavar profundamente em Marte. Claro, Marte tem uma atmosfera, mas ela não é robusta, nem persistente o suficiente, e qualquer colono deveria estar vivendo a uns 2,7 metros abaixo da superfície para estar seguro.
Se você acha que uma colônia na Lua seria melhor por sua relativa proximidade à Terra, você ficaria surpreso em saber exatamente o oposto. Devido a quase inexistência de sua atmosfera, seria extremamente necessário a construção de instalações subterrâneas na Lua. O assentamento na Lua deveria ser mais profundo do que o de Marte, a aproximadamente 4 metros.
Mas há um lugar melhor lá fora e este é chamado de Titã. Além de seu nome legal e a possibilidade de ficar olhando os anéis de Saturno, Titã possui uma atmosfera que é cinquenta por cento mais espessa do que a nossa.
Titã, a maior lua de Saturno, possui paisagens similares às da Terra.
O Scientific American objetivamente concluiu que:
Faz muito frio em Titã, -180ºC, mas graças à sua espessa atmosfera, os moradores não precisariam de roupas pressurizadas – Somente roupas quentes e respiradores. A habitação poderia ser feita a partir do plástico produzido dos recursos ilimitados em sua superfície, e poderia consistir de cúpulas infladas com oxigênio e nitrogênio mornos. A facilidade de construção permitiria grandes espaços internos.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/16/colonizacao-espacial/


Meteoros causados por asteroide são ofuscados pela lua cheia !

Super Lua e Chuva de Meteoros Geminidea
Chuva de meteoros Geminídea ofuscada pela última super lua de perigel de 2016. Crédito: Wang Letian.

Originada no misterioso asteroide 3200 Phaethon, a chuva de meteoros geminidas passou totalmente despercebida, ofuscada pelo forte brilho da última Lua cheia de perigeu do ano. Ainda assim rendeu belas imagens, feitas com técnicas de superexposição fotográfica.
Viajando relativamente devagar, a cerca de 35 quilômetros por segundo, os milhares de fragmentos de poeira do misterioso asteroide 3200 Phaethon produzem anualmente uma das mais belas chuvas de meteoros do firmamento. Com pico entre 13 e 14 de dezembro, os geminídeos, como são chamados os fragmentos, estão aumentando a cada ano e atualmente produzem cerca de 20 a 160 meteoros por hora.
A chuva de 2016 não foi diferente e milhares de grãos de poeira romperam a atmosfera da Terra, incandescendo a 334 km de altitude. Em condições normais, estes fragmentos produziriam persistentes rastos de fogo, mas a presença da Lua impediu a boa visibilidade do evento.

Registro Fotográfico

Nesta cena podemos ver quatro desses fragmentos rompendo o céu acima das águas do reservatório de Miyun, a nordeste de Pequim, na China. Para obter o registro, o astrônomo amador Wang Letian fez diversos registros de longa exposição durante várias horas, sobrepondo apenas os registros dos meteoros para um resultado final.
Devido ao método fotográfico utilizado, uma segunda imagem da Lua aparece como um fantasma ao lado imagem real, fortemente carregada em brilho em consequência da superexposição fotográfica.
Ao fundo, acima no horizonte vemos a constelação de Orion, tão conhecida de nós brasileiros.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Meteoros_causados_por_asteroide_sao_ofuscados_pela_Lua_cheia&posic=dat_20161216-093444.inc

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Descobertos lagos ocultos na Antártida !

Um estudo publicado na revista "Nature Climate Change" revela a descoberta de um lago no interior de uma cratera de três quilómetros, na zona oriental da Antártida, uma das zonas mais frias do continente. Tudo indica que se esteja diante de mais um dos efeitos das alterações climáticas.

Segundo os investigadores da Universidade de Utrecht e Lovaina, debaixo da camada de gelo foi detetada uma fenda de um moinho glaciar, um fenómeno que apanhou de surpresa a equipa, uma vez que os moinhos glaciares não eram conhecidos na região. Será dessa brecha, concluíram, que a água derretida se dirigirá ao oceano.

E este não foi o único lago identificado na Antártida. A pesquisa conseguiu descobrir outros na zona mais a este. Em todos os casos, os achados são associados aos efeitos do aquecimento global.

O estudo considera que as alterações climáticas estão a provocar ventos fortes e persistentes em algumas zonas da Antártida e que estes são responsáveis pelo transporte de ar quente e seco, razão do arrastamento da neve, deixando depois os locais a descoberto.

Os cientistas temem que as camadas de gelo terrestre derretam. Se tal acontecer, o nível do mar sobe e as zonas costeiras podem ser engolidas.

Fonte: http://www.jn.pt/mundo/interior/lagos-ocultos-na-antartida-5553993.html

Meteorito cai no sul da espanha e faz a terra tremer !

Moradores e turistas do sul da Espanha sentiram a terra tremer depois que um meteorito caiu na noite de domingo.

O meteorito atingiu a região Costa Del Sol, no sul da Espanha, a uma velocidade de 72.000 quilômetros por hora.

Pessoas viram ele às 11h25 quando perceberam a luz que primeiro iluminou o céu e depois "fez a terra tremer" quando bateu no chão, assemelhando-se a um pequeno terremoto. O tremor, no entanto, pode ter ocorrido devido a um boom sônico.

Observatórios em Almeria, Toledo, Granada e Sevilha informaram sobre a luz do meteorito que começou a queimar-se, uma vez que atingiu a atmosfera.

A Terra também passou pela chuva de meteoros Geminid, que ocorre todos os anos em dezembro.


Fonte: http://www.painelglobal.com.br/talk/destaque.php?id=dat_20161214-213816.inc

Pesquisadores encontram cristais ‘impossíveis’ em meteorito !

