quinta-feira, 19 de abril de 2018

Encontrado resto de planeta que existiu em nosso sistema solar, e está repleto de diamantes !

resto de planeta que existiu em nosso sistema solar
Um pedaço do meteorito que despencou para a Terra em 2008. Crédito da imagem: CC BY-SA 2.0 Jon Taylor

Um meteorito que caiu no deserto da Núbia ofereceu um vislumbre dos primeiros dias do nosso sistema solar. Conhecido como o meteorito Almahata Sitta, o objeto tem uma composição particularmente incomum, e agora acredita-se que tenha sido um dos ‘blocos de construção’ do sistema solar.

Ao analisá-lo, os cientistas puderam aprender mais sobre como os planetas se formaram.

O geofísico, Professor Philippe Gillet, disse:

Antes de você ter os nove planetas, você teria uma população de corpos maiores de alguns milhares de quilômetros – do tamanho de Mercúrio para Marte, eu diria – que estavam povoando o sistema solar.

Esses ‘protoplanetas’ estavam colidindo uns contra os outros, formando os planetas que conhecemos hoje.

Embora seja uma ideia que já existe há anos, até agora era impossível provar.

O geofísico disse:

Temos em nossas mãos os remanescentes de um desses planetas que estavam povoando o sistema solar pouco antes do fim de sua formação.

O objeto é um tipo de meteorito misterioso, rico em carbono, conhecido como ureilita.

Os cientistas agora acreditam que os diamantes dentro do meteorito Almahata Sitta foram formados sob enormes pressões dentro de um grande corpo semelhante a um planeta nos primórdios do sistema solar.

Enquanto outros fragmentos se juntaram para formar planetas, ou foram ejetados para o espaço interestelar, este permaneceu próximo por bilhões de anos, antes de finalmente colidir com a Terra em 2008.

Fonte: http://ovnihoje.com/2018/04/19/e-encontrado-resto-de-planeta-que-existiu-em-nosso-sistema-solar/

Astrónomos observam espectro de luz desconhecido !

Espectro de luz desconhecido é observado no espaço
O astrofísico da Universidade de Miami, Nico Cappelluti, disse:

Usamos telescópios especiais para captar raios X no céu e, enquanto observávamos esses raios X, os telescópios notaram uma característica inesperada, e capturaram um espectro de luz,que não é produzido por nenhuma emissão atômica conhecida. Esta linha de emissão é agora chamada de 3,5 kiloelectron volt (keV). Uma interpretação desta linha de emissão é que ela é produzida pela decomposição da matéria escura.

Esra Bubul, uma astrofísica do Centro Harvard-Smithsoniano para Astrofísica e co-autora do estudo de Cappelluti, disse:

Esta linha de emissão de 3,5 keV não é identificada. Realmente não sabemos o que seja. Mas uma teoria é que poderia ser um neutrino estéril, que também é conhecido como matéria escura em decomposição. O que é realmente interessante no estudo do Dr. Cappelluti é que ele encontrou essa linha de 3,5 keV dentro de nossa própria galáxia.

Em 2014, uma equipe de astrônomos liderada por Bulbul descobriu um pico notável de intensidade em um nível de energia muito específico. Enquanto estudavam o gás quente dentro do aglomerado de galáxias Perseus (imagem acima), os observatórios Chandra e XMM-Newton revelaram um inesperado pico, ou linha de emissão, correspondente a uma energia de 3,5 kiloelétron-volts (keV). Este comprimento de onda é muito difícil de explicar, pois não pode ser descrito por objetos astronômicos anteriormente observados, ou mesmo preditos.

Se confirmado, isso vai nos dizer o que é a matéria escura e pode ser uma das principais descobertas da física. Sabemos que a Via Láctea está cercada por matéria escura. Pense nela como se vivêssemos em uma bolha de matéria escura. Mas também queremos ter a certeza estatística de nossa detecção, então agora estamos montando uma Força Tarefa de Neutrino Estéril.

Cappelluti está intrigado com os fenômenos cósmicos dos buracos negros supermassivos, a natureza da matéria escura e os núcleos galácticos ativos, que é a fonte de luz muito brilhante encontrada no centro de muitas galáxias. Suas recentes descobertas publicadas podem fornecer informações sobre um assunto que cientistas e astrofísicos vêm investigando há décadas: o que é matéria escura e de onde ela vem?

O estudo de Cappelluti, publicado no The Astrophysical Journal e intitulado “Searching for the 3.5 keV line in the deep fields with Chandra: the 10 MS observations” (Procurando pela linha 3.5 keV nos campos profundos com Chandra: as 10 observações MS), examina uma interessante fonte de luz que foi capturada por quatro telescópios diferentes, cada um apontando para um diferente direção no céu. A fonte de luz não é familiar e é irreconhecível para os cientistas, e causou bastante agitação no mundo da astrofísica. Bulbul também encontrou a linha de emissão enquanto estudava aglomerados de galáxias em 2014.

O espectro de emissão atômica é mostrado abaixo para vários elementos. Cada banda fina em cada espectro corresponde a uma transição única entre os níveis de energia em um átomo. (Instituto de Tecnologia de Rochester, CC BY-NC-SA 2.0).

Os quatro telescópios que capturaram a emissão de 3,5 keV foram o telescópio NuSTAR da NASA, o telescópio XMM-Newton da Agência Espacial Européia (ESA), o telescópio Chandra e o telescópio Suzaku, do Japão.

Vários cientistas de todo o mundo, inclusive Bulbul de Harvard, planejam se reunir na Universidade de Miami para organizar um projeto massivo de mineração de dados para investigar e pesquisar essa linha de emissão de 3,5 keV.

Bulbul disse:

O objetivo agora é continuar a olhar para o céu até obtermos telescópios operacionais mais poderosos com melhor resolução, que não estarão prontos até 2021, e compartilhar e analisar dados de outros cientistas que estão tentando descobrir os segredos de matéria escura.

Fonte: http://ovnihoje.com/2018/04/19/espectro-de-luz-desconhecido-e-observado-no-espaco/




quarta-feira, 18 de abril de 2018

Não podemos alterar o fluxo do tempo, mas podemos dobrá-lo !

fluxo do tempo
Viajando no tempo

A maioria de nós já sonhou em viajar no tempo, para trás ou para frente, mais rápido do que aqueles que nos rodeiam. E surpreendentemente, trabalhos recentes nos mostraram que a viagem no tempo é muito mais do que apenas um sonho. De fato, vários pesquisadores exploraram e estão atualmente explorando a legitimidade da viagem no tempo.

