quinta-feira, 27 de julho de 2017

Prepare-se para a chuva de meteoros mais intensa da história humana !

chuva de meteoros mais intensa da história humana
Os astrônomos marcaram seus calendários para o que poderá ser uma das maiores chuvas de meteoros já registradas até o momento. Um espetáculo de meteoros acontecerá no dia 12 de agosto, que vai acender o céu à noite, e acredita-se que poderá ser visível até mesmo durante o dia.

Os cientistas acreditam que esta chuva de meteoros poderá ser uma oportunidade única na vida, já que uma chuva desta natureza não ocorrerá por mais 96 anos. O evento é chamado de chuva de meteoro Perseidas , e geralmente ocorre entre 17 de julho e 24 de agosto a cada ano. Geralmente, ela alcança seu auge entre 9 e 13 de agosto.

Especialistas disseram que o melhor momento para ver a chuva de meteoros Perseidas é quando o céu está bem escuro. Muitos astrônomos disseram que o melhor momento para olhar é antes do amanhecer, dependente, claro, da fase da Lua.
A chuva de meteoros Perseidas é tipicamente vista no Hemisfério Norte (mas as regiões Norte e Nordeste do Brasil também são adequadas para a observação do fenômeno). Qualquer um que queira assistir esse espetáculo maravilhoso deve olhar para a região nordeste do céu e zênite, o ponto no céu que está bem acima da cabeça.

É relativamente fácil localizar e ver uma estrela cadente ao olho nu, olhando diretamente para cima.

A chuva de meteoros Perseidas é composta por pequenos detritos espaciais que vêm do cometa Swift-Tuttle e o nome é baseado na constelação Perseus devido ao fato de que a direção que a chuva vem é tipicamente a mesma onde a constelação Perseus pode ser encontrado. Os astrônomos dizem que, em seu auge, tipicamente podem ser vistos cerca de 60 a 100 meteoros a cada hora, quando se está num lugar escuro. Os especialistas recomendam que as pessoas tentem sair da cidade e fiquem longe de qualquer luz artificial.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/07/27/prepare-se-para-a-chuva-de-meteoros-mais-intensa-da-historia-humana/


Gerados embriões geneticamente manipulados pela primeira vez nos EUA !

Cientistas da Universidade da Saúde e Ciência do Oregon, em Portland, criaram, com recurso à manipulação genética, vários embriões humanos, naquela que foi uma experiência sem antecedentes nos Estado Unidos.

De acordo com a Instituição, cada embrião pode, teoricamente, desenvolver-se até se tornar numa pessoa, mas os cientistas estão proibidos de levar a experiência até esse ponto, razão pela qual destruíram todos os embriões humanos dias depois de terem sido gerados.

Ao alterar o código genético dos embriões, o objetivo dos cientistas é provar que podem erradicar ou corrigir genes que causam doenças hereditárias, conta a publicação científica "Technology Review".

Alguns países assinaram uma convenção que proíbe a prática, devido a preocupações éticas com a criação de seres humanos feitos à medida, os chamados "bebés desenhados", mas não é o caso dos Estados Unidos. Os cientistas norte-americanos estão autorizados a trabalhar neste tipo de experiência desde que não usem dinheiros públicos e, como já foi dito, não desenvolvam os embriões completamente.

Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a qualidade Jornal de Notícias.

Segundo o porta-voz da Universidade do Oregon, Eric Robinson, os resultados da pesquisa deverão ser publicados numa revista científica em breve.

A investigação, liderada pelo diretor do Centro de Células Embrionárias e Terapia Genética da instituição, Shoukhrat Mitalipov, envolve uma tecnologia capaz de modificar genes de forma rápida e eficiente que funciona como "um tipo de tesoura molecular que pode cortar seletivamente partes indesejadas do genoma e substituí-lo por novas partes de ADN".

Esta não foi a primeira vez que um grupo de cientistas conseguiu chegar à manipulação genética de um embrião - cientistas chineses publicaram estudos semelhantes no passado - mas resultou, como nunca, num maior número de embriões, além de que, segundo a Universidade, foi feita com um nível de segurança e eficácia sem antecedentes.

Em dezembro de 2015, num seminário internacional realizado na Academia Nacional de Ciências (NAS) em Washington, cientistas disseram que seria "irresponsável" usar a tecnologia de manipulação de genes em embriões humanos para fins terapêuticos, até os problemas de segurança estarem resolvidos.

Mas, no início deste ano, a NAS e a Academia Nacional de Medicina garantiram que os avanços científicos tornaram o estudo do tema "uma possibilidade realista que merece consideração séria".

Fonte: http://www.jn.pt/mundo/interior/gerados-embrioes-geneticamente-manipulados-pela-primeira-vez-nos-eua-8667662.html

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Descoberta pode comprovar a vida em Marte, e ajudar a encontrá-la no Universo !

vida em Marte
Uma descoberta inovadora poderá provar que Marte estava repleto de “alienígenas” e poderia ajudar a “traçar a vida em outros lugares do Universo”, afirmam cientistas.

Os caçadores de alienígenas esperam por esta notícia há séculos – e parece que os cientistas podem finalmente ter uma prova de que a vida extraterrestre uma vez existiu no planeta vermelho.

Especialistas britânicos dizem que a descoberta extraordinária dos fósseis mais antigos do mundo, que remonta pelo menos 3,7 bilhões de anos atrás, em um momento em que tanto Marte quanto a Terra tinham água líquida.

A surpreendente descoberta feita no Canadá ajudará a humanidade a “traçar a vida em outros lugares do Universo”, afirmam os cientistas.

O primeiro autor do estudo, Matthew Dodd, um estudante de doutorado no University College London, disse:

Essas descobertas demonstram a vida desenvolvida na Terra em um momento em que Marte e a Terra tinham água líquida em suas superfícies, apresentando perguntas interessantes quanto a vida extraterrestre.

Portanto, esperamos encontrar evidências para a vida passada em Marte há 4 bilhões de anos, ou se não encontrarmos, a Terra pode ter sido uma exceção especial.

A evidência é considerada pelo menos 310 milhões de anos mais velha do que qualquer outro fóssil descoberto antes.

Os cientistas acreditam que a vida emergiu de “aberturas de chaminés quentes no leito marinho”, logo após a formação do nosso planeta.

As bactérias que formaram minúsculos filamentos e tubos se alimentavam do ferro encontrado em camadas de quartzo no Cinturão Supracrustal de Nuvvuagittuq (sigla NSB, em inglês) em Quebec, no Canadá.

Os fósseis foram encontrados no sistema de chaminés hidrotermais nas profundezas do mar, ricas em ferro, que os especialistas acreditam que poderia ter sido o lar das primeiras formas de vida da Terra, entre 3,77 e 4,3 bilhões de anos atrás.

O autor principal do estudo, Dr. Dominic Papineau, da UCL Earth Sciences, acrescentou:

O fato de os termos descoberto de uma das mais antigas formações rochosas conhecidas, sugere que encontramos evidências diretas de uma das formas de vida mais antigas da Terra.

Esta descoberta nos ajuda a montar a história do nosso planeta e a vida notável sobre ele, e ajudará a identificar vestígios de vida em outros lugares do Universo.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/07/26/comprovar-a-vida-em-marte/

Plutão emite mais raios-X que o esperado e ninguém sabe porquê !

Planeta anao Plutao, em imagem registrada pela sonda New Horizons e colorida artificialmente para ressaltar as diferentes topografias.
Planeta anão Plutão, em imagem registrada pela sonda New Horizons e colorida artificialmente para ressaltar as diferentes topografias.
Embora os pesquisadores já tenham detectado emissões de raios-x vindas de outros objetos solares, as emissões vindas de Plutão são muito maiores que a esperada e nenhum cientista sabe o que as está gerando e nem de onde elas provêm.

As primeiras emissões de raios-x vindas do planeta-anão Plutão foram detectadas há alguns anos pelo telescópio espacial de raios-x Chandra e sua magnitude já havia chamado a atenção dos pesquisadores. Agora, novas detecções feitas pela sonda New Horizons desconcertou ainda mais os pesquisadores.

Normalmente, as emissões de raios-x vindas de outros corpos do Sistema Solar são produzidas como resultado de interações da atmosfera com os ventos solares, mas a distância muito grande entre Plutão e o astro rei fazem os cientistas descartarem essa interação e consideram que essas emissões são inesperadas e não devem estar sendo produzidas da mesma maneira.