É como se o cristal tivesse sido fabricado artificialmente. O cristal apresenta uma simetria não encontrada naturalmente, chamada de simetria icosaédrica. O cristal veio do espaço. Especialistas dizem que ele apresenta características excepcionais de resistência.
Os investigadores encontraram um tipo fascinante e anormal de cristal, que acreditava-se ser impossível de existir, num pedaço de meteorito que caiu na Sibéria, Rússia.
O cristal tem uma estrutura anormal e repetitiva. Os especialistas acreditam que os assim chamados ‘quasicristais’ poderiam somente ter sido feitos artificialmente. Porém, a descoberta marca a terceira delas em materiais nos quais acredita-se terem sido formados naturalmente.
A pesquisa foi publicada na Scientific Reports. O objeto foi analisado por cientistas da Universidade de Florença, Caltech e Princeton.
Os cientistas encontraram a pequena amostra – somente alguns micrômetros de largura – após estudarem com um microscópio de elétrons o meteorito que caiu na Sibéria. Eles concluíram que o quasicristal apresenta um tipo de característica nunca antes encontrada, chamada de simetria icosaédrica.

O cristal oferece 60 pontos de simetria de rotação, composto de alumínio, cobre e ferro.
‘Quasicristais’ é a abreviatura para cristais quasi-periódicos. Eles desafiam as regras simétricas que definem cristais – eles são ordenados, mas não periódicos.

Paul Steinhardt, da Universidade de Princeton disse:

O que é encorajador, é que já encontramos três diferentes tipos de quasicristais no mesmo meteorito, e este novo tem uma composição química que nunca foi vista em um quasicristal.
Patricia Thiel, uma química e especialista em ciência de materiais da Universidade Estadual de Iowa (EUA), disse:
Se você quer cobrir o piso de seu banheiro, seus ladrilhos podem ser retângulos ou triângulos ou quadrados ou hexágonos. Qualquer outra forma simples não funcionará, porque deixará uma fresta. Num quasicristal, imagine que os átomos são os pontos dos objetos que você está usado.
Os primeiros quasicristais que ocorrem naturalmente foram descobertos no início dos anos 2.000, após um especialista ter tentado fabricá-los por anos.
Como detalhado na Princeton.edu, os quasicristais são minerais sólidos que parecem bem normais por fora e suas estruturas internas os tornam fascinantes para os cientistas. Ao invés de repetir regularmente os agrupamentos de átomos, como é visto na maioria dos cristais, os quasicristais contêm uma distribuição atômica sutil e intricada, envolvendo dois ou mais grupos que se repetem. Como resultado, átomos de quasicristais podem ser distribuídos em formas que não são comumente encontradas em cristais, tais como um formato icosaédrico de 20 lados, com a simetria de uma bola de futebol.

O Dr. Bindi, que liderou o estudo, disse:

Os quasicristais são uma forma peculiar de sólidos, na qual os átomos são colocados em estruturas não periódicas. Até poucos anos atrás, pensava-se que estes compostos poderiam somente ser artificiais.
Especialistas da Caltech descobriram no início deste ano um mecanismo de como os quasicristais se formam no espaço. O Professor Paul Asimow acredita que a “impossível” estrutura pode estar sendo criada através de um ciclo de compressão, calor, descompressão e resfriamento.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/15/pesquisadores-encontram-cristais-impossiveis-em-meteorito/


Jipe-sonda descobre que Marte pode estar coberto de matéria orgânica !

Uma nova análise do rover Curiosity, da NASA, mostrou que o planeta vermelho provavelmente está repleto de orgânicos.
“Estou convencida de que substâncias orgânicas estão por todo Marte”, disse Jennifer Eigenbrode, biogeoquímica e geóloga do Goddard Space Flight Center da NASA.

Orgânicos

Curiosity aterrissou em Marte há quatro anos para explorar uma montanha de sedimentos no centro de uma cratera de 150 km de largura.
O veículo rapidamente realizou o objetivo principal de sua missão, que era determinar se Marte já teve os ingredientes químicos e ambientes adequados para apoiar a vida microbiana.
Com a forte evidência de que o planeta realmente foi habitável em algum momento de seu passado – e ainda pode ser hoje -, os cientistas começaram a usar o rover para aprender mais sobre possíveis nichos para a vida marciana.
Uma parte fundamental da pesquisa se concentrou em orgânicos, uma busca que levou à surpreendente descoberta de que a matéria orgânica pode ser amplamente distribuída em Marte.

Habitando Marte

Os cientistas não sabem a origem dos orgânicos, nem como o material conseguiu sobreviver no ambiente radioativo de Marte. Ele foi encontrado em amostras perfuradas de rochas, analisadas quimicamente.
Seja de origem biológica ou geológica, uma rica oferta de substâncias orgânicas tem implicações não só na busca de formas de vida antigas, mas também no apoio a futuros empreendimentos em Marte, como a agricultura.
“Essa matéria orgânica poderia ser realmente importante. A porta está aberta a um potencial de habitabilidade expandido”, afirmou Eigenbrode.