Embora eles ainda não tenham chegado ao ponto em que são capazes de viajar no tempo por conta própria, esses pesquisadores descobriram alguma ciência concreta apoiando isto.

Em junho passado, encontrei James Beacham, físico de partículas da Organização Européia para Pesquisa Nuclear (CERN), no Brain Bar Budapest, um festival focado na ciência e no futuro, para falar sobre as maneiras pelas quais a viagem no tempo encantou a humanidade, e discutir o potencial logístico e técnico das viagens no tempo.

Beacham começou descrevendo as maneiras pelas quais, de acordo com as teorias de Einstein, a viagem no tempo é tecnicamente possível por meio de vários métodos diferentes.

Um método proposto de viagem no tempo é através de buracos de minhoca. Ele disse:

Sabemos que o espaço pode ser dobrado. Se o espaço pode ser dobrado, digamos, pela gravidade, então o espaço-tempo pode ser dobrado.

Para esclarecer, o espaço é o corpo tridimensional em que todas as coisas no Universo se movem. O espaço-tempo, no entanto, são os conceitos combinados de espaço e tempo em um continuum quadridimensional. Você pode até ter visto o espaço-tempo retratado como um tecido, manipulado pela energia. Se o espaço-tempo puder ser dobrado, continuou Beacham, é teoricamente possível que o tempo possa ser dobrado.

Tornando a viagem o tempo uma realidade

Esse conceito de dobrar o espaço-tempo surgiu da teoria da relatividade geral de Einstein, que introduziu a ideia de que os buracos de minhoca poderiam, em tese, agir como uma ponte entre dois pontos que, de outra forma, estariam muito distantes.

Por causa da flexibilidade do espaço-tempo, um buraco de minhoca poderia ligar dois pontos diferentes em seu tecido.

Recentemente, evidências para essa teoria foram além do estritamente teórico. Alguns anos atrás, os cientistas construíram o que descreveram como um ‘buraco de minhoca’. Seu modelo, no entanto, criou um portal para campos magnéticos.

Como o Smithsonian delineou, “se outro campo magnético viaja através do buraco de minhoca, ele parece deixar o espaço completamente, aparecendo apenas em cada extremidade”.

Assim, ele não exatamente teleporta partículas (ou pessoas) através do espaço-tempo, mas destaca os contínuos avanços que estão sendo feitos em nossa capacidade de manipular as várias forças fundamentais em nosso universo e, finalmente, a manipulação dessa força é um importante passo para a criação de um buraco de minhoca simplificado que nos permitiria enviar ondas eletromagnéticas através de um túnel invisível.

Talvez, um dia, possamos manipular o espaço-tempo de maneira semelhante.

Assim, enquanto os buracos de minhoca permanecem teoricamente possíveis e passos importantes estão sendo dados, os buracos de minhoca no espaço-tempo, especificamente, ainda precisam ser observados ou criados.

Outro método potencial de viagem no tempo é a dilatação do tempo. As teorias de Einstein previram que o tempo passa de maneira diferente em todo o universo. Agora sabemos que isso é verdade – os relógios são mais lentos na Estação Espacial Internacional (ISS) do que na Terra, por exemplo.
Isso acontece porque o tempo se move mais devagar para objetos próximos a campos gravitacionais fortes (como a Terra) do que para objetos mais distantes desses campos, como o ISS.

Então, ao passar um tempo fora da superfície da Terra e retornar mais tarde, um humano poderia, em certo sentido, avançar no tempo. Se você pudesse se aproximar de um buraco negro, porque existem forças gravitacionais tão fortes na vizinhança, o tempo diminuiria a um grau hipnotizante.
Milhares de anos terrestres podem passar enquanto apenas alguns segundos passam perto de um buraco negro supermassivo.

Dilatação do tempo também entra em jogo no que diz respeito à velocidade. Se fôssemos, digamos, viajar a 95% da velocidade da luz, o tempo diminuiria dramaticamente. Então, novamente, milhares de anos terrestres poderiam passar pelo que o viajante experimenta em apenas alguns momentos.

E isso é apenas o começo, pois há várias maneiras diferentes de transformar a viagem no tempo em realidade. Cientistas de várias disciplinas estão investigando métodos diferentes para fazer saltos mais dramáticos no tempo, como usar feixes de luz circulantes, que podem ser criados através do uso de campos gama e magnéticos, para dobrar o espaço e fazer com que o tempo seja torcido.

Outros métodos incluem tunelamento quântico e sequências cósmicas hipotéticas.

Claro, só porque algo é teoricamente possível não significa que seja tecnicamente viável. Pelo menos, ainda não. Não podemos fazer buracos de minhoca e não podemos viajar perto da velocidade da luz. Mas há esperança de podermos alcançar essas coisas em um futuro muito próximo. Beacham disse:

Poderíamos abordar as coisas sobre viagem no tempo e entender a natureza básica do tempo com a pesquisa que fazemos agora. Ou pelo menos nos próximos 50 a 100 anos.

No entanto, devemos reconhecer a possibilidade de que o movimento de ida e volta ao longo do tempo possa ser contrário às leis da física. Ainda assim, isso não significa que não devamos tentar. Como Stephen Hawking escreveu em sua autobiografia:
 
Mesmo que a viagem no tempo seja impossível, é importante que entendamos porque ela é impossível.

Fonte: http://ovnihoje.com/2018/04/17/nao-podemos-alterar-o-fluxo-do-tempo-mas-podemos-dobra-lo/

Primeira sonda que voará até o Sol está em fase de preparação !

Sonda que voará até o Sol
A sonda Parker Solar da NASA – a primeira missão da humanidade ao Sol – está em fase final de preparação para 31 de julho.

A espaçonave continuará sendo testada e eventualmente passará pela montagem final e acoplamento na terceira etapa do veículo de lançamento Delta IV Heavy. Ela será lançada do Kennedy Space Center da NASA, na Flórida.

Após o lançamento, ele orbitará diretamente através da atmosfera solar – a corona – mais perto da superfície do que qualquer objeto feito pelo homem jamais foi.