A fonte precisa das emissões de raios-X em Plutão provavelmente permanecerá um mistério por um bom tempo, até que os dados da missão New Horizons possam ser completamente explorados, o que pode levar décadas.

A nova pesquisa foi publicada no periódico Ícarus e foi liderada por astrônomos do Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins (JHUAPL), do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, do Southwest Research Institute (SwI), do Centro Espacial Vikram Sarabhai (VSCC) e do Jet Propulsion Laboratory, da NASA e Ames Research Center.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Plutao_emite_mais_raios-X_que_o_esperado_e_ninguem_sabe_por_que&posic=dat_20170726-090234.inc

terça-feira, 25 de julho de 2017

Cientista diz que as nossas vidas se repetirão infinitas vezes !

Sua vida irá se repetir
Os humanos estão enroscados numa dobra do tempo que pode estar se repetindo por toda a eternidade, de acordo com nova teoria.

Você já teve a sensação de que você já fez exatamente o mesmo antes? Uma nova teoria afirma que os seres humanos provavelmente repetiram o mesmo comportamento uma quantidade infinita de vezes, graças ao fato do tempo e do Universo estarem se repetindo por toda a eternidade.

O Universo expandiu-se a um ritmo acelerado desde o início dos tempos, e alguns especialistas acreditam que um dia alcançará um ponto de inflexão, onde ele não pode expandir mais e começará a contrair.

Vai demorar cerca de um trilhão de anos para o Universo se contrair ao ponto ‘infinitésimo’ de onde começou, e uma vez que isto aconteça, o Big Bang ou algo semelhante ocorrerá de novo, diz a teoria.

No entanto, como tudo vem do exato mesmo ponto, alguns sugerem que isso faz com que a mesma história se repita infinitas vezes por toda a eternidade.

Essencialmente, isso confirma que o tempo também é uma ilusão.

O Dr. Paul Frampton, professor de física da Universidade da Carolina do Norte (EUA), disse:

Este ciclo ocorre um número infinito de vezes, eliminando assim qualquer começo ou fim de tempo.

Parampreet Singh do Perimeter Institute for Theoretical Physics em Ontário, disse à Phys.org:

O significância desse conceito é que ele responde ao que aconteceu com o universo antes do Big Bang.

Ele acrescentou que, se pudéssemos olhar de volta antes do Big Bang, as coisas seriam exatamente as mesmas, mas talvez poderiam estar no sentido inverso.

O Sr. Singh continuou:

No Universo antes do salto, todas as características gerais serão as mesmas. Ele seguirá as mesmas equações dinâmicas, as equações de Einstein quando o Universo for grande.

Nosso modelo prevê que isso aconteça quando o Universo se torne na ordem de 100 vezes maior do que o tamanho Planck. Além disso, o conteúdo da matéria será o mesmo e terá a mesma evolução.

Uma vez que o Universo pré-salto esteja se contraindo, parecerá como se estivéssemos olhando para trás no tempo”.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/07/24/sua-vida-ira-se-repetir-infinitas-vezes/


Cientista afirma que nova técnica poderá encontrar vida extraterrestre em lua de Saturno !

vida extraterrestre em lua de Saturno
Gêiseres ejetando água de Encélado, lua de Saturno


Mais tarde, este mês, a revista Astrobiology estará publicando uma edição dedicada à busca de extraterrestres em Encélado, a sexta maior lua de Saturno.

Na edição será incluído um documento de cientistas que falando sobre uma técnica conhecida como microscopia holográfica, que usa lasers para gravar imagens em 3D projetadas para detectar micróbios extraterrestres.

Os especialistas dizem que eles têm evidências de que isto nos levará mais próximos do que nunca de detectarmos a vida alienígena.

Jay Nadeau, um professor de pesquisa, disse:

A microscopia holográfica digital permite que você veja e acompanhe até os mínimos movimentos.

Essa lua de Saturno tem sido objeto de enorme curiosidade devido ao seu oceano subterrâneo sob sua crosta gelada – anteriormente descrito pela NASA como um “uma pista promissora em nossa busca por mundos onde a vida poderia existir”.

O ex-investigador da NASA, Geoffrey Marcy, um professor aposentado em astronomia, anteriormente pediu que uma nave espacial fosse enviada para lá.

Ele disse:

As missões da NASA, conforme planejadas atualmente, levarão pelo menos 20 anos antes da detecção da vida microbiana.

No entanto, uma brilhante equipe de bilionários poderia trabalhar com a NASA para financiar uma espaçonave para a lua de Saturno, Encélado.

Ela poderia capturar a água que é ejetada dos gêiseres e usar microscópios convencionais para detectar qualquer vida microbiana lá existente.

O aspecto notável da busca por micróbios na água que jorra dos gêiseres é que a nave espacial só precisa voar através da coluna ejetada, bem acima da superfície de Encélado.

Não é necessário nenhum pouso – apenas uma sucessão de voos através das colunas de água ejetadas, à media que orbita Encélado.

A missão também deve incluir um microscópio e uma câmera para filmar diretamente qualquer organismo na água que seja tão pequeno quanto alguns microns.

Encelado foi descoberto em 1789 e é descrito pela NASA como “um dos destinos mais cientificamente interessantes do sistema solar”.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/07/24/vida-extraterrestre-em-lua-de-saturno/


segunda-feira, 24 de julho de 2017

Mancha solar explode, mas Terra escapa das partículas carregadas !

Explosao Solar
Registro da explosão solar ocorrida farside (lado oposto do Sol) em 23 de julho de 2017. A magnitude do flare pode ter chegado a X3. Clique para ver a animação.

Uma explosão solar de extrema intensidade ocorreu nas primeiras horas de domingo, 23, e foi registrada pelos satélites que monitoram a atividade da nossa estrela. Se ocorresse alguns dias antes, as partículas acertariam diretamente a Terra, com consequências imprevisíveis.
A poderosa ejeção de massa coronal (EMC) ocorreu exatamente na região ativa AR2665, que há duas semanas estava faceada em direção ao nosso planeta. Ainda não é possível estimar com absoluta certeza a magnitude energética do evento, mas cientistas especializados no estudo do Sol acreditam que o flare de raios-x gerado no momento da explosão pode ter atingido a classe X3, quase o topo da escala de medições.
Um flare dessa magnitude equivale a um pico de energia de cerca de 35 GigaWatts no comprimento de ondas de raios-X, injetados diretamente no topo da atmosfera da Terra. Embora esse tipo de emissão seja bloqueada pela atmosfera e não chegue à superfície, seus efeitos ionizadores são bastante cruéis e podem levar a blecautes severos em sistemas eletroeletrônicos e satelitais.
No caso da explosão desse domingo, as partículas foram lançadas do lado oposto do Sol, em direção a Marte e possivelmente serão detectadas nos próximos dias pelos jipes-robôs Curiosity e Opportunity, que estudam o planeta Vermelho. Escapamos por pouco.

Halloween Storm

Entre o final de outubro e início de novembro de 2003, nosso Sol passou por um dos momentos de maior atividade já registrada, produzindo uma sequencia emblemática de explosões extremamente fortes que atingiram nosso planeta. Como o evento ocorreu próximo ao dia das Bruxas nos EUA, foi batizado por pequis adores estadunidenses de Halloween Storm.
Assista ao Vídeo do Halloween Storm

Durante os dias do evento o Sol produziu diversas explosões maiores que Classe X17, que lançaram em direção à Terra bilhões de toneladas de partículas carregadas. No primeiro impacto das partículas, o índice KP que mede a instabilidade ionosférica atingiu o nível 9 e a tempestade geomagnética que seguiu durou cerca de 60 horas, produzindo auroras boreais visíveis até em Miami.
Em 4 de novembro de 2003 ocorreu a maior tempestade solar já registrada por instrumentos. De acordo com os pesquisadores, essa rajada atingiu a classe X28. Alguns estudos mostram que esse valor pode ter sido ainda maior e o nível de raios-x pode ter atingido a impressionante classe X40.
Para que o leitor tenha uma ideia da violência do evento, a explosão danificou 28 satélites, uma sonda na órbita de Marte e provocou um apagão na Suécia. Além disso, foi registrada por diversas naves interplanetárias, entre elas a Voyager, na época na orbita de Plutão. O satélite SOHO, que registrava o evento, ficou momentaneamente cego pela descomunal quantidade de energia que atingiu seus sensores.