Mais notícias boas

Em uma pesquisa relacionada, o geólogo do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos EUA, John Grotzinger, disse que Curiosity encontrou vários exemplos de minerais ígneos primários sendo alterados.
“O que isso está nos dizendo é que aquela bacia sedimentar é um reator químico, que esses minerais ígneos primários estão sendo convertidos sob diferentes circunstâncias químicas em diferentes minerais”, afirmou. “Não temos certeza do que isso significa, mas é muito interessante para a habitabilidade”.
A equipe do Curiosity também fez progressos na localização de possíveis tipos de rochas que poderiam preservar evidências de vidas passadas. A descoberta mais promissora, de acordo com Grotzinger, tem sido uma rocha rica em sílica que é quimicamente semelhante às primeiras rochas na Terra que continham células fósseis.
Conforme Curiosity escalou o Monte Sharp, também descobriu concentrações cada vez mais enriquecidas de boro dentro de fraturas de rocha. Na Terra, o boro está ligado à formação de ribose, um componente-chave do RNA.
“Ainda não encontramos minerais que contenham boro, por isso precisamos ser cautelosos com isso, mas é muito empolgante”, disse Grotzinger. [Seeker]

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/15/jipe-sonda-descobre-que-marte-pode-estar-coberto-de-materia-organica/


quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Astrofisico afirma que Estrela de Belém era um alinhamento planetário !

Professor de Astrofísica investigou o assunto por mais de 10 anos
De acordo com o Novo Testamento, os magos saíram do Oriente para visitarem o rei que nascia após detectarem nos céus uma estrela de brilho raro. Conhecida como “Estrela de Belém”, ela apareceu no céu e indicou o local onde estava do recém-nascido Jesus.
Contudo, após mais de 10 anos de estudo, Grant Mathews, professor de Astrofísica Teórica e Cosmologia no Departamento de Física da Universidade de Notre Dame, acredita que o que foi descrito como uma estrela na verdade era um raro alinhamento planetário.
O professor não quer dizer com isso que a Bíblia esteja errada, apenas que a percepção do povo que descreveu o evento é diferente do que realmente acontecia no céu. A nova pesquisa divulgada por ele mostra como estiveram envolvidos o Sol, a Lua, os planetas Júpiter e Saturno, além da constelação de Áries.
Ele analisou registros históricos, bíblicos e astronômicos – que nada tem a ver com astrologia – para constatar que no ano 6. a.C. realmente houve uma rara formação planetária.
“Astrônomos, historiadores e teólogos ponderaram sobre a questão da chamada ‘Estrela de Natal’. Questionavam onde e quando ela apareceu; como realmente era e porque, entre os bilhões de estrelas no céu, qual teria brilhado intensamente naquele dia”, sublinha Mathews em nota. “Usamos a astrofísica moderna para tentar explicar um dos maiores eventos astronômicos da História”, justifica.
O fato dele ter conseguido demonstrar que isso ocorreu no ano seis a.C. apenas fortalece a narrativa bíblica, pois a data está dentro do período que os teólogos acreditam ter sido o nascimento de Jesus. A data é imprecisa por que o calendário adotado na Idade Média era baseado em uma perspectiva hoje considerada equivocada.
Durante esse alinhamento específico, explica Mathews, o Sol, a Lua, Júpiter e Saturno estavam na constelação de Áries. Naquele ano, o sol passou pela constelação por volta de 20 de março. Era o Equinócio vernal, data que marca o início da primavera no hemisfério norte, quando o dia e a noite têm a mesma duração.
Segundo antigas tradições do povo judeu, cada elemento do céu possui um simbolismo. Para os magos, a presença de Júpiter e da lua significavam o nascimento de um rei com um destino especial, o Messias. Saturno sobre Áries durante o Equinócio era o símbolo de vida.
O alinhamento ocorreu sobre Áries, símbolo da terra de Israel, por isso eles foram até sua capital, Jerusalém. “Os Magos teriam visto a luz no Leste e reconhecido que isso simbolizava um nascimento real na Judeia”, sublinha Matthews, que está trabalhando em um livro onde esmiuçará todos esses anos de estudo sobre o assunto.
De acordo com o astrônomo, que fez diversas simulações, esse alinhamento é um evento extremamente raro e só poderia ser visto novamente em milhares de anos. Mesmo se ocorresse, o equinócio vernal não estaria em Áries. Segundo seus cálculos, que chegam a 500 mil anos no futuro, o pesquisador confirma que nenhum alinhamento como o da Estrela de Belém poderia ser encontrado, o que faz dele um evento único.
Outros astrônomos e estudiosos já propuseram teorias sobre o fenômeno no passado. Afirmaram que seria um cometa, a junção do brilho de dois planetas, um meteoro ou a passagem da lua em frente de Júpiter. A maioria desses explicações não estavam de acordo com a percepção do antigo Oriente Médio, onde, por exemplo, o cometa era um símbolo de mau agouro, mais associado com a morte de um rei do que com o nascimento de um.
Conforme o astrofísico cristão Jason Lisle, que já escreveu sobre o assunto no site criacionista Answers in Genesis: “É perfeitamente aceitável que Deus tenha usado um fenômeno celestial para anunciar o nascimento de Cristo, afinal ‘Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos (Salmos 19:1).” Com informações Christian Headlines

Fonte: http://portugalmisterioso.blogspot.pt/


segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Poderoso ciclone tropical Vardah atinge a costa leste da Índia !

Ciclone Tropical Vardah
Ciclone Tropical Vardah, visto pelo satélite Terra em 11 de dezembro de 2016.

Uma semana depois de provocar chuvas intensas e matar 14 pessoas no sul da Tailândia, o ciclone tropical Vardah atinge com força total a costa leste da Índia. Mais de sete mil pessoas já foram evacuadas.

A imagem vista neste artigo foi registrada no domingo, 11 de dezembro de 2016 e retrata o ciclone tropical Vardah agindo sobre o golfo de Bengala, antes de tocar o continente asiático na altura de Chennai, na Índia. O golfo de Bengala é o maior golfo do mundo, localizado na parte nordeste do oceano Índico.

A cena foi captada através do instrumento MODIS, a bordo do satélite de sensoriamento remoto Terra, da Nasa e revela um o gigantesco sistema ciclônico Vardah atuando ao norte do Sri Lanka e oeste da Índia, com ventos sustentados de 140 km/h e rajadas de até 170 km/h.