Enquanto enfrenta o calor e a radiação brutais, a missão revelará a ciência fundamental por trás daquilo que impulsiona o vento solar, o constante derramamento de material do Sol que molda as atmosferas planetárias e afeta o clima espacial perto da Terra.

Nos próximos meses, a espaçonave será submetida a testes abrangentes. Pouco antes de ser abastecida, um dos elementos mais críticos da espaçonave, o sistema de proteção térmica (TPS), ou escudo de calor, será instalado.

Fonte: http://ovnihoje.com/2018/04/15/sonda-que-voara-ate-o-sol-esta-em-fase-de-preparacao/

sexta-feira, 13 de abril de 2018

NASA prestes a lançar satélite que promete descoberta surpreendente !

NASA está prestes a lançar satélite que promete descoberta surpreendente
MISSÃO: A NASA está se preparando para lançar uma busca por planetas alienígenas. Crédito da imagem: dailystar


O Transmission Exoplanet Survey Satellite (TESS) da agência espacial foi entregue ao Centro Espacial Kennedy para o lançamento.

Especialistas enviarão a nave pelo espaço na busca de exoplanetas durante um período de pelo menos dois anos.

A agência prometeu descobrir milhares dos novos planetas e analisará os novos mundos em busca de vida extraterrestre.

A agência espacial informou:

TESS é o próximo passo da NASA na busca de planetas fora do nosso sistema solar, conhecidos como exoplanetas, inclusive aqueles que poderiam suportar a vida.

Espera-se que a missão catalogue milhares de candidatos a planetas e aumente enormemente o número atual de exoplanetas conhecidos.

TESS encontrará os exoplanetas que orbitam estrelas relativamente próximas, dando aos futuros pesquisadores um rico conjunto de novos alvos para estudos de acompanhamento mais abrangentes, inclusive o potencial para avaliar sua capacidade de abrigar vida.

Um exoplaneta é um planeta que orbita uma estrela em qualquer sistema estelar (solar), que não o nosso.

O TESS será lançado a bordo de um foguete SpaceX Falcon 9 do Complexo de Lançamento Espacial 40, no Cabo Canaveral.

A agência espacial ainda explicou:

O Transmission Exoplanet Survey Satellite da NASA voará em uma órbita que completa dois circuitos ao redor da Terra toda vez que a Lua orbitar uma vez ‘, explicou a agência espacial.

Esta órbita especial permitirá que as câmeras do TESS monitorem cada pedaço do céu continuamente por quase um mês de cada vez.

Para entrar nessa órbita, o TESS fará uma série de voltas que culminarão em uma assistência da gravidade lunar, o que lhe dará o impulso final de que necessita.

A NASA informou no início de fevereiro que a descoberta de sete planetas fora do nosso sistema solar poderia conter “a chave para a vida como a conhecemos”.

Ela disse que os pesquisadores descobriram que alguns dos sete planetas tinham até 250 vezes mais água. do que aqui na Terra.

O sistema solar que abriga esses exoplanetas – o TRAPPIST-1 – fica a 40 anos-luz da Terra, ou 378 trilhões de quilômetros.

Os sete planetas orbitam uma estrela que é 9% maior que o nosso Sol.

A NASA diz que os planetas mais próximos a esta estrela maciça são mais propensos a ter água do que os mais distantes.

O lançamento do TESS vem logo após a NASA atrasar a decolagem do aguardado Telescópio Espacial James Webb.

Uma vez lançado em 2020, o telescópio Webb servirá como o ‘primeiro observatório’ para a próxima década, pois terá como objetivo atender a milhares de astrônomos em todo o mundo.

O TESS será lançado na segunda-feira da Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral, na Flórida.

O evento será transmitido ao vivo.

Fonte: http://ovnihoje.com/2018/04/13/nasa-esta-prestes-a-lancar-satelite-que-promete-descoberta-surpreendente/


quarta-feira, 11 de abril de 2018

Astrónomos descobrem maior fábrica de estrelas do Universo !

Aglomerado Phoenix
Utilizando dados do telescópio espacial Chandra, cientistas estadunidenses encontraram evidências de que um único aglomerado esteja criando cerca de 750 estrelas por ano. Essa é a maior taxa de nascimento de estrelas já observada em um objeto desse tipo e supera de longe a Via Láctea, que forma uma estrela a cada ano.
 
Batizado de aglomerado Phoenix devido à sua localização dentro da constelação de mesmo nome, o objeto tem chamado a atenção dos especialistas não só pela alta taxa de nascimentos de estrelas, mas também pelas suas propriedades eletromagnéticas, já que Phoenix é o maior gerador de raios-x entre todos os aglomerados conhecidos.

Como outros aglomerados de galáxias, Phoenix também contém um vasto reservatório de hidrogênio aquecido, mas a quantidade é tão grande que supera toda a matéria das outras galáxias do aglomerado juntas.

Normalmente, um gás como o hidrogênio não produz emissão no comprimento de onda dos raios-x, mas isso muda quando comprimido absurdamente pela ação gravitacional. O gás se comprime tanto que aquece, produzindo comprimentos de onda cada vez menores até chegarem aos raios-x. Essa emissão é invisível aos nossos olhos, mas telescópios sensíveis a esse comprimento de onda, como o Chandra, podem detecta-los. 
Aglomerado Phoenix
Dentro do aglomerado, esse gás aquecido e resfriado ao longo do tempo faz a matéria da região central fluir em direção ao interior, onde as novas estrelas se formam.

Estas características da galáxia central podem ser vistas na concepção artística mostrada. Nela, o gás aquecido é visto em vermelho enquanto o material resfriado apresenta tons azulados. As faixas, similares a grandes tentáculos, são os fluxos de gás que se movem por milhares de anos-luz enquanto as estrelas recém-nascidas são identificadas na forma de pontinhos azulados.

Um close-up do centro da imagem óptica e ultravioleta vista acima, mostra que a galáxia central tem muito mais tons azuis do que as galáxias próximas do cluster, indicando a presença de inúmeras estrelas quentes e maciças ainda em estágio de formação.

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Astronomos_descobrem_maior_fabrica_de_estrelas_do_Universo&posic=dat_20120816-093454.inc

quinta-feira, 22 de março de 2018

Múltiplos universos podem ser comprovados pelo último trabalho de Stephen Hawking !