Por sorte, a área mais densa das partículas ejetadas não atingiu a Terra diretamente, passando de raspão pelo nosso planeta.

Considerando que atualmente nosso Sol quase nem manchas apresenta, será que ainda teremos tempo de testemunhar um evento parecido com o Halloween Storm?

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Mancha_solar_explode_mas_Terra_escapa_das_particulas_carregadas&posic=dat_20170724-090852.inc

terça-feira, 4 de julho de 2017

Recuperação da camada de Ozôno deve demorar mais que o previsto !

Evolucao do buraco na camada de ozonio
Evolução do buraco na camada de ozônio ao longo tempo. O primeiro globo, no topo à esquerda, mostra a situação da capa em setembro de 1981. A camada aparece delgada, apresentando os primeiros sinais do buraco. Nos globos seguintes vemos as capas muito maiores, próximos a 100 unidades Dobson

Um estudo novo publicado na revista Nature afirma que uma substância química não proibida está atrasando a recuperação da camada de ozônio. Para os pesquisadores, se nada for feito a recuperação total só vai acontecer no final do século.
A diminuição da camada de ozônio é causada pela presença de elementos que destroem o ozônio, como a clorina e o brometo de metilo, e principalmente pelos gases originados de produtos criados pelo homem, como os clorofluorcarbonos ou CFCs. Conhecido como gás freon, o CFC é usado em grande escala na produção de aerossóis, refrigeradores e produtos de limpeza. Apesar de ainda estar presente na atmosfera, sua concentração vem diminuindo graças ao Protocolo de Montreal, assinado em setembro de 1987. Nele, os países signatários se comprometeram a substituir as substâncias que reconhecidamente causam danos à camada.
Desde então, o chamado "buraco" na camada de ozônio foi retornando aos níveis estimados próximos ao período de antes da revolução industrial. De acordo com os cientistas, o período de recuperação total ocorreria em 2065.

Camada de Ozônio - Novo Vilão

Agora, um novo estudo publicado pelo periódico científico Nature mostra que isso só deve acontecer trinta mais tarde, em 2095. O motivo é o crescente nível de emissões de uma substância química chamada diclorometano, largamente empregada como solvente de pintura e no preparo de outros compostos químicos usados nas geladeiras e aparelhos de ar-condicionado.
Embora o Protocolo de Montreal tenha sugerido o banimento dos CFCs, o diclorometano, conhecido também como cloreto de metileno, não foi incluído, pois se decompõe mais rapidamente, após cerca de cinco meses na atmosfera. O problema é que o diclorometano libera cloro, que segundo o artigo da Nature, pode danificar a camada de ozônio caso chegue até ela.
Segundo o estudo, os níveis de concentração de cloreto de metileno aumentaram 8% por ano entre 2004 e 2014 e se esta tendência permanecer, a recuperação da camada de ozônio deverá levar muito mais tempo para ser finalizada, podendo entrar no século 22 sem ter sido completada.
O estudo afirma o crescimento das emissões de cloreto de metileno está vinculado à sua importância cada vez maior na fabricação de hidrofluorocarbonetos, compostos químicos utilizados justamente para substituir os gases que estavam comprometendo a camada de ozônio.
Segundo Ryan Hossaini, principal autor do estudo, ligado à Universidade de Lancaster, no Reino Unido, não está claro quais regiões do mundo contribuem mais para o problema, mas uma das zonas que causa preocupação é a Ásia, onde o diclorometano é usado em larga escala nos sistemas de refrigeração.

Uma amostra de ar retirada da estratosfera inferior revelou níveis preocupantes de cloreto de metileno sobre a Índia e Sudeste Asiático.

Buraco na Camada - O que é?

O buraco na camada de ozônio é um fenômeno cíclico que ocorre na região da Antártida somente entre agosto e início de novembro durante a primavera no hemisfério sul e apesar do nome, não se trata propriamente de um "buraco" e sim a de um afinamento da espessura (rarefação) da ozonosfera, localizada entre 16 e 30 quilômetros de altitude. Essa camada apresenta cerca de 20 km de espessura e contém aproximadamente 90% de todo do ozônio que existe na atmosfera.
Em meados de novembro e dezembro, em função do aumento gradual da temperatura, o ar circundante à região onde se encontra o buraco inicia um movimento em direção ao centro. Esse ar trás consigo o ozônio para a alta atmosfera na região do buraco, que tem seus níveis de gás normalizados até a chegada da próxima primavera.

Diminuição da Camada de Ozônio - Consequências

O buraco na camada de ozônio foi reconhecido pela primeira vez em 1985 e durante a última década, em escala global a camada perdeu 0.3% de sua espessura a cada ano, aumentando significativamente os riscos de câncer de pele, cataratas e causando danos à vida marinha.

Unidades Dobson

A camada de ozônio é medida através de Unidades Dobson (DU) e é calculada medindo-se a área e a profundidade da camada em determinada região. Um buraco é definido quando os níveis na região avaliada situam-se abaixo de 220 unidades Dobson. A unidade descreve a espessura da camada de ozônio contida em uma coluna diretamente acima de um ponto qualquer, a 0ºC e sob a pressão de uma atmosfera. Um valor de 300 Unidades Dobson equivale a uma camada de ozônio de 3 milímetros de espessura.

Fonte: http://www.apolo11.com/meio_ambiente.php?titulo=Recuperacao_da_camada_de_Ozonio_deve_demorar_mais_que_o_previsto&posic=dat_20170703-105705.inc

segunda-feira, 3 de julho de 2017

NASA irá lançar sistema de defesa planetário !

Pela primeira vez a NASA vai lançar uma missão que usa uma técnica de deflexão contra asteroides para defender o planeta.

A missão é conhecida como DART, Double Asteroid Redirection Test (Teste de Redireção de Asteroide Duplo) e poderá mostrar como qualquer impacto mortal devido a um asteroide pode ser evitado se alguém se dirigisse para a Terra. Poderia atacar o asteróide com força suficiente para forçá-lo a mover a trajetória para longe da Terra, este é um método que é chamado de técnica de impactador cinético.
Neste momento, a missão está na fase de projeto preliminar, mas o objetivo é atacar Didymos B, que é o menor dos dois asteroides binários que se aproximarão da Terra em 2022 e retornarão em 2024 . O cientista do programa, Tom Statler, disse que um asteroide binário seria o laboratório natural perfeito para uma prova.
O DART tem o tamanho de uma geladeira normal e possui um sistema de segmentação autônomo a bordo que apontará para Didymos B e, em seguida, o atingirá a nove vezes mais rápido do que uma bala de uma arma. Andy Cheng, do Laboratório de Física Aplicada Johns Hopkins em Laurel, Maryland, nos EUA, disse que a missão é um passo muito crítico para mostrar como a Terra pode ser protegida de um possível impacto por um asteroide.
Ele continuou dizendo que, como ninguém sabe muito sobre a composição ou estrutura interna dos asteroides, é necessário que a missão seja executada sobre um asteroide real. Ele disse que graças ao DART, a NASA será capaz de mostrar como a Terra pode ser protegida com um impactador cinético, no caso de um ataque de asteroides, podendo desviar qualquer objeto que seja perigoso o suficiente, enviando-o para uma trajetória de voo diferente, que não seria uma ameaça para a Terra.
No site da NASA, foi dito que a missão do DART agora está se saindo do desenvolvimento do conceito e entrando na fase de projeto preliminar, depois de obter aprovação da NASA em 23 de junho. A NASA disse que o alvo para o DART é o asteroide Didymos B, que tem cerca de 160 metros de tamanho. O sistema tem estado sob o minucioso escrutínio da NASA desde 2003.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/07/03/sistema-de-defesa-planetario/

domingo, 2 de julho de 2017

Para evitar catástrofe maior, NASA simula impacto de asteroide na Terra !