Ventos muito intensos já afetam o sul do estado de Andhra Pradesh e a parte setentrional de Tamil Nadu, onde cerca de 7400 pessoas já foram evacuadas.

Em 1999, um ciclone similar a Vardah deixou 10 mil mortos na região de Orissa.

Fonte: http://www.apolo11.com/temporada_de_furacoes.php?titulo=Poderoso_ciclone_tropical_Vardah_atinge_a_costa_leste_da_India&posic=dat_20161212-102327.inc

 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Cientistas confirmam que os dias estão cada vez mais longos !

Persitancia da Memoria, de Salvador Dali
Utilizando modelos gravitacionais e observações de eclipses ao longo dos séculos, os pesquisadores concluíram que a Terra está girando mais devagar do que estimado anteriormente, mas nada tão significativo a ponto de causar preocupação.
O estudo foi feito por cientistas britânicos e publicado na Proceedings of the Royal Society e mostrou que a Terra está girando 1,8 milissegundo mais devagar a cada século, mais lento que os 2,3 milissegundos estimado em estudos anteriores.
Com os novos valores, levará cerca de 3,3 milhões de anos para ganharmos um minuto.
"Este é um processo muito lento", disse Leslie Morrison, ligado Observatório Real de Greenwich e um dos autores do trabalho.
Segundo o pesquisador, essas estimativas são aproximadas, já que as forças geofísicas que atuam sobre a rotação da Terra não são necessariamente constantes após um longo período de tempo.
Para chegar a esse valor, Morrison e sua equipe usaram modelos gravitacionais de movimento de translação da Terra ao redor do Sol e também da translação da Lua ao redor da Terra. Os resultados revelaram o tempo dos eclipses solares e lunares ao longo dos séculos.
A partir desses dados, a equipe calculou onde na Terra os eclipses teriam sido visíveis e compararam isso com observações de eclipses registradas pelos antigos babilônios, chineses, gregos, árabes e europeus medievais.
Um desses documentos são tábuas babilônicas gravadas na escrita cuneiforme, conservadas no Museu Britânico e decodificadas por especialistas de várias partes do mundo.
"Nós obtivemos registros fantásticos de historiadores e tradutores de textos antigos", explicou Morrison.
O estudo revelou discrepâncias bastante significativas entre onde os eclipses deveriam ter sido observados e onde de fato eles foram vistos.
A discrepância obtida é uma medida de como a rotação da Terra está variando desde 720 A.C, quando as civilizações antigas começaram a guardar os registros sobre os eclipses.

Consequências

Embora a variação encontrada não seja tão grande do ponto de vista da percepção humana, na realidade é impossível percebê-la, ela não pode ser descartada.
Se confirmada em estudos futuros, a variação anual de 18 microssegundos deverá ser levada em consideração nos cálculos feitos por GPS, colaborando na melhoria da precisão posicional de objetos, tarefa que será cada vez mais exigida nos próximos anos.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Cientistas_confirmam_os_dias_estao_cada_vez_mais_longos&posic=dat_20161208-092709.inc

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Ponto luminoso muito forte chama a atenção no céu nocturno !

Planeta Venus
O planeta Vênus pode ser encontrado no quadrante oeste, mesmo com o céu ainda claro, nos primeiros dias de dezembro de 2016


Nos últimos dias, um interessante objeto luminoso está claramente visível no céu noturno, mas pode ser observado mesmo com o firmamento ainda claro, próximo ao entardecer. O que seria essa luz que chama tanto a atenção e brilha tão forte quanto um farol celeste?

Antes que os mais afoitos digam que se trata de uma nova estrela ou então de alguma coisa inexplicável, informamos que esse ponto super luminoso existe desde a formação do Sistema Solar e não é nem um pouco desconhecido. Trata-se do planeta Vênus, que está em seu período de máxima elongação oriental.

Quando isso acontece, a distância angular entre Vênus e o Sol é muito grande e faz com que que o planeta nasça e se ponha depois do Sol, permitindo que seja observado com muita facilidade nos finais de tarde.

Atualmente, Vênus está a 141 milhões de km da Terra e com 70% do seu disco visível. Se observado através de um pequeno telescópio ou luneta, se parecerá como uma mini lua crescente.

Se você ainda não viu Vênus reluzindo tanto, esse é o momento. É só olhar pra cima no final da tarde. Aquele ponto super luminoso é Vênus, no espaço há 4.5 bihões de anos.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Ponto_luminoso_muito_forte_chama_a_atencao_no_ceu_noturno&posic=dat_20161207-092214.inc

Vida extraterrestre pode existir nas nuvens de estrelas ‘anãs marrom’ !