Múltiplos universos podem ser comprovados
Stephen Hawking já nos deixou, mas seu legado de descobertas científicas continuará vivo, e seu trabalho final tem o potencial de lançar as bases para uma das mais importantes descobertas científicas do século XXI. O Sunday Times informa que o artigo, intitulado “A Smooth Exit from Eternal Inflation” (Uma Saída Suave da Inflação Eterna), detalha um meio pelo qual os cientistas poderiam descobrir um universo paralelo.

O trabalho teve suas últimas revisões aprovadas em 4 de março – 10 dias antes da morte de Hawking. Trata-se de um artigo matemático que se propõe a encontrar uma prova da teoria do multiverso, que argumenta que existem muitos outros universos ao lado do nosso.

Thomas Hertog, que co-escreveu o artigo com Hawking, disse que seu objetivo era “transformar a ideia de um multiverso em uma estrutura científica testável”, informou o Business Insider. Hertog disse que apresentou a última versão do artigo depois de discutir o assunto com Hawking, a fim de garantir que ele aprovaria tudo.

O artigo fornece os cálculos matemáticos que uma sonda espacial precisaria para reunir evidências sobre a existência de um universo paralelo.

A pesquisa de Hawking e Hertog argumenta que as evidências de um multiverso devem ser mensuráveis ​​via radiação de fundo, que remonta ao início do universo. O jornal também especula que esta radiação deve ser detectada usando uma sonda espacial equipada com os sensores apropriados.

O The Times também notou que, se a hipótese do artigo for resolvida e as pesquisas descobrirem provas de universos paralelos, os cientistas por trás da descoberta provavelmente ganhariam um Prêmio Nobel. No entanto, a recompensa não pode ser concedida a título póstumo, portanto, Hawking não seria elegível. É provável que demore muitos anos para que tal descoberta possa ser feita. Infelizmente, esta é a razão pela qual Hawking nunca recebeu o Prêmio Nobel. Como um físico teórico, muitas das teorias de Hawking, embora cientificamente e matematicamente sólidas, eram difíceis, se não impossíveis, de provar com a tecnologia atual. O comitê do Prêmio Nobel só outorga seu prêmio uma vez que uma teoria tenha sido provada.

Deixando os Prêmios Nobel de lado, o trabalho de Hawking como embaixador da ciência e autor best-seller garante que seu legado continuará vivo. Seu livro de 1988, Uma Breve História do Tempo, introduziu milhões de leitores à cosmologia.

Fonte: http://ovnihoje.com/2018/03/22/multiplos-universos-podem-ser-comprovados-pelo-ultimo-trabalho-de-stephen-hawking/

Astrónomos dizem que pela primeira vez econtraram planetas do tamanho da Terra com muita àgua e gelo !

planetas do tamanho da Terra com muita água e gelo
“O que estamos vendo pela primeira vez são planetas do tamanho da Terra que têm muita água ou gelo”, diz o astrofísico da Universidade Estadual do Arizona, Steven Desch.

TRAPPIST-1 é uma estrela anã vermelha ultra-fria que é um pouco maior, mas muito mais massiva do que o planeta Júpiter, localizada a cerca de 40 anos-luz do Sol, na constelação de Aquário. Entre os sistemas planetários, a TRAPPIST-1 é de particular interesse porque sete planetas foram detectados orbitando essa estrela, um número maior de planetas do que o detectado em qualquer outro sistema exoplanetário.

Além disso, todos os planetas TRAPPIST-1 são do tamanho da Terra e rochosos, tornando-os um foco ideal de estudo para a formação de planetas e habitabilidade potencial.

Os cientistas da Universidade Estadual do Arizona, Steven Desch e Cayman Unterborn, e Alejandro Lorenzo, da Escola de Exploração da Terra e do Espaço, com Natalie Hinkel, da Universidade de Vanderbilt, estudam esses planetas quanto à habitabilidade, especificamente relacionados à composição da água. Suas descobertas foram publicadas recentemente na Nature Astronomy.

Os planetas TRAPPIST-1 são curiosamente leves. De sua massa e volume medidos, todos os planetas deste sistema são menos densos que a rocha. Em muitos outros mundos similarmente de baixa densidade, acredita-se que esse componente menos denso consista de gases atmosféricos.

“Mas os planetas TRAPPIST-1 são muito pequenos em massa para manter o gás suficiente para compensar o déficit de densidade”, explica o geocientista Unterborn. “Mesmo que conseguissem manter o gás, a quantidade necessária para compensar o déficit de densidade tornaria o planeta muito mais fofo do que vemos”.

Assim, os cientistas que estudam esse sistema planetário determinaram que o componente de baixa densidade deve ser algo que é abundante: a água. Isso foi previsto antes, e possivelmente até visto em planetas maiores como o GJ1214b, então a equipe interdisciplinar da ASU-Vanderbilt, composta por geocientistas e astrofísicos, decidiu determinar quanta água poderia estar presente nesses planetas do tamanho da Terra, e como e onde os planetas podem ter se formado.

Para determinar a composição dos planetas TRAPPIST-1, a equipe usou um pacote de software exclusivo, desenvolvido por Unterborn e Lorenzo, que usa calculadoras de física mineral de última geração. O software, chamado ExoPlex, permitiu que a equipe combinasse todas as informações disponíveis sobre o sistema TRAPPIST-1, inclusive a composição química da estrela, em vez de se limitar apenas à massa e ao raio dos planetas individuais.

Grande parte dos dados usados ​​pela equipe para determinar a composição foi coletada de um conjunto de dados chamado Hypatia Catalog, desenvolvido pelo autor contribuinte Hinkel.
Este catálogo mescla dados sobre as abundâncias estelares de estrelas próximas ao nosso Sol, de mais de 150 fontes de literatura, em um enorme repositório.

O que eles descobriram através de suas análises foi que os planetas internos relativamente ‘secos’ (rotulados ‘b’ e ‘c’) eram consistentes com menos de 15% de água em massa (para comparação, Terra é 0,02% de água em massa). ). Os planetas exteriores (identificados como ‘f’ e ‘g’) eram consistentes com mais de 50% de água em massa. Isso equivale à água de centenas de oceanos da Terra.
As massas dos planetas TRAPPIST-1 continuam a ser refinadas, portanto essas proporções devem ser consideradas estimativas por enquanto, mas as tendências gerais parecem claras.