NASA simula impacto de asteroide
Quando um asteroide atingiu a cidade russa de Chelyabinsk em 2013, a explosão da onda de choque quebrou as janelas e danificou edifícios tão distantes quanto 93 quilômetros do local da explosão, ferindo mais de 1.200 pessoas.
Em apoio ao Escritório de Coordenação da Defesa Planetária da NASA, os pesquisadores estão criando modelos 3D e usando um dos supercomputadores mais poderosos da NASA para produzir simulações de hipotéticos cenários de impacto de asteroides. Seus resultados ajudam as primeiras equipes de socorro e outras agências a identificarem e tomarem decisões mais bem informadas sobre a melhor maneira de se defender contra eventos de asteroides que ameaçam a vida.
As simulações de alta fidelidade de potenciais asteroides, cobrindo uma ampla gama de tamanhos, foram executadas no supercomputador Pleiades, utilizando o software de modelagem Cart3D da NASA e o ALED3D do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, operados por especialistas do Projeto de Avaliação de Ameaças de Asteroides nas instalações de Supercomputação Avançada da NASA, no Centro de Pesquisa da Ames, Vale do Silício da Califórnia.
A equipe da NASA foi capaz de executar simulações em grande escala do evento de Chelyabinsk no supercomputador Pleiades para produzir rapidamente muitos cenários de impacto, porque Cart3D é dezenas de vezes mais rápido do que a modelagem numérica 3-D típica usada para análise aerodinâmica. As simulações detalhadas permitiram que a equipe modelasse o fluxo de fluido que ocorre quando os asteroides se fundem e vaporizam à medida que rompem a atmosfera.
A pesquisa de asteroides da NASA é compartilhada com cientistas de universidades, laboratórios nacionais e agências governamentais que desenvolvem planos de avaliação e reação para analisarem danos à infra-estrutura, tempos de aviso, evacuações e outras opções para proteção de vidas e propriedades.
Para obter mais informações sobre o trabalho do Projeto de Avaliação de Ameaças de Asteroides da NASA, visite:


Fonte: http://ovnihoje.com/2017/07/02/nasa-simula-impacto-de-asteroide/

sábado, 1 de julho de 2017

Satélite russo será mais brilhante que estrelas e planetas !

Satélite russo será mais brilhante
Os astrônomos já estão muito chateados com toda a luz terrestre que os seres humanos estão gerando, que ilumina o céu noturno e os força a colocar telescópios no topo das montanhas ou no espaço para escapar do resplendor estelar. Agora eles estão prestes a ficar ainda mais furiosos. A Rússia está preparada para lançar um satélite cheio de recursos que prevê ser mais brilhante do que todas as estrelas e planetas no céu, ficando atrás apenas do Sol, da Lua e possivelmente de Vênus em intensidade. Como os astrônomos mostram sua raiva? Eles transformarão seus telescópios em direção às janelas do quarto dos responsáveis ​​e começarão a publicar pornografia de vingança?
Mayak, que significa “farol”, foi anunciado no início de 2016 com uma campanha de crowdfunding que eventualmente superou seus 1,5 milhões de rublos ($ 35.350,00 US) para construir um pequeno Cubesat do tamanho de um pão, que seria lançado em órbita onde ele fará o melhor da imitação dos Transformers, e se desdobrará para um enorme refletor solar em forma de pirâmide de 16 metros quadrados, feito de película de polímero fino. Qual função nobre ou científica servirá essa pirâmide no céu?

Uma estrela que lembrará ao mundo quem foi o primeiro no espaço e mostrará que não só estados e corporações podem contribuir para a exploração espacial.
De acordo com a página crowdfunding, o propósito de Mayak é se gabar de direitos. Os russos foram os primeiros a lançar um satélite, os primeiros a colocar um cachorro, um homem e uma mulher no espaço e agora serão os primeiros a nos cegar por se gabarem. Para suavizar o golpe, o site tenta dar a Mayak uma causa nobre adicional de testar “o sistema de frenagem aerodinâmica, que ajudará a encontrar uma solução para o problema dos lixos espaciais!” Eles precisam criar lixo espacial para evitar isso . Que coisa mais Orwelliana!
Fica pior. Comece a cantar “Brilha, brilha, satelitezinho” porque Mayak não estará parado em sua órbita a 600 km acima da Terra. De acordo com suas especificações, “Mayak será colocado em movimento revolvendo-se sobre todos os eixos, com pelo menos 1 revolução por segundo”. A maioria das estimativas está colocando seu brilho cintilante entre uma magnitude de brilho de -3,6 (atrás do Sol, a Lua e Vênus) e uma magnitude de -10, que é mais brilhante do que Vênus.
Mayak pode ser parado? Provavelmente não. Está programado para ser lançado lançado em um foguete Soyuz 2.1v do Cosmódromo de Baikonur no Cazaquistão em 14 de julho. Uma vez que este impulso de ego russo seja impulsionado para o espaço, tudo acabou, diz Nick Howes, um astrônomo e ex-diretor-adjunto do Observatório Kielder em Northumberland.

Lutamos tanto por céus escuros em nosso planeta. Para ver isso potencialmente arruinado por alguma ridícula campanha crowdfunding absurda, o meu coração simplesmente se desespera…

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/07/01/satelite-russo-sera-mais-brilhante/


Médicos abrem farmácia com medicamentos naturais !

A comida que você come pode ser a forma de remédio mais segura e poderosa ou a forma mais lenta de veneno – Ann Wigmore

Em um centro médico de renome nos EUA, um experimento único está ocorrendo, fazendo coisas comuns da maneira mais incomum.

Lá, os pacientes estão sendo tratados com frutas e vegetais selecionados de sua Farmácia (Fazenda), em vez de medicamentos.

De acordo com o diretor do centro médico, os pacientes responderam positivamente a esse método inovador.
medicamentos naturais
O diretor acrescentou que, com base nessa história de sucesso, é hora de criar conscientização sobre a eficácia das frutas e legumes frescos sobre a abordagem convencional do tratamento com pílulas que podem infligir uma série de efeitos colaterais sobre os pacientes.
Na farmácia do centro médico, uma variedade de frutas e vegetais são cultivados cientificamente, como bananas, laranjas, maçãs, cenouras e itens de salada verde, com um custo bem econômico, dando grandes descontos para incentivar o hábito de comer frutas e legumes frescos diretamente, ao invés de pílulas que não só prejudicam o corpo, mas também cavam um grande buraco no bolso do paciente.

Esta farmácia, embora única em muitos aspectos, não é a única nos Estados Unidos.

Os alimentos orgânicos saudáveis ​​baseados em plantas são as ferramentas mais poderosas contra doenças, e podem ser muito mais poderosos do que qualquer droga ou cirurgia.

“Eles se mostraram mais eficazes na prevenção de ataques cardíacos crônicos, acidentes vasculares cerebrais, doenças cardiovasculares e câncer”, afirma o porta-voz do centro médico.

“O uso de medicamentos modernos e seus compostos fabricados pelas empresas farmacêuticas, causaram muitos problemas à sociedade, tanto no nosso país como em outros lugares”, ele acrescentou.
Ele ainda diz que o cultivo de alimentos orgânicos com base em plantas ainda tem um longo caminho pela frente para conseguir reformar o sistema de cuidado com a saúde, monopolizado pelas grandes empresas farmacêuticas.

“Que a comida seja o medicamento e os medicamentos seu alimento”, disse Hipócrates há muitos séculos, mas sua mensagem foi esquecida ao longo do tempo devido as considerações comerciais.

A Índia também tem sua própria versão de Farmácias com Yogic e Ashrams espalhados por todo o país, ativamente envolvidos em prestar conselhos sobre problemas de saúde e agricultura de alimentos de qualidade na forma de frutas e vegetais.

Sua gama de produtos inclui melões, trigo, abacates, maçãs, bananas, laranjas, cenouras, rabanetes, itens de salada verde, alho, brócolis, papaias, pepinos.

Enquanto alguns dos produtos são excelentes limpadores do cólon, outros protegem o sistema cardiovascular e possuem excelentes atributos antioxidantes.

Eles não só nos ajudam a sermos menos suscetíveis as doenças, mas também aumentam a nossa longevidade de maneira muito melhor do que os medicamentos modernos.

Estes Ashrams estão bem equipados para aconselhar sobre várias opções de cuidados de saúde, baseados em vários sistemas modernos e antigos de cuidados médicos, inclusive Ayurveda, Yoga e naturopatia, Unani, Siddha e Homeopatia, etc., adequados ao paciente.

No entanto, a preferência é dada aos sistemas antigos e testados pelo tempo, com efeitos colaterais zero.

Hoje, embora a expectativa de vida tenha aumentado, a qualidade de vida não manteve seu ritmo com os desenvolvimentos e melhorias gerais devido a muitos fatores, inclusive os efeitos colaterais de fortes doses de medicamentos para manter a vida.