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À medida que procuramos por vida extraterrestre, questões sobre onde ela poderia viver e como ela é são importantes nessa procura. Agora os cientistas propõem um possível novo lugar para procurar.
Anãs marrom são corpos celestes, algo entre planetas e estrelas, com tamanho que poderiam ser duas vezes maiores do que Júpiter. Um novo estudo propõem que poderia existir vida alienígena nas camadas superiores das atmosferas de anãs marrom, cujas temperaturas e pressões são similares às da Terra.
O que os pesquisadores da Universidade de Edinburgo, na Escócia, pensam ser possível, está relacionada à natureza das anãs marrom, que foram descobertas em 2011. Estas ‘estrelas fracassadas’ escuras são basicamente como estrelas normais, mas sem a massa para entrar em ignição. Isto cria as condições de temperatura em suas atmosferas que poderiam ser consideradas habitáveis para a vida, aumentadas também pela presença de ingredientes chave, como o carbono, o hidrogênio e o oxigênio.
“Você não precisa necessariamente ter um planeta terrestre com uma superfície”, disse o líder do estudo, Jack Yates, um cientista planetário da Universidade de Edinburgo, para a revista Science.
Antes de você ficar muito empolgado, esta vida é provavelmente microbiana, já que esse tipo de organismo é mais provável de sobreviver na atmosfera que é pela maior parte hidrogênio. Os cientistas admitem algum potencial de que criaturas mais pesadas possam existir lá também, dependendo de ventos favoráveis.
Para chegarem à esta hipótese, os cientistas se basearam no trabalho de Carl Sagan, o qual propôs em 1976 que poderiam existir ecossistemas energizados pela luz solar, os quais evoluiriam na atmosfera superior de Júpiter. Os pesquisadores também consideraram a descoberta em 2013 de uma anã marrom, a WISE 0855-0714, que parece ter nuvens de água.
Aproximadamente uma dúzia de anãs frias foram encontradas até agora, devendo haver aproximadamente 10 dentro da distância de 30 anos-luz da Terra, de acordo com cálculos. Elas também serão estudadas pelo Telescópio Espacial James Webb, que entrará em operação em 2018, e será especialmente sensível às anãs marrons.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/07/vida-extraterrestre-pode-existir-nas-nuvens-de-estrelas-anas-marrom/

5 mistérios sobre a Lua que a ciência não pode explicar !

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Com o diâmetro de aproximadamente 3.476 quilômetros, a Lua tem um quarto do tamanho da Terra, todas as outras luas no sistema solar orbitam ao redor da linha do equador de seus planetas, nossa Lua não, e há rochas lunares que contêm metais processados, tais como latão, mica, e urânio 236 e Neptunio 237.
Colocado de forma simples, a Lua é um dos objetos mais misteriosos do nosso sistema solar. Ela é considerada um corpo celeste ‘estranho’ devido às suas numerosas qualidades, as quais os cientistas são incapazes de explicar, e devido ao fato de que ela é um astro único no sistema solar, incomparável com qualquer outra lua até hoje encontrada.
De fato, a Lua é tão única que o Dr. Robert Jastrow, o primeiro presidente da Comissão de Exploração Lunar da NASA a chamou de “Pedra de Rosetta dos Planetas”.
Para se ter uma ideia de quão estranha a Lua é, somente temos que ler uma citação por Robin Brett, cientista da NASA, o qual declarou:
Parece ser mais fácil explicar a não existência da Lua, do que a sua existência.
Mas o que torna a Lua tão estranha?
Ela é grande. Na verdade, é enorme. Com um diâmetro de 3.476 quilômetros, exceto por Caronte, lua de Plutão, ela tem a maior proporção conhecida comparando uma lua e seu planeta, entre os numerosos objetos do nosso sistema solar.
Nosso satélite natural tem uma órbita estranha tão única, que os cientistas não foram capazes de descobrir outra igual no sistema solar. Acontece que todas as outras luas do nosso sistema solar orbitam ao redor do equador de seus planetas. Nossa Lua não o faz, e orbita a Terra numa inclinação de cinco graus. A Lua tem altitude, velocidade e trajeto precisos, permitindo-a ‘funcionar’ de forma apropriada em relação à Terra. Colocado de forma simples, a Lua não deveria estar onde está.
A Lua é quase uma Terra. A composição de nosso satélite natural é similar à da Terra, diferentemente de outras luas, que são claramente diferentes de seus planetas.
Se os detalhes acima não chamaram sua atenção, então há mais.
Há algumas rochas lunares que contêm metais processados, tais como o latão, a mica e Urânio 236, e Neptunio 237. Estes elementos nunca foram encontrados de forma natural. O Urânio 236 é um lixo nuclear radioativo que é encontrado em descartes nucleares e urânio reprocessado. Ainda mais interessante, o Neptunium 37 é um elemento metálico radioativo e um sub-produto de reatores nucleares e da produção de Plutônio.
Estas misteriosas características lunares levaram a Mikhail Vasin e Alexander Shcerbakov, da Academia Soviética de Ciências, escreverem um artigo na década de 1970 sobre a Lua, chamado “Seria a Lua uma Criação da Inteligência Alienígena?”
Além disso, o Dr. Harold Urey, vencedor do Prêmio Nobel de Química, disse que estava “terrivelmente intrigado pelas rochas que os astronautas encontraram na Lua, e seu conteúdo de Titânio. As amostras eram inimagináveis e magníficas…”
Em outras palavras, nossa Lua não compartilha quaisquer características com outras luas encontradas em nosso Sistema Solar. Se isso não for estranho o suficiente, considere que a partir de qualquer ponto na superfície do nosso planeta, uma única face da Lua é visível.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/07/5-misterios-sobre-a-lua-que-a-ciencia-nao-pode-explicar/

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

O espectacular e misterioso aquecimento da coroa solar !

Coroa solar vista durante eclipse total
Que a superfície do Sol é uma fornalha ninguém duvida. O problema é que, estranhamente, quanto mais longe dela em direção ao espaço, mais a temperatura aumenta, podendo chegar a mais de 20 milhões de graus. Até hoje, ninguém sabe ao certo porque isso acontece.
Como se sabe, a temperatura da superfície visível do Sol - chamada fotosfera - é de aproximadamente 5.5 mil graus Celsius. É nessa região que se desenvolvem as chamadas manchas solares, que algumas vezes explodem e lançam ao espaço bilhões de toneladas de gás incandescente. Nesta forma o gás é chamado plasma.
Até cerca de 500 km acima da superfície a temperatura baixa ligeiramente até atingir 4500 graus, mas a partir daí a temperatura começa a aumentar. Acima dessa região temos a cromosfera, com 2 mil km de espessura e cuja temperatura pode chegar até 20 mil graus em seu topo. E seguida vem a Coroa Solar.
A coroa solar, também chamada de "corona solar", é aquela região que conseguimos ver quando presenciamos um eclipse total do Sol. Ela se estende além da órbita de Mercúrio e sua temperatura média é de 2 milhões de graus, mas pode chegar a mais de 20 milhões de graus em suas camadas mais quentes. É na corona que os ventos solares se formam.