Mas os pesquisadores também descobriram que os planetas TRAPPIST-1, ricos em gelo, estão muito mais próximos de sua estrela hospedeira do que da linha de gelo. A ‘linha de gelo’ em qualquer sistema solar, inclusive no TRAPPIST-1, é a distância da estrela além da qual a água existe como gelo e pode ser acumulada em um planeta. Dentro da linha de gelo, a água existe como vapor e não será acumulada.

Através de suas análises, a equipe determinou que os planetas TRAPPIST-1 devem ter se formado muito mais longe de sua estrela, além da linha do gelo, e migraram para suas órbitas atuais próximas à estrela hospedeira.

Há muitas pistas de que os planetas neste sistema e outros sofreram uma migração interna substancial, mas este estudo é o primeiro a usar a composição para reforçar a migração. Além do mais, saber quais planetas formados dentro e fora da linha de gelo permitiram à equipe quantificar pela primeira vez quanta migração ocorreu.

Devido ao fato das estrelas como a TRAPPIST-1 serem mais brilhantes logo depois de se formarem e gradualmente se apagam, a linha de gelo tende a se mover ao longo do tempo, como a fronteira entre o solo seco e o terreno coberto de neve ao redor de uma fogueira em uma noite de neve. As distâncias exatas que os planetas migraram para dentro dependem de quando elas se formaram. “Quanto mais cedo os planetas se formaram”, diz Desch, “mais longe da estrela eles precisavam se formar para ter tanto gelo”. Mas, para suposições razoáveis ​​sobre quanto tempo os planetas demoram a se formar, os planetas TRAPPIST-1 devem ter migrado para dentro pelo menos duas vezes mais longe do que estão agora.

Curiosamente, enquanto pensamos que a água é vital para a vida, os planetas TRAPPIST-1 podem ter água demais para sustentar a vida.

“Normalmente pensamos ter água líquida em um planeta como uma maneira de começar a vida, já que a vida, como a conhecemos na Terra, é composta principalmente de água”, explica Hinkel. “No entanto, um planeta que é um mundo aquático, ou um que não tenha nenhuma superfície acima da água, não possui os ciclos geoquímicos ou elementares importantes que são absolutamente necessários para a vida.”

Em última análise, isso significa que embora as estrelas M-anãs, como a TRAPPIST-1, sejam as estrelas mais comuns no universo (e embora seja provável que existam planetas orbitando essas estrelas), a enorme quantidade de água que elas provavelmente têm, as tornariam desfavoráveis ​​para a vida existir, especialmente vida suficiente para criar um sinal detectável na atmosfera, que possa ser observado. ‘ um cenário clássico de ‘coisa boa em demasia,”, diz Hinkel.

Portanto, embora seja improvável que encontremos evidências de vida nos planetas TRAPPIST-1, através desta pesquisa poderemos obter uma melhor compreensão de como os planetas gelados se formam e que tipos de estrelas e planetas deveríamos procurar em nossa continuação. busca pela vida.

Fonte: http://ovnihoje.com/2018/03/22/planetas-do-tamanho-da-terra-com-muita-agua-e-gelo/

terça-feira, 20 de março de 2018

Cientistas descobrem que o planeta anão Ceres está em evolução !

O planeta anão Ceres está em evolução
As observações de Ceres detectaram variações recentes em sua superfície, revelando que o único planeta anão no sistema solar interno é um corpo dinâmico que continua a evoluir e a mudar.

Andrea Raponi, do Instituto de Astrofísica e Ciência Planetária de Roma, disse:

Esta é a primeira detecção direta de mudanças na superfície de Ceres.

A missão Dawn da NASA encontrou depósitos recentemente expostos que nos dão novas informações sobre os materiais na crosta e como eles estão mudando, de acordo com dois artigos publicados em 14 de março em Science Advances, que documentam as novas descobertas.

As observações obtidas pelo espectrômetro de mapeamento visível e infravermelho (sigla em inglês, VIR) na nave espacial Dawn encontraram anteriormente gelo de água em uma dúzia de locais em Ceres. O novo estudo revelou a abundância de gelo na parede norte da cratera de Juling, uma cratera com 20 quilômetros de diâmetro. As novas observações, realizadas de abril a outubro de 2016, mostram um aumento na quantidade de gelo na parede da cratera.

Raponi liderou o novo estudo que encontrou mudanças na quantidade de gelo exposto no planeta anão.

Ele disse:

A combinação de Ceres se aproximando do Sol em sua órbita, juntamente com a mudança sazonal, desencadeia a liberação de vapor de água da subsuperfície, que depois se condensa na parede da cratera fria. Isso causa um aumento na quantidade de gelo exposto. o aquecimento também pode causar deslizamentos de terra nas paredes da cratera que expõem manchas de gelo frescas.

Ao combinar observações químicas, geológicas e geofísicas, a missão Dawn está produzindo uma visão abrangente de Ceres. Os dados anteriores mostraram que Ceres tem uma crosta com cerca de 40 quilômetros de espessura e rica em água, sais e, possivelmente, orgânicos.

Em um segundo estudo, as observações VIR também revelam novas informações sobre a variabilidade da crosta de Ceres e sugerem mudanças recentes na superfície, sob a forma de material recém-exposto.

Dawn já encontrou carbonatos, comuns na superfície do planeta, que se formaram dentro de um oceano. Os carbonatos de sódio, por exemplo, dominam as regiões brilhantes na Createra Occator (mostrada na parte superior da foto acima), e material de composição similar foi encontrado na Cratera Oxo e no Ahuna Mons.

Este estudo, liderado por Giacomo Carrozzo, do Instituto de Astrofísica e Ciência Planetária, identificou 12 locais ricos em carbonatos de sódio e examinou em detalhes várias áreas de alguns quilômetros que mostram onde a água está presente como parte da estrutura do carbonato. O estudo marca a primeira vez que o carbonato hidratado foi encontrado na superfície de Ceres, ou qualquer outro corpo planetário além da Terra, dando-nos novas informações sobre a evolução química do planeta anão.

O gelo da água não é estável na superfície de Ceres durante longos períodos de tempo, a menos que esteja escondido nas sombras, como no caso de Juling. Da mesma forma, o carbonato hidratado desidratou, embora em uma escala de tempo mais longa de alguns milhões de anos.

Carozzo disse:

Isso implica que os locais ricos em carbonatos hidratados foram expostos devido à atividade recente na superfície.