Durante o processo, os velhos e fracos são vítimas da agonia prolongada e dor de seus “Anos Prolongados da Morte”.

Talvez a ideia da alimentação natural logo consiga dominar todo o mundo, para que possamos viver mais saudáveis, até o final de nossas vidas.

Fonte: http://otimundo.com/farmacia-com-medicamentos-naturais/




sexta-feira, 30 de junho de 2017

Sol pode ter nascido com um gêmeo mau - Estrela Nêmesis !

Um novo paradigma sobre como as estrelas são formadas fortaleceu a hipótese de que a maioria delas – se não todas – nascem em pares ou “ninhadas”, com ao menos um irmão. Nossa própria estrela central, rainha do Sistema Solar, provavelmente não é uma exceção: alguns astrônomos suspeitam de que o irmão distante do Sol possa ser o seu gêmeo mau, responsável, segundo eles, pela morte dos dinossauros.
Depois de analisar os dados de uma pesquisa via ondas de rádio, realizada em uma nuvem de poeira na constelação de Perseus, dois pesquisadores da UC Berkeley e do Observatório Astrofísico de Harvard-Smithsonian concluíram quem todas as estrelas semelhantes ao Sol nasceram acompanhadas.
“Conduzimos séries de modelos estatísticos para verificar se há explicação para as populações parentais de jovens estrelas, singulares e binárias, dentre todas as separações que ocorreram na Nuvem Molecular de Perseu. O único modelo que poderia reproduzir esses dados foi aquele no qual todas as estrelas se formaram inicialmente em extensão binária”, disse o pesquisador da UC Berkeley, Steven Stahler.

Hipóteses e descobertas

Durante anos, os astrônomos se perguntaram se o grande número de sistemas binários e triplos das estrelas em nossa galáxia são criados próximos um ao outro, ou se eles se juntam depois de se formarem.
A hipótese de nascerem em conjunto tem sido a mais aceita, e as simulações desenvolvidas nas últimas décadas mostraram que quase todas as estrelas poderiam nascer em versões múltiplas, que muitas vezes se afastam por conta própria.
Evidências empíricas que sirvam de suporte às simulações têm sido limitadas, infelizmente, o que faz desse novo trabalho uma pesquisa muito interessante.
“Nosso trabalho é caminhar um passo à frente para entender como os binários se formam, e também o papel que desempenham na evolução estelar em seus primeiros estágios”, disse Stahler.

Procedimento

Os pesquisadores mapearam ondas de rádio que escoaram de dentro de um denso casulo de poeira, a cerca de 600 anos-luz de distância da Terra, que continha todo um “berçário” de jovens estrelas.
A pesquisa permitiu um censo de estrelas com menos de um milhão de anos, chamadas de estrelas Classe 0 – não mais do que bebês, em termos estelares – e as um pouco mais velhas, entre 500 mil e um milhão de anos, chamadas de estrelas Classe 1.
Comparando informações sobre os formatos da nuvem de poeira ao redor, os cientistas encontraram 45 estrelas solitárias, 19 sistemas binários e outros cinco sistemas que continham mais de duas estrelas.
Enquanto antigos resultados previram que todas as estrelas nasceram de modo binário, agora os cientistas mudaram suas conclusões para levar em conta as limitações do modelo de pesquisa, ao afirmar que a maioria das estrelas formadas dentro dos núcleos densos de poeira nascem com um parceiro – mas não todas elas. 

“Acredito que temos a evidência mais forte até agora para garantir tal afirmação”, disse Stahler.

Observando-se atentamente as distâncias entre as estrelas, os pesquisadores descobriram que todas as estruturas binárias separadas por um intervalo de 500 Unidades Astronômicas (UAs) ou mais eram Classe 0, e estavam alinhadas ao eixo da novem oval ao seu redor.
Estrelas Classe 1, por sua vez, tendiam a estar mais próximas – em cerca de 200 UA – e não estavam alinhadas ao formato “oval”.
“Ainda não sabemos exatamente o que isso significa, mas não é um dado aleatório e deve informar algo sobre a forma como os binários se formam”, disse Sarah Sadavoy do Observatório Astrofísico Harvard-Smithsonian.

O gêmeo do Sol

Se a maioria das estrelas nascem com um parceiro, onde está o irmão do nosso Sol?
Uma distância de 500 UA equivale a aproximadamente 0,008 anos-luz, ou a quase três dias-luz. Para colocar os dados em perspectiva: Netuno situa-se a 30 UA de distância; a sonda Voyager 1 está a menos de 140 UA e a estrela conhecida mais próxima – a Proxima Centauri – localiza-se a 268.770 UA de distância da Terra.
Isso quer dizer que, se o Sol tem um irmão gêmeo, certamente não é fácil vê-lo em nossa vizinhança.
Porém, existe a hipótese de que o nosso Sol tem um gêmeo das trevas que, vez ou outra, gosta de agitar as coisas.
Nomeado como “Nemesis”, essa – em tese – estrela causadora de problemas foi proposta como um motivo por trás do aparente ciclo de extinções em massa na Terra, a cada 27 milhões de anos, inclusive o ciclo que eliminou a maioria dos dinossauros.
Um astrônomo da Universidade da Califórnia, em Berkeley, chamado Richard Muller, sugeriu há 23 anos que uma estrela aná vermelha que esteja a 1,5 anos-luz de distância poderia, periodicamente, viajar entre os limites exteriores mais gelados do nosso Sistema Solar, abalando estruturas com a sua gravidade, chutando mais pedras do caminho espacial em nossa direção.
Uma estrela de passagem mais fraca e opaca, como uma anã marrom, também poderia explicar outras anomalias às margens do nosso Sistema Solar, como a órbita curiosa e extensa do planeta anão Sedna.
Não há o menor sinal de Nemesis, mas cabe na conta a existência de um parceiro binário do nosso Sol perdido por aí: “Estamos dizendo que, sim, provavelmente houve uma Nemesis há muito tempo”, disse Stahler.
Nesse caso, nosso Sol teria acumulado a maior parte da poeira e do gás, deixando o seu gêmeo menor e mais escuro. Não admira que ele esteja um pouco irritado.
Essa pesquisa consta atualmente no website arXiv.org, e foi aceita para publicação em uma próxima edição da Monthly Notices, administrada pela Royal Astronomical Society 

Fonte: http://hypescience.com/nosso-sol-pode-ter-nascido-com-um-gemeo-mau-estrela-nemesis/

Magnetares - Os misteriosos imans gigantes do universo !

Os magnetares são um dos objetos mais extremos e misteriosos do espaço. Eles são surpreendentemente pequenos, incrivelmente densos e, como o próprio nome sugere, eles possuem uma atração magnética inacreditável.
No estágio final da vida de uma estrela, ela explode em uma supernova. À medida que ela colapsa sobre si mesma, ofusca todas as suas vizinhas antes de desaparecer lentamente. Se a estrela viva fosse grande o suficiente, ela se transforma em uma estrela de nêutrons: uma estrela tão densa que, embora geralmente seja do diâmetro de uma cidade pequena, uma colher de chá de sua matéria pesa pelo menos um bilhão de toneladas.
Enquanto isso, elas giram muito rapidamente. Centenas de vezes por segundo rápido. Toda essa densidade equivale a um campo magnético realmente poderoso – cerca de um trilhão de vezes mais poderoso que o da Terra. Magnetares, os cientistas não têm certeza do porquê, são uma forma especialmente magnética de estrela de nêutrons. Seus campos magnéticos são cerca de 1.000 trilhões de vezes o da Terra.
Os cientistas estiveram na busca por magnetares desde 1979, quando um choque de raios gama (mais tarde identificado como proveniente do magnetar SGR 0525-66) pulsou através do sistema solar, resultando em distúrbios em equipamentos espaciais e anormalidades atmosféricas. Nas décadas passadas, menos de 25 estrelas de nêutrons de cerca de 2.000 em toda a galáxia foram chamadas de magnetares, embora um punhado de outras candidatas ainda estejam esperando confirmação. Do ponto de vista da Terra, isso é bom. 
Há pouco mais de uma década, em 2004, os efeitos de uma explosão, ou “terremoto estelar”, do SGR 1806-20, (que fica a 50.000 anos-luz de distância), foram poderosos o bastante para impactar a Terra. Ele danificou e desativou satélites, e até parcialmente ionizou a atmosfera superior do planeta.
Fica fácil entender por que os magnetares ganharam o status de ímãs mais poderosos descobertos no universo até agora. Na verdade, o campo magnético de um magnetar é tão poderoso que, mesmo se um ser humano estivesse a 1.000 quilômetros de um, teria seu sistema nervoso destruído e sua estrutura molecular alterada. Apenas um pouco mais perto e a força gravitacional literalmente o rasgaria inteiro – começando no nível atômico. Para nossa sorte, o mais próximo está a milhares de anos-luz de distância. Por enquanto, os cientistas terão que estudar estas raridades do espaço de longe. 