Mistério da Coroa Solar

Até hoje, não se sabe por que a temperatura da coroa solar é tão mais alta que a superfície da estrela e segundo o astrofísico Bart De Pontieu, ligado ao Lockheed Martin Solar & Astrophysics Laboratory, “o problema envolve uma enorme variedade de processos físicos muito complexos, que dificultam as medidas diretas ou a solução em modelos teóricos".
Entretanto, a maioria dos pesquisadores concorda que a coroa é provavelmente aquecida por diversas maneiras diferentes. Por exemplo, ondas de plasma vindas da superfície Sol podem subir até a coroa e explodir, depositando ali sua energia. Ao mesmo tempo, "bombas de calor" poderiam se formar naquela região, quando campos magnéticos se entrecruzam e realinham, explodindo como pequenos flares solares.
No entanto, uma das grandes questões é saber se a coroa é aquecida em todos os lugares de uma só vez ou o calor é entregue em eventos discretos, tipo mini bombas.

Novos Estudos

Recentemente, novos dados fornecidos pelo satélite de observação solar IRIS, da NASA, revelaram evidências de eventos explosivos discretos, que de acordo com Paola Testa, do Centro Harvard-Smithonian para Astrofísica, é compatível com modelos desenvolvidos na Universidade de Oslo. Nestes modelos, o campo magnético solar interage na coroa e cria ali as mini bombas de calor responsáveis em parte pelo aquecimento.
Entretanto, Testa enfatiza que outros mecanismos de aquecimento também devem estar envolvidos e que novas observações poderiam ajudar a descobrir o quanto do aquecimento da coroa vem de eventos discretos de aquecimento.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=O_espetacular_e_misterioso_aquecimento_da_coroa_solar&posic=dat_20161205-092150.inc

domingo, 4 de dezembro de 2016

Telescópio muito mais poderoso do que o Hubble está quase pronto para ser lançado !

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Após 20 longos anos, a construção do Telescópio Espacial James Webb (sigla JWST) finalizou. Este empolgante feito na exploração espacial foi batizado em homenagem a James E. Webb, o segundo administrador da NASA.

O JWST é considerado o sucessor do Hubble e ajudará os cientistas a aprenderem muito mais sobre o Universo. Com uma área de coleta de imagens sete vezes maior que a do Hubble e a habilidade de coletar melhor a luz infravermelha, o JWST será capaz de enxergar objetos mais longe e com maior detalhes. 

Ser capaz de focar na luz infravermelha é uma grande parte das habilidades do telescópio. A Terra emite grandes quantidades de luz infravermelha e até mesmo o Hubble emite sua própria assinatura. Isto faz com que a habilidade do telescópio de captar luz infravermelha de outras fontes no cosmos seja comprometida. O JWST ira solucionar este problema, após ser enviado mais longe da Terra e operar à uma temperatura próxima do zero absoluto. Além disso, o telescópio orbitará a Terra numa região chamada Ponto Lagrange 2, que manterá a Terra e o Sol no mesmo lado do telescópio o tempo todo. Isto permitirá que os escudos de calor protejam o telescópio de qualquer calor vindo da Terra e do Sol. Também, a órbita manterá o telescópio fora da sombra da Terra, assim seu conjunto solar terá uma visada direta do Sol.

O resultado final é que os cientistas serão capazes de estudar planetas que estão se formando e analisar a atmosfera de exoplanetas, ajudando assim pela procura por vida e nossa compreensão do Universo.

Originalmente, era para o telescópio ter sido lançado em 2014, a um custo de 5 bilhões de dólares. Após alguns atrasos, o telescópio agora teve o custo de 8,7 bilhões de dólares e está agendado para ser lançado em 2018, à bordo do foguete Ariane 5 ECA. Este veículo de lançamento é a contribuição europeia para com este projeto.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/03/telescopio-muito-mais-poderoso-do-que-o-hubble-esta-quase-pronto-para-ser-lancado/

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Astronauta chines diz ter escutado “batidas estranhas no espaço !

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Astronauta chinês relatou algo estranho que ocorreu durante um voo espacial, levantando suspeitas pela comunidade OVNI de atividade alienígena. Yang Liwei, o primeiro astronauta da China, revelou numa entrevista recente ter escutado uma misteriosa ‘batida’ – como um martelo batendo num balde de lata, durante seu voo espacial em 2003.
O astronauta disse que ficou intrigado com o som que apareceu repentinamente, sem razão, reportou a agência de notícias Xinhua. “Uma situação não-casual que me deparei no espaço foi uma batida que aparecia de tempos em tempos”, disse Yang.
Ele ainda disse que “não vinha de fora, nem de dentro da nave espacial, mas soava como se alguém estivesse batendo no corpo da nave, bem como se bate num balde de metal com um martelo”.
Também foi reportado que o astronauta, que é general de divisão hoje, criou coragem e foi inspecionar a escotilha. Porém, ele não encontrou nada que possivelmente pudesse estar gerando o som.
O mais chocante é que não foi somente Yang que escutou o som. Astronautas das missões espaciais Shenzhou 6 e a Shenzhou 7 também escutaram o som, mas até mesmo eles falharam de encontrar uma explicação.
“Antes de entrar no espaço, eu disse a eles que o som é um fenômeno normal, assim não precisam se preocupar”, disse o Yang.
Yang não desistiu de encontrar a fonte do ruído e perguntou aos técnicos sobre o misterioso som uma vez que retornou à Terra. Ele até mesmo tentou explicar o som com instrumentos, porém disse que não pôde recriar ou escutar um som similar novamente.
Yang Liwei, que nasceu em 1965, foi a primeira pessoa enviada ao espaço pelo programa espacial chinês, em 2003.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/01/astronauta-chines-diz-ter-escutado-batidas-estranhas-no-espaco/

Nikola Tesla e os números 3, 6 e 9 - A chave secreta para a energia livre ?