A grande diversidade de material, gelo e carbonatos, expostos através de impactos, deslizamentos de terra e criovulcanismo, sugerem que a crosta de Ceres não seja uniforme em sua composição. Essas heterogeneidades foram produzidas durante o congelamento do oceano original de Ceres – que formaram a crosta – ou mais tarde como conseqüência de grandes impactos ou intrusões criovulcânicas.

Cristina De Sanctis, líder da equipe VIR no Instituto de Astrofísica e Ciência Planetária, disse:

Mudanças na abundância de gelo de água em uma escala de tempo curta, bem como a presença de carbonatos de sódio hidratados, são evidências adicionais de que Ceres é um corpo geologicamente e quimicamente ativo.

Fonte: http://ovnihoje.com/2018/03/20/o-planeta-anao-ceres-esta-em-evolucao/

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Asteroides podem mesmo colidir com a Terra? É possível evitar ?

Quase todos os dias a imprensa mundial lança notícias sobre asteroides que passarão próximos à Terra. Algumas delas dão conta de que o impacto será fulminante e acontecerá em breve.

Filmes de ficção e aventura, como "Impacto Profundo" colaboram para disseminar o pânico, fazendo parecer líquido e certo que de fato uma colisão está a caminho.

Afinal de contas, isso tudo é ficção ou existe mesmo essa possibilidade?

Para responder essa pergunta, é importante saber primeiro o que é um asteroide e onde eles estão. É isso o que veremos na primeira parte desta matéria.

Os asteroides

Asteroides são rochas irregulares cuja maioria orbita uma região do espaço entre Marte e Júpiter, conhecida como "Cinturão de Asteroides". Elas existem aos milhares e por serem muito pequenas, não são considerados planetas. 
Pelo menos dezesseis desses objetos têm um diâmetro maior que 240 km e um deles, o maior de todos e batizado de Ceres(foto), tem um diâmetro de aproximadamente 1000 km.

Atualmente é aceito pela maioria dos cientistas que essas rochas são fragmentos de um planeta que não chegou a se formar, mas seus pedaços permanecem orbitando o Sol.

Os asteroides não estão presentes apenas no "Cinturão de Asteroides", mas também orbitam outras regiões do sistema solar e já foram descobertos desde o interior da órbita da Terra até para além da órbita de Saturno.

A grande maioria no entanto, orbita entre Marte e Júpiter e se permanecessem no seu lugar, praticamente não representariam riscos. No entanto, diversos mecanismos podem fazê-los sair de suas órbitas.

Como exemplo, a colisão entre os próprios asteroides ou a forte atração gravitacional de Júpiter pode modificar a trajetória alguns deles, deslocando-os do Cinturão para uma nova órbita, capaz de cruzar a órbita terrestre.

Apolos, Amor e Atens

Outro grupo de asteroides, conhecidos por Apolos, Amor e Atens, circulam em regiões distintas do Sistema Solar. Estes objetos representam um risco muito mais imediato do que os do Cinturão, já que suas órbitas naturais cruzam a órbita da Terra. 
Por cruzarem nossa órbita, alguns desses objetos já atingiram nosso planeta em tempos passados. Um exemplo real dessa colisão com a Terra é a cratera formada pelo Meteoro Barringer, próximo a Winslow, no Arizona, EUA, visto abaixo.

Os asteroides Aten ficam na maior parte do tempo entre o Sol e a Terra, o que significa que vários deles cruzam a órbita do nosso planeta. 
Os astrofísicos acreditam que existam milhares de asteroides Aten, mas apenas 550 foram descobertos, já que é praticamente impossível observá-los a partir da Terra.

Os asteroides são objetos pequenos e de baixa reflexão, tornando impraticável sua detecção pelos telescópios em Terra. Em outras palavras, alguns desses corpos podem chegar muito próximo de nós sem que ningúem os veja.

Esse problema está sendo contornado pelas grandes agências espaciais, que estão usando satélites para fazer uma verdadeira varredura espacial, medindo posições com grande precisão. Além do mais, os satélites podem olhar regiões próximas ao Sol sem qualquer dificuldades, impossível daqui da Terra.

O maior problema é que ninguém, da NASA, a agência espacial americana, ou da ESA, a agência européia, sabe exatamente quantos asteroides existem. Nenhum astrofísico, em nenhum observatório, pode responder com certeza essa pergunta.

Recentemente, usando dados obtidos pelo satélite infravermelho ISO( Infrared Space Observatory),da ESA, os astrônomos concluíram que existe cerca de 2 milhões de asteroides com mais de 1 quilômetro de comprimento situados no Cinturão de Asteroides, mas o número exato é uma incógnita.

Parte 2: Os riscos de colisão e como fazer para evitá-los. 

Riscos de colisão

É extremamente difícil estimar o risco real que os asteroides representam para nosso planeta.

Diariamente, um grande número de desses objetos são observados e têm suas órbitas recalculadas, mas até mesmo os pesquisadores se surpreendem com alguns asteroides que se aproximam do nosso planeta sem que tenham sido observado anteriormente.

Em dezemro de 2001, observações astronômicas mostraram que um desses objetos passaria muito próximo da Terra. No dia 7 de janeiro, esse asteroide, batizado de 2001 YB5, passou a apenas 600 mil quilômetros de distância do nosso planeta. Essa distância, duas vezes a distância entre a terra e a Lua, é considerada muito pequena em termos astronômicos.

O 2001 YB5 tinha um diâmetro estimado de 350 metros e se chocasse com a suerfície, a quantidade de energia liberada seria a mesma produzida por dezenas de bombas atômicas.

No dia 8 de marco de 2002, outro asteroide, batizado de 2002 EM7, passou a somente 461 mil quilômetros de distância. Como se deslocava da direção do Sol para a Terra, os observadores só conseguiram observá-lo 4 dias depois de ter alcançado a maior aproximação com nosso planeta.

O 2002 EM7 é um dos 10 objetos conhecidos que mais se aproximou da Terra. Caso tivesse se chocado com a superfície, produziria um estrago maior que aquele verificado em 1907, quando um asteroide destruiu uma grande extensão de floresta próximo à Tunguska, na Sibéria.

Colisão em 2027

Dias atrás foi alardeado que outro asteroide, conhecido por 1999 AN10, deverá se chocar com a Terra no dia 7 de agosto de 2027. É importante informar que não existe nada que comprove que este objeto, de aproximadamente 1.5 quilômetro de diâmetro, irá de fato, colidir com a Terra.