Fonte: http://hypescience.com/magnetares/

Conheça o objecto mais gelado do universo !

O Atacama Large millimeter Array (ALMA) uniu-se ao Hubble Space Telescope para fotografar a Nebulosa do Bumerangue, uma protonebulosa planetária na constelação de Centaurus, a 5 mil anos-luz da Terra. Este é o objeto mais gelado conhecido no inverso. Gases liberados pela estrela que está morrendo alcançam -270°C.

Enquanto o ALMA captou a nebulosa alongada, o telescópio Hubble captou o brilho roxo no fundo. 

Fonte: http://hypescience.com/alma-e-hubble-fotografam-nebulosa-mais-gelada-que-conhecemos-no-universo/

quinta-feira, 29 de junho de 2017

NASA criou nuvens artificiais e coloridas vistas a 400 quilómetros !

A Agência Espacial Norte Americana antecipou o foguetório do 4 de julho, nos EUA, com o lançamento de nuvens artificiais coloridas, vistas a quilómetros de distância.

Esta madrugada, a NASA lançou um foguetão Malemute, após semanas de adiamentos, criando nuvens artificiais azuis, verdes e vermelhas, que foram vistas do chão a cerca de 400 quilómetros do Centro de Voo de Wallops, na Virginia.
O foguetão, lançado às 4.25 horas locais (manhã em Portugal), voou cerca de 8 minutos e soltou 10 invólucros, do tamanho de uma lata de refrigerante, contendo vapor que formou nuvens artificiais, vistas pelo menos 400 quilómetros para Norte, até Nova Iorque, e para sul, até à Carolina do Norte.

Estas nuvens, ou traços de vapor, permitiram aos cientistas em terra seguir visualmente o rasto do movimento de partículas no espaço.

Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a qualidade Jornal de Notícias.

O foguetão, cujo lançamento foi adiado várias vezes nos últimos 30 dias, voou até uma altitude de 118 milhas (cerca de 190 quilómetros), informou a NASA.

A página do Facebook do Centro de Voo de Wallops registou dois mil avistamentos e fotos das nuvens, que puderam ser vistas também para o interior do país, por toda a Virginia, Maryland, Pennsylvania e pontos intermédios destes estados norte-americanos.

Fonte: http://www.jn.pt/mundo/interior/nasa-criou-nuvens-artificias-e-coloridas-vistas-a-400-quilometros-8601699.html

Grandes Terramotos pararam, mas podem voltar a qualquer momento !

Quase todos os anos, a Terra produz um intenso terremoto acima de 7.9 magnitudes. No entanto, já estamos há quase dois anos sem registrar abalos dessa intensidade, o que significa quer as tensões entre as placas tectônicas estão aumentando.
Grafico de Terremotos ate junho de 2017
Gráfico de Terremotos ocorridos até junho de 2017

A última vez que o nosso planeta sentiu um abalo maior ou igual a 8.0 magnitudes foi em 16 de setembro de 2015, quando um terremoto de 8.3 magnitudes foi registrado na costa de Illapel, no Chile.
Com exceção dos anos de 2002 e 2008, no século 21 a Terra foi acometida por 21 terremotos superiores a 7.9, entre eles o megaterremoto de Sumatra em 2004, de 9.1 magnitudes, o sismo de 8.8 magnitudes em Bio-Bio, no Chile, em 2010, e o mais recente e espetacular tremor de 9.0 em Honshu, no Japão, que provocou o terrível acidente nuclear de Fukushima.

Anel de Fogo

Todas essas fortes rupturas ocorreram no chamado "Anel de Fogo", uma estreita faixa de intensa atividade sísmica e vulcânica situado nas bordas da Bacia do Oceano Pacífico.

Nesta região, diversas placas tectônicas se comprimem fortemente o tempo todo, até que em determinado momento a tensão de compressão supera o ponto de ruptura da rocha. Quando isso acontece, parte de uma das placas, onde ficam assentadas as cidades e oceanos desliza abruptamente abaixo da outra, em um movimento chamado de subducção.

O movimento de subducção libera de forma quase instantânea toda a energia acumulada durante o processo de compressão e o resultado é um violento terremoto que pode destruir cidades inteiras.

Tóquio e Los Angeles são exemplos de cidades assentadas sobre o Anel de Fogo e já sofreram intensos terremotos.

Desde 2015 a Terra não sofre abalos de forte magnitude, o que significa que a pressão na região de interface entre placas está aumentando e um forte terremoto pode acontecer nos próximos meses.

Previsão versus Estatísticas

Prever terremotos e sua possível localização ainda não é possível, mas a observação de valores ao longo do tempo pode revelar pressões tectônicas em crescimento e que "estatisticamente" podem ser liberadas.
Considerando que em todos os anos acontece ao menos um evento desse porte, é de se esperar que um forte tremor ocorra até antes do final do ano em alguma região próxima ao anel de fogo, que como vimos, compreende boa parte do planeta.
É importante destacar que essa informação não é e nem pretende ser uma previsão de terremoto, mas uma avaliação baseada em dados observados desde 1900 e que constata a ausência de qualquer tremor significativo em um período que vai desde setembro de 2015 até junho de 2017 e que estatisticamente deveremos ter ao menos um evento até o final do ano, como observado nos últimos 116 anos.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?titulo=Os_grandes_terremotos_pararam_mas_podem_voltar_a_qualquer_momento&posic=dat_20170629-094052.inc




Astrofísico Neil DeGrasse Tyson diz que não estamos sós no Universo !

Neil DeGrasse Tyson O renomado astrofísico Neil deGrasse Tyson é um dos (se não o) mais conhecido astrofísico da atualidade. Ele também é um talentoso escritor e comunicador da ciência, e Diretor do Planetário Hayden no Centro Rose para a Terra e o Espaço da cidade de Nova Iorque. Além disso, ele não acha que estamos sozinhos no Universo.

Aparecendo no programa In Depth (Em Profundidade) da C-SPAN, ele explicou como a química da vida torna extremamente improvável que a Terra seja o único lugar no universo onde a vida se formou. Ele disse:

O que aconteceu na Terra, não é provável que seja raro ou exclusivo. Porque a química do carbono, em que a vida se baseia, é o tipo de química mais fértil que existe. E o carbono é abundante em todo o Universo.

No entanto, o Dr. Tyson separa as questões quanto a existência de vida em outro lugar do Universo, e se a vida inteligente existe, se nós fomos visitados por qualquer vida inteligente:

O que a comunidade OVNI apresenta como prova é fraco em um nível que, em qualquer círculo científico, seria expulso da sala de laboratório. A base deste argumento resume-se aos fundamentos do método científico. O testemunho de testemunhas oculares é uma evidência quase inexistente para sustentar uma afirmação tão fantástica quanto os visitantes alienígenas. A evidência atual de química é suficiente para permitir aos cientistas afirmarem que há vida em outros planetas, mas essa evidência não se estende até a vida inteligente.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/06/28/neil-degrasse-tyson-nao-estamos-sos/

terça-feira, 27 de junho de 2017

NASA faz declaração após canal de hackers dizer que esta agência iria anunciar vida extraterrestre !

NASA faz declaração sobre grupo de hackersLogo após o grupo de hackers, Anonymous ter liberado um vídeo afirmando que a NASA descobriu alienígenas e em breve estaria tornando pública a evidência da vida alienígena, a agência espacial dos EUA negou claramente tais relatórios e disse que não tem nenhum anúncio pendente sobre a vida extraterrestre.

O administrador associado da Direção da Missão de Ciências da agência, Thomas Zurbuchen, disse que os cientistas da NASA ainda estão à procura de evidências de vida alienígena, informou a agência de notícias Xinhua.

Ele disse que os cientistas da NASA ainda não descobriram se os humanos estão sozinhos no Universo e a agência espacial tem futuras missões para responder a esta pergunta. Ele disse:

Estamos sozinhos no universo? Ainda não sabemos, temos missões em frente que podem ajudar a responder a essa pergunta fundamental.