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Embora muitas pessoas conectem Tesla com a eletricidade, a verdade é que as invenções dele iam muito além. De fato, ele fez descobertas inovadoras, tais como a comunicação sem fio, turbinas, helicópteros (embora foi Da Vinci o primeiro a ter a ideia), luzes fluorescente e de neon, torpedos e o raio-X entre outras. Quando morreu, Tesla tinha quase 700 patentes mundiais.
Além de suas inúmeras invenções e projetos futurísticos, Nikola Tesla também foi conhecido por sua excentricidade, tal como usar quartos de hotel cujos números fossem divisíveis por 3, limpar pratos com 18 guardanapos, ou andar ao redor de uma quadra 3 vezes antes de entrar num prédio, mas ninguém sabe exatamente a razão por detrás dos misteriosos comportamentos de Tesla.
Curiosamente, em numerosas ocasiões Tesla descreveu ter visto intensos clarões de luz, os quais eram seguidos por momentos de intensa criatividade e clareza.
Tesla era capaz de imaginar e ver uma invenção em sua mente durante um “momento de clareza”, quase com detalhe holográfico. Ele alegava que podia até mesmo ‘girar’ estas visões, desmontando-as peça a peça, e sabia exatamente como ele iria contruir essas invenções com base em suas experiências visionárias.
Além das várias outras equisitices, Nikola Tesla tinha calculado os pontos nodais ao redor do planeta – e eles provavelmente estavam ligados aos números 3, 6 e 9 – e Tesla alegava que estes números eram de extrema importância. Ele compreendia um fato fundamental, desconhecido de muitos, que é a linguagem universal da matemática; uma ciência descoberta pelo homem, não inventada por ele.
Tesla levou em consideração os padrões numéricos que ocorrem no Universo, tais como na formação de uma estrela, o desenvolvimento embriônico das células, e muitos outros que alguns chamam de “Plano de Deus” ou “Projeto de Deus”.
Há um sistema fundamental pelo qual a natureza parece reagir: “As Forças do Sistema Binário”, onde o padrão começa do um e continua dobrando os números.
Assim, células e embriões são desenvolvidas, por exemplo, seguindo os seguinte padrão: 1, 2, 4, 8, 16, 32, 64, 128, 256, etc.
Marko Rodin descobriu que dentro da assim chamada Matemática de Vértice (a ciência da anatomia do toro) está um padrão repetitivo: 1, 2, 4, 8, 7, 5, 1, 2, 4, 8, 7, 5, 1, 2, 4, e assim por diante, até o infinito.
Aqui, os números 3, 6 e 9 não existem e, de acordo com Rodin, isto é devido ao fato de que estes números representam um vetor da terceira e quarta dimensões, que é chamado de “campo de fluxo”.
Este campo é uma energia dimensional mais alta, a qual tem uma influência no circuito de energia dos outros seis números. Indo mais longe, Randy Powell, um aluno de Marko Rodin, diz que esta é a chave secreta da energia livre, que Tesla investigou até os últimos dias de sua vida.
Porém, se olharmos até mesmo além de Tesla, notaremos que independentemente da cultura, observamos que o número 3 tem sempre estado presente e é de extrema importância.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/02/nikola-tesla-e-os-numeros-3-6-e-9-chave-secreta-para-energia-livre/

O Instituto SETI pede ajuda para encontrar extraterrestres !

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Em anos recentes se tornou claro que planetas são comuns ao redor de estrelas em nossa Galáxia e que a soma de possíveis lares para a vida chegam aos bilhões. O número de civilizações que habitam a nossa Galáxia ainda é desconhecido, mas graças ao SETI@home qualquer pessoa pode procurar por essas civilizações usando seus computadores em casa ou com seus telefones celulares.  Mas o SETI@home ainda precisa de sua ajuda.
Tem sido um ano empolgante para o SETI@home. Além da nossa continuada procura por emissões de rádio por extraterrestres no rádio telescópio Arecibo, em Porto Rico, começamos a analisar os dados coletados pelo projeto Breakthrough Listen com o telescópio Green Bank, o maior radio telescópio completamente esterçável do mundo. Breakthrough Listen logo irá começar a coletar dados do rádio telescópio Parkes, o maior rádio telescópio esterçável do Hemisfério Sul, e o SETI@home poderá analisar estes dados.
Para fazer isto, o SETI@home precisa de duas coisas. Primeiro, precisamos de você, de seus amigos e familiares. A enchente atual de dados requer mais poder de processamento do que os voluntários do SETI@home atualmente fornecem. Por favor espalhe a informação sobre o SETI@home.  Segundo, o SETI@home precisa de financiamento para obter equipamento e desenvolver o software necessário para dar conta desta nova fonte de dados. O SETI@home só obteve um terço dos US$450.000 em financiamento que necessita para o ano vindouro. Se o SETI@home não conseguir alcançar esta meta financeira, a expansão para novos telescópios poderá não ser possível.