As últimas observações mostram que a menor distância que esse corpo poderia se aproximar do nosso planeta é de 37 mil quilômetros. Essa é a menor distância, considerando-se todos os extremos.
De acordo com o JPL, Laboratório de Propulsão a Jato, da NASA, a possibilidade de choque do 1999 AN10 com a Terra é zero, mesmo assim sua passagem será muito próxima.

Para 2039, quando ocorrerá nova aproximação do 1999 AN10, as chances de impacto aumentam, mas segundo os pesquisadores Andrea Milani, Steven Chesley e Giovanni Valsecchi, o cenário é incerto, com probabilidade de impacto de 1 em 10 milhões. 

O mais perigoso

Recentemente, os pesquisadores descobriram outro asteroide, batizado de 1950 DA, visto na imagem ao lado. Ao que tudo indica, até agora esse é o objeto que maiores chances tem de impactar diretamente com a Terra.

Segundo dados do JPL, as chances de colisão são da ordem de 1 em 300 e deverá acontecer no ano de 2880. Esse objeto, um esferóide assimétrico, tem um diâmetro de 1.1 km e gira ao rodor do próprio eixo em 2.1 horas, o mais rápido movimento rotacional observado em um asteroide desse tamanho.

Conclusão

Pelo que foi exposto, torna-se claro que, para os objetos conhecidos, e que têm sua dinâmica orbital estudada continuamente, os riscos de impacto são muito baixos. O problema surge com os asteroides desconhecidos, que se aproximam sem serem vistos,além de asteroides como 1999 AN10, que se aproximam muito da Terra.

Cientistas especializados em riscos planetários dizem que se um asteroide de grandes proporções rumasse de fato em direção à Terra, não haveria tempo suficiente para uma contra medida.

Todas as peripécias vistas em filmes, como bombas nucleares fragmentando os asteroides, são de fato ficção, já que a tecnologia necessária para isso não existe.
Estimativas mostram que seriam necessários pelo menos 20 anos, após a detecção de um asteroide em rota de colisão, para que uma tecnologia para desviá-lo ou destruí-lo fosse desenvolvida.

A dúvida atual é a de quantos asteroides ainda não descobertos poderão nos surpreender, já que surgem quase de repente à nossa frente.

Fonte: http://www.apolo11.com/asteroides_podem_colidir.php

Proxima Centauri pode ter vários planetas !

Proxima b Proxima Centauri
Ilustração da estrela Proxima Centauri (ao fundo), e o exoplaneta Proxima Centauri b, em primeiro plano

Os astrônomos detectaram milhares de mundos extrasolares nos últimos anos, mas, embora muitos deles tenham o potencial de ser habitáveis, eles estão muito longe para que possamos realmente visitar.

No entanto, tudo isso mudou no ano passado, quando Proxima b, um mundo potencialmente terrestre, foi descoberto a apenas 4,25 anos-luz de nós, em órbita da estrela Proxima Centauri – nosso vizinho mais próximo.

Agora, graças ao telescópio Atacama Large Millimeter Array (Alma), do Chile, uma equipe de astrônomos determinou que este sistema próximo também abriga uma nuvem de asteroides em órbita.

O astrônomo Enrique Macias disse:

Então, pensamos que, sempre que houver um planeta ao redor de uma estrela, também haverá algum tipo de cinturão de asteroides. São apenas detritos da formação do sistema.

A descoberta apontou fortemente a provável presença de planetas adicionais.

Se vier a ser o caso, dado o alcance de Proxima Centauri, isso pode oferecer à humanidade uma oportunidade única de estudar um sistema planetário inteiramente novo em um futuro não muito distante.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/11/09/proxima-centauri-pode-ter-varios-planetas/

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Mais uma indicação de que pode haver vida fora da Terra - Núcleo de lua de Saturno está aquecendo seu oceano !

vida fora da Terra
Vulcões de gelo de Encélado – Crédito da ilustração: Michael Carrol
A misteriosa lua Encélado de Saturno é um dos lugares mais fascinantes para procurar vida fora da Terra, em nosso sistema solar.

Durante sua missão, a sonda espacial internacional Cassini fez muitas observações próximas desta lua que tem 500 km de diâmetro, e é considerada um mundo alienígena potencialmente habitável.

Agora, um novo estudo baseado em dados da sonda Cassini, sugere que o núcleo de Encélado poderia ser uma enorme fonte de calor, cerca de 100 vezes mais do que aquilo que é gerado pelo decaimento natural de elementos radioativos em rochas no núcleo daquela lua. Cassini mediu os sais e pó de sílica durante seus voos próximos da lua gelada, e os dados retornados sugerem uma interação entre as rochas e a água quente, de pelo menos 90 graus Celsius.

Acredita-se que o efeito de maré de Saturno seja a origem das erupções deformantes da concha gelada, causando movimentos ‘empurra-puxa’, à medida que aquela lua segue uma trajetória elíptica ao redor do planeta gigante. No entanto, o calor produzido a partir das forças gravitacionais no gelo seria muito fraco para compensar pela perda de calor vista no oceano – aquele mundo congelaria dentro de 30 milhões de anos, dizem os pesquisadores.
Interior de Encélado

O auto líder do estudo, Gaël Choblet da Universidade de Nantes, escreveu em um comunicado:

[A questão] de onde Encélado recebe a energia sustentada para permanecer ativo sempre foi um pouco de mistério, mas agora temos considerado em maior detalhe como a estrutura e composição do núcleo rochoso daquela lua poderia desempenhar um papel fundamental na geração da energia necessária.

Os pesquisadores fizeram uma simulação do núcleo de Encélado, considerando que seja composto de rocha não consolidada, facilmente deformável e porosa – fácil para água para passar por ela. A água fria no estado líquido, vinda do oceano do oceano, pode infiltrar-se no núcleo e gradualmente aquecer através de fricção entre fragmentos de rocha, à medida que fica mais profunda. A água circula no núcleo e, em seguida, sobe porque é mais quente do que o ambiente.

As simulações explicam exatamente o que está acontecendo em Encélado hoje.

O co-autor do estudo, Gabriel Tobie, disse:

Nossas simulações podem explicar simultaneamente a existência de um oceano em escala global, devido ao transporte de calor em larga escala entre o interior profundo e a crosta de gelo, bem como a concentração da atividade em uma região relativamente estreita em torno do polo sul, explicando assim as principais características observadas pela Cassini.

Os cientistas dizem que as interações eficientes entre a rocha e a água em um núcleo poroso massageado por atrito de maré poderia gerar até 30 GW de calor ao longo de dezenas de milhões a bilhões de anos.

Nicolas Altobelli, cientista do projeto Cassini da ESA, disse:

Missões futuras capazes de analisar as moléculas orgânicas das ejeções de Encélado com uma precisão maior do que Cassini serão capazes de nos dizer se as condições hidrotermais sustentada poderiam ter permitido o surgimento da vida.

O trabalho “Powering prolonged hydrothermal activity inside Enceladus”, por G. Choblet et al., está publicado na Nature Astronomy, 6 de Novembro de 2017.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/11/08/pode-haver-vida-fora-da-terra-encelado/




terça-feira, 31 de outubro de 2017

Encontrados mais de 20 Planetas habitaveis !

planetas habitáveis
Pode haver mais planetas habitáveis ​​lá fora do que pensávamos. Uma análise dos dados do telescópio espacial Kepler revelou 20 mundos promissores que podem ser capazes de abrigar vida.

A lista de potenciais mundos inclui vários planetas orbitam estrelas como o nosso sol. Alguns levam um tempo relativamente longo para completar uma única órbita, com os mais longos demorando 395 dias da Terra, e outros que demoram semanas da Terra ou meses. A órbita mais rápida é de 18 dias terrestres. Isto é muito diferente dos “anos” muito curtos que vemos em torno de menores estrelas com planetas habitáveis ​​como Proxima Centauri.

O exoplaneta com um ano de 395 dias é um dos mundos mais promissores para a vida na lista, diz Jeff Coughlin, um líder da equipe de Kepler, que ajudou a encontrar os planetas potenciais. Chamado de KOI-7923. 01, ele tem 97 por cento do tamanho da Terra, mas um pouco mais frio.

Sua temperatura mais baixa é devido à sua distância da sua estrela e o fato de que a estrela é um pouco mais fria do que o nosso sol. Isso significa que ele pode ser um pouco mais como regiões de tundra na Terra do que as regiões temperadas, mas ainda é quente e grande o suficiente para manter o essencial de água líquida para a vida como a conhecemos.

Coughlin disse:

Se você tivesse que escolher um para enviar uma nave espacial para, esta não é uma má opção.

Uma possibilidade sólido

A equipe tem de 70 a 80 por cento de certeza de que estes são candidatos sólidos, diz ele. Eles não podem ser confirmados ainda, pois são necessárias mais observações: todos os planetas vêm da missão Kepler original, que olhou para a mesma região do céu por apenas quatro anos, antes de sua capacidade ser prejudicada, quando um de seus equipamentos quebrou em 2013. Isso significa que nós só vimos cada um desses planetas uma ou duas vezes, devido às suas longas órbitas, e os sinais poderiam ser um pouco vacilantes.

Observatórios terrestres ou Telescópio Espacial Hubble terão que fazer mais observações ao longo dos próximos anos para conferir, diz Coughlin.

O curto período de observação é também a razão pela qual os planetas não foram descobertos anteriormente: a equipe precisava de mais conjuntos de dados para permitir comparações que separassem os sinais reais dos falsos alertas dentro do conjuntos de dados.

Abel Mendez, diretor do Planetary Habitability Lab, no Observatório de Arecibo disse:

Acredito que este é um grande catálogo melhorado, por isso estou ansioso para explorá-lo ainda mais.

Para construir a lista, a equipe Kepler misturou sinais dos potenciais exoplanetas, vários que já haviam sido confirmados e alguns falsos. Os planetas falsos ajudaram a verificar os erros e descartar sinais ruins, reduzindo a lista para 20 candidatos, incluindo um planeta apenas um pouco maior do que Mercúrio.

Se confirmado, Mendez diz que estes seriam alguns dos mundos mais promissores lá fora para abrigar a vida, por causa de seus longos anos e estrelas como o sol.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/10/31/mais-20-planetas-habitaveis-la-fora/

Forte terramoto abala New Caledonia, a 116 km de Tadine !

Forte terremoto sacode New Caledonia, a 116 km de Tadine
Dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN) mostram um violento terremoto de 7.0 pontos de magnitude ocorrido w Caledonia, 116 km a leste de Tadine as 22h42 pelo horário de Brasília (30/10/2017). O poderoso tremor teve seu epicentro estimado a 15 km de profundidade, sob as coordenadas 21.7S e 69.E . O mapa abaixo mostra a localização do epicentro.

Considerando a magnitude e a baixa profundidade em que ocorreu o evento, este tremor tem potencial suficiente para causar pesados danos e vítimas fatais caso tenha ocorrido abaixo de locais populosos.

Um terremoto de 7.0 pontos de magnitude libera a mesma energia que 24 bombas atômicas similares a que destruiu Hiroshima em 1945, ou a explosão de 474330 toneladas de TNT.

Fonte: http://www.apolo11.com/terremotos_globais.php?titulo=Forte_terremoto_sacode_New_Caledonia_a_116_km_de_Tadine&posic=dat_20171030-225021.inc

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Cientistas do CERN acabam de descobrir que não deveríamos existir !

não deveríamos existir

Isto não deveria estar aqui…

Todas as nossas observações encontram uma simetria completa entre matéria e antimatéria, e é por isso que o Universo não deveria existir.

Você está lendo isso? Bem. Isso significa que os maiores cientistas do mundo que utilizam os melhores instrumentos científicos do mundo estão errados. Ou será que estão?

Pesquisadores do CERN na Suíça recentemente fizeram as medidas mais precisas da força magnética de prótons e antiprótons e descobriram que eram exatamente as mesmas … com exceção de um sinal oposto. Isto significa que a ideia com a qual os cientistas têm dançado durante séculos ainda está os fazendo dançar – o Big Bang criou quantidades iguais de matéria e antimatéria que deveriam ter se aniquilado mutuamente, e deixado nada para trás … inclusive o Universo e nós.

Então, por que ainda estamos aqui?

Uma pergunta melhor seria: ‘Como os físicos do CERN conseguiram testar o magnetismo da matéria e da antimatéria sem aniquilar o Universo?’ Em uma palavra … devagar.

Em 2014, eles foram capazes de medir o momento magnético – o quanto um próton resiste à força magnética – prendendo um único próton em um campo magnético