O grupo Hacking Anonymous lançou um vídeo de 12 minutos no YouTube, mostrando um homem mascarado dizendo que, em uma audiência no Congresso em abril, Zurbuchen havia dito: “Nossa civilização está à beira de descobrir evidências de vida alienígena no cosmos”.
“Tendo em conta todas as diferentes atividades e missões que procuram especificamente evidências de vida extraterrestre, estamos à beira de fazer uma das descobertas mais profundas e sem precedentes na história”, disse o homem mascarado citando Zurbuchen.
O vídeo que também fala sobre a última descoberta sobre planetas de tamanho da Terra em torno da estrela TRAPPIST-1 e vários avistamentos de OVNIs presumidos, foi observado mais de 1 milhão de vezes.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/06/27/nasa-faz-declaracao/

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Estudo sugere possível novo planeta no Sistema Solar - Planeta 10 !

Planeta 10
Concepção artística mostra como seria o hipotético Planeta 10. Segundo os pesquisadores, o objeto teria diâmetro equivalente à distância entre a Terra e Marte. Crédito: Laboratório Lunar e Planetário da Universidade do Arizona

Um novo estudo a ser publicado nos próximos dias coloca mais lenha na fogueira sobre os planetas hipotéticos no Sistema Solar. Agora é a vez do Planeta Dez, um objeto bem mais próximo que o suposto Planeta Nove, mas que como este, também nunca foi comprovado.
O estudo foi realizado por cientistas planetários ligados ao Laboratório Lunar e Planetário, da Universidade do Arizona e será publicado nos próximos dias no conceituado Astrophysical Journal, um dos mais respeitados periódicos no campo da astrofísica.
De acordo com o paper, escrito pelos cientistas Kat Volk e Renu Malhotra, a hipótese deste novo planeta está alicerçada no movimento das rochas situadas no Cinturão de Kuiper, uma região repleta de corpos gelados muito além da órbita de Netuno. Segundo o estudo, o movimento orbital de alguns desses corpos sugere que um planeta invisível, de grande massa, pode estar afetando a órbita desses objetos.
"A explicação mais provável para nossos resultados é que há uma massa não vista situado a 60 UA do Sol", disse Kat Volk. Essa distância é cerca de 10 vezes mais próxima de onde estaria o suposto Planeta Nove, que de acordo com trabalhos de Konstantin Batygin e Michael Brown, do Caltech (Instituto de Tecnologia da Califórnia), seria o responsável por influenciar gravitacionalmente os objetos do Cinturão de Kuiper.

1 UA equivale a distância da Terra ao Sol, que é de cerca de 149.5 milhões de km.

Volk e Malhotra estudaram o movimento de 600 KBOs (Kuiper Belt Objects) e notaram que alguns deles parecem ter uma órbita "entortada", que os inclina a oito graus do plano orbital dos principais planetas no Sistema Solar.
Orbita do Planeta 10
Orbita do hipotético Planeta 10, que estaria situado a cerca de 14 bilhões de km do Sol

Planeta Dez

Para os cientistas, a melhor maneira de descrever essa anomalia é se houver outro planeta, mais próximo. No entender de Volk e Malhotra, a deformação orbital observada não poderia ser causada pelo suposto Planeta Nove, que tem cerca de metade da massa de Netuno. Além disso, esse hipotético planeta está muito longe para influenciar estes KBOs.

"Certamente tem que estar muito mais próximo do que 100 UA (14.9 bilhões de quilômetros) para afetar substancialmente os KBOs desta maneira", disse Volk.

Planeta Invisível

Embora as anomalias gravitacionais apontem para a possibilidade de existência do Planeta Dez, isso não quer dizer que ele exista e um dos motivos é apontado por Alessandro Morbidelli, ligado ao Observatório da Côte d'Azur em Nice, França. Segundo ele, é muito duvidoso de que um planeta tão próximo e tão brilhante não seja visto.
Volk e Malhotra, porém, dizem que ainda não o vimos porque o objeto pode estar atualmente localizado na direção da parte central da Via Láctea, que é mais densa e repleta de estrelas, o que dificultaria o estudo e observação direta.
Outra possibilidade, segundo a dupla de pesquisadores, é que alguma estrela passageira poderia ter causado essa deformação. No entanto, esse evento deveria ter acontecido nos últimos 10 milhões de anos, o que parece improvável.

Muitos Planetas

Existem teorias que mostram que pode haver muitos planetas escondidos na borda do Sistema Solar. Neste caso, Planeta Nove e Planeta Dez seriam apenas dois objetos de uma série que ainda não encontramos.
Seja como for, é certo que existe algo relativamente grande em termos planetários que está de fato mexendo com a órbita de alguns objetos no Cinturão de Kuiper. No entanto, a falta de conclusões definitivas e observações diretas não permite afirmar o que estaria causando essa anomalia e qualquer conclusão precipitada só serviria para alimentar a ideia de existência de novos planetas.

Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/





Agência Espacial Europeia recebe luz verde para procurar vida extra-terrestre !

Agência Espacial Europeia vai procurar por vida extraterrestre
A Agência Espacial Européia (sigla ESA, em inglês) obteve aval para ir à procura de vida alienígena e eles vão fazê-la com a missão PLATO. A missão vai envolver a procura de exoplanetas que são habitáveis ​​e a missão recebeu a luz verde e agora está passando do projeto para a construção real.
A missão foi escolhida em 2014 como parte do Programa de Visão Cósmica da Agência Espacial Européia. No entanto, a data de lançamento, que foi configurada para 2024, foi então empurrada para dois anos depois, em 2026.
O objetivo da missão PLATO é o de detectar planetas de tamanho similar à Terra ou super-terras que orbitam estrelas em zonas que são habitáveis, que são as regiões que dão aos planetas condições semelhantes às da Terra, tendo uma atmosfera e ser capaz de suportar a água no estado líquido.
O professor de astrofísica Don Polacco, da Universidade de Warwick, no Reino Unido, vai encabeçar o projeto e, recentemente, realizou uma entrevista na qual ele disse que o lançamento da missão lhes permitiria a chance de contribuir para as maiores descobertas da próxima década e dar respostas às questões fundamentais sobre a nossa existência. Ele continuou dizendo que a missão acabaria por levar à descoberta de vida extraterrestre.
Em 2026, serão lançados 34 telescópios de grade abertura e as câmeras a bordo poderão usar fotometria. Este é um método que é popular, capaz de detectar planetas apenas analisando a luz das estrelas desses planetas. Os pesquisadores disseram que se o brilho da luz das estrelas cair periodicamente, então há uma razão para acreditar que foi causada pelo planeta passando pela frente da estrela e isso bloqueia parcialmente a luz. Isso é suficiente para dar aos pesquisadores uma maneira de estimar o tamanho do planeta, além de poder compará-lo ao raio da Terra.
Os pesquisadores da missão esperam poder usar essa técnica para identificar planetas que possam ser habitáveis. Com a missão agora recebendo a luz verde para avançar, os líderes da indústria terão a chance de apresentar propostas para a construção de componentes para os telescópios espaciais, juntamente com o software que serão utilizados neles.
A Agência Espacial Européia não é a única que está à procura da vida alienígena em outros planetas. A NASA tem sua própria missão que está sob o nome de Kepler. Os cientistas apenas acabaram de encontrar 219 exoplanetas que podem ser capazes de vida, sendo dez na zona habitável e do mesmo tamanho que a Terra.
A quantidade total de exoplanetas que foi encontrada até agora é mais de 4.000. No entanto, neste momento, não se sabe se algum dos planetas tem as condições necessárias para suportar a vida.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/06/26/agencia-espacial-europeia-vida-extraterrestre/

Universo multi-dimensional presente no cérebro !

Universo multidimensional dentro do cérebro
Um tecido de estruturas complexas em nosso cérebro pode ser a chave para entender como funciona esse órgão, de acordo com um novo estudo. Poderia mesmo fornecer uma resposta para mistérios, como onde nossas memórias são armazenadas.
O cérebro humano é uma das estruturas mais complexas da natureza, e ainda estamos muito longe de compreender plenamente como ele funciona. Agora, um grupo de pesquisadores do Blue Brain Project está nos aproximando desse objetivo usando modelos computacionais complexos.