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/12/02/o-instituto-seti-pede-ajuda-para-encontrar-ets/

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Como a ciência usará a inteligência artificial para encontrar os extraterrestres !

Inteligência artificial procurando por extraterrestres
Para encontrar mundos habitáveis num mar de dados espaciais, precisamos de computadores que possam pensar rápido.
Astrônomos descobriram os primeiros planetas fora do nosso sistema solar no início da década de 1990. Desde então, os cientistas já catalogaram 3.400 desses exoplanetas. Agora eles querem determinar quais deles podem ser lares para a vida extraterrestre. Mas algumas vezes os pesquisadores passam dias, ou mesmo semanas, analisando um único exoplaneta.
Novos instrumentos, como o Telescópio Espacial James Webb, que será lançado em 2018, logo estará enviando para nós tantas informações que os cientistas não serão capazes de processá-las manualmente. Este acúmulo de dados reduzirá a velocidade, ou mesmo impedirá novas descobertas. É por isso que os pesquisadores da Universidade College London criaram o RobERt, uma inteligência artificial que pode fazer a varredura de dados do espaço profundo, procurando por sinais de planetas habitáveis, muito mais rapidamente do que os humanos poderiam.
Veja como: Os planetas refletem uma pequena fração da luz das estrelas próximas deles. À medida que a luz passa através da atmosfera, seus vários gases, ou são absorvidos, ou deixam a luz passar sob certos comprimentos de onda. Os cientistas na Terra podem usar esses espectros para determinar do que é feita a atmosfera de um planeta e, por sua vez, se ele pode abrigar a vida extraterrestre, ou possivelmente exploradores humanos no futuro.

RobERt – abreviatura para Robotic Exoplanet Recognition – pode analisar o espectro de um exoplaneta em segundos. Sua inteligência base vem de uma rede neural de ‘crença-aprofundada’ (sigla DBN em inglês), que trabalha de forma similar a como pensamos que um cérebro humano o faz: Ela filtra os dados através de camadas múltiplas de ‘neurônios’ de silicone, cada uma refinando os resultados cada vez mais, até que o sistema chegue naquilo que ele pensa ser a resposta certa – no caso do RobERt, quais gases estão presentes num dado espectro.
Como os cérebros humanos, DBNs aprendem por tentativa e erro. Assim, para treinar RobERt, os pesquisadores da UCL o mostraram mais de 85.000 espectros simulados. No final, RobERt acertou a mistura de gases em 99,7% das vezes, mesmo quando os pesquisadores intencionalmente o desafiaram com dados incompletos ou com jogos de dados com ruídos, diz Ingo Waldmann, pesquisador líder da equipe UCL.
A análise de dados rápida do RobERt poderia também trazer os cientistas mais próximos da compreensão de como os sistemas solares – inclusive o nosso – se formaram.
“Estamos bem no começo de compreendermos a formação dos planetas”, diz Waldmann. “A única forma que podemos fazer isto é através da observação de muitos exemplos em outros sistemas solares.” RobERt adicionará às nossas listas de sistemas conhecidos, servindo como um tipo de astrônomo teórico num pacote – uma ferramenta que a equipe da UCL pode exportar para agências espaciais, a fim de compararem suas observações de outros planetas contra a experiência acruada de RobERt. “Então talvez, se tivermos sorte, encontraremos um pequeno planeta habitável”, diz Waldmann. “Teremos que ter sorte, mas isto acontecerá.”

Fonte: http://ovnihoje.com/2016/11/26/inteligencia-artificial-encontrar-extraterrestres/

Nuvem misteriosa aparece sobre pequena cidade na Inglaterra !

Lobulos em Nuvens
Imagem de James Tromans, publicada no site "Cloud Appreciation Society". Crédito: cloudappreciationsociety.org

No início de novembro, uma formação peculiar de nuvens apareceu sobre uma pequena cidade da Inglaterra. A nuvem lembra um circulo adornado e foi comparada aos crop-circles, que vez por outra aparecem nas plantações em todo o mundo.
A cena foi registrada no céu da cidade de Hampton Lucy, em Warwickshire, Reino Unido, pelo fotógrafo James Tromans, que a publicou no site "Cloud Appreciation Society".
 O anel, na realidade uma curva em forma de "U", parece consistir de uma série de lóbulos regulares, mantidos suspensos por uma camada de nuvem que os sustentam, logo acima.

Explicação da Nuvem

Como a região da formação é muito próxima ao aeroporto de Coventry, existe grande chance desse efeito ter sido criado de alguma forma por uma aeronave.
À medida que os aviões voam através de nuvens formadas por gotas de água "super-resfriadas", pode acontecer delas congelarem e caírem, deixando para trás uma abertura conhecida como trilha de dissipação ou "distrail". Essas formações são vistas normalmente em linhas retas, quando os aviões ascendem ou descem através da nuvem. Entretanto, elas também podem aparecer em formas circulares, quando uma das aeronaves está voando em um padrão à espera do pouso. 
Lobulos em Nuvens
Detalhe de Lóbulos formados após a formação de contrail. Crédito: cloudappreciationsociety.org.

O formato dos lóbulos, perfeitamente visível na imagem, é causado pela interação entre os dois vórtices produzidos pelas asas.
Como estes redemoinhos giram em sentidos opostos na esteira de uma aeronave, os dois fluxos turbulentos interagem e se combinam para formar um padrão periódico de correntes descendentes turbulentas, que na condição certa aparecem como lóbulos pendurados abaixo da trilha de condensação. Exatamente como na foto.

Fonte: http://www.apolo11.com/curiosidades.php?titulo=Nuvem_misteriosa_aparece_sobre_pequena_cidade_na_Inglaterra&posic=dat_20161128-102438.inc


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