Seu modelo mais recente descreve o cérebro como sendo constituído por estruturas e espaços geométricos “multidimensionais”.

“Encontramos um mundo que nunca tínhamos imaginado”, disse o neurocientista Henry Markram, diretor do Blue Brain Project e professor da EPFL em Lausanne, na Suíça. Ele disse:

Existem dezenas de milhões desses objetos, mesmo em uma pequena partícula do cérebro, através de sete dimensões. Em algumas redes, até encontramos estruturas com até onze dimensões.

As estruturas se formam quando um grupo de neurônios – células que transmitem sinais no cérebro – forma algo chamado de clique. Cada neurônio se conecta a todos os outros neurônios do grupo de forma específica, para formar um novo objeto.

Quanto mais neurônios existem em um grupo, maior a “dimensão” do objeto.

É importante compreender que essas estruturas não existem em mais de três dimensões no espaço. Somente as matemáticas usadas para descrevê-las usam mais de três dimensões.

O professor Cees van Leeuwen, da KU Leuven, Bélgica, e revisor do trabalho, disse ao WIRED:

Fora da física, os espaços de alta dimensão são freqüentemente usados ​​para descreverem estruturas de dados complexas ou condições de sistemas, por exemplo, o estado de um sistema dinâmico no espaço de estados.

O espaço é simplesmente a união de todos os graus de liberdade que o sistema possui, e seu estado descreve os valores que esses graus de liberdade estão realmente assumindo.

Ran Levi da Universidade de Aberdeen, que trabalhou no papel, disse:

Quando você olha para uma rede complexa como o cérebro, você tenta associar alguns objetos familiares a ele, para que possa tentar entender o que ele faz. Sem isso, tudo que você vê é uma bagunça de “árvores”, ou seja, neurônios disparando o que parecem ser padrões aleatórios.
O que fizemos foi que pegamos a complexa estrutura da rede do cérebro e mapeamos isso para este universo, escolhendo assim objetos de alta dimensão, definidos de forma muito precisa que nos dão uma chave para a compreensão de sua estrutura e função.
A equipe usou um ramo matemático chamado topologia algébrica para modelar essas estruturas dentro de um cérebro virtual, gerado através do uso de um computador. Experiências foram então realizadas no tecido cerebral real, para testar os resultados.

Quando os pesquisadores adicionaram um estímulo ao tecido cerebral virtual, reuniram-se grupos de dimensões progressivamente maiores. Entre esses cliques havia furos, ou cavidades.

Levi disse:

O aparecimento de cavidades de alta dimensão, quando o cérebro está processando informações, significa que os neurônios da rede reagem aos estímulos de forma extremamente organizada.

É como se o cérebro reagisse a um estímulo construindo e então demolindo uma torre de blocos multidimensionais, começando por hastes (1D), depois pranchas (2D), então cubos (3D) e geometrias mais complexas com 4D, 5D, etc. A progressão da atividade através do cérebro se assemelha a um castelo de areia multidimensional que se materializa fora da areia e depois se desintegra.
O próximo passo será ver o papel prático dessas estruturas no cérebro. Por exemplo, a neurociência também tem lutado para encontrar onde o cérebro armazena suas memórias, e os buracos podem ser uma solução.

“Eles podem estar” escondendo “em cavidades de alta dimensão”, especula Markram.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/06/26/universo-multi-dimensional/

domingo, 25 de junho de 2017

Cientistas criam uma Nave Espacial capaz de detectar Universos Paralelos !

Os seres humanos foram criados para explorar novos lugares e aprender, onde nos tempos antigos os exploradores viajaram pelos oceanos para descobrir novas terras e culturas e trazer novos conhecimentos sobre a história fascinante da Terra, embora existissem vários casos de derramamento de sangue no processo. Com o passar do tempo a humanidade disparou nos céus e para o espaço para explorar a vastidão cósmica apenas para descobrir que o universo parece muito infinito, com inúmeros mundos para descobrir. Mas os seres humanos desejam mais e querem intensificar seu jogo e violar uma nova era de exploração, literalmente, quebrando as leis da física. 
Os cientistas estão apontando para entrar e descobrir "outras dimensões" por temperar com ondulações encontradas no espaço, ou ondas gravitacionais . A Agência Espacial Européia (ESA) está planejando construir uma nave espacial altamente avançada para ajudar a descobrir universos paralelos. 

Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/

NASA publica estranha imagem de Marte !

A NASA divulgou uma nova imagem do fundo da cratera Endeavour, localizada na superfície de Marte.
A sonda Opportunity da agência espacial está estudando a borda de uma cratera para descobrir novas pistas sobre os processos que espalharam pedras pelo solo do planeta.
A nova foto, tirada logo depois do "passeio" da Opportunity pelos terrenos marcianos, mostra uma paisagem muito semelhante a uma praia na Terra. Os cientistas suspeitam que a água pode ter desempenhado um importante papel no transporte das numerosas rochas que se encontram nesta zona.
© NASA. ARIZONA STATE UNIVERSITY
Fundo da cratera Endeavour em Marte

Os investigadores acreditam que a região poderia ter abrigado um lago situado no topo da cratera, servindo esta de escoadouro. O cume no topo do vale é caracterizado por uma ampla gama de rochas. Além disso, a oeste, há alguns pedaços pequenos de rochas em torno uma pequena cova. De acordo com os especialistas, o local pode ter sido um canal de drenagem há milhares de milhões de anos atrás.
Ray Arvidson, pesquisador da Universidade de St. Louis, disse que sua equipe tenta determinar se as rochas do fundo da cratera Endeavour se formaram no local ou se foram transportadas de fora.

Fonte: http://ufosonline.blogspot.pt/

NASA enviará sonda até a superfície de Europa - Uma das luas de Júpiter !

NASA enviará sonda até a superfície de EuropaA olho nu, a Europa, uma das luas de Júpiter, pode parecer uma grande bola de pedra e gelo. Mas para a NASA, essa lua representa muito mais. Poderia conter o que os cientistas têm buscado há muito tempo – formas de vida que existem fora do nosso planeta natal. Através da missão Europa, a NASA planeja enviar uma sonda para a lua de Júpiter, a qual acredita-se ter um vasto oceano abaixo da crosta congelada. E onde há água, a vida quase certamente seguirá.
O projeto deve ser iniciado em 2024 ou 2025, quando a sonda começaria a procurar formas de vida na superfície da lua. Se os organismos forem encontrados, os planos se desenvolveriam para que uma sonda mais sofisticada seja enviada para a Europa em busca de seu oceano sob o gelo. O Dr. Kevin Hand, um dos principais funcionários da NASA com a missão Europa, explica o investimento do programa para esses avanços:
Pela primeira vez na história humana, podemos realmente construir missões e projetar os instrumentos que poderiam sair e responder à essa questão fundamental de se a biologia funciona ou não além da Terra. Se nos comprometemos a realizar essas missões, poderemos encontrar a vida no quintal do próprio sistema solar nos próximos 20 anos. Tecnologicamente, é inteiramente possível, mas requer apoio público, entusiasmo a respeito disso, então nós buscamos vocês para ajudarem a comunicar e divulgar a palavra.

Possível contaminação

A fim de evitar que as bactérias peguem carona até a lua Europa, a sonda será equipada com um dispositivo especial para proteger de qualquer contaminante. As bactérias afetariam os resultados dos testes e poderiam até prejudicar as formas de vida indígenas se elas forem encontradas. Como diz o Dr. John Rummel do Instituto Seti na Califórnia, devemos “proteger Europa para os europanos … não os europeus”.
As bactérias poderiam sobreviver à viagem até Europa, apenas se fossem protegidas da radiação ultravioleta do Sol. Uma vez que elas alcançam a lua gelada, a maioria morreria dentro de alguns dias. Mas se estivessem protegidos na nave espacial, elas teriam uma chance maior de sobreviver. O contrário também é uma preocupação, uma vez que a vida extraterrestre pode ser trazida de volta à Terra, contaminando ainda mais o processo.
Mas o Dr. Rummel está confiante de que nada disso acontecerá e que os cientistas poderão conter amostras até que o teste perigoso seja iniciado. Com as precauções necessárias tomadas, poderemos recuperar quantidades maciças de dados que nos levarão um passo gigante mais perto de entender onde a vida existe em nosso vasto universo.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/06/24/nasa-enviara-sonda-ate-a-superficie-de-europa/

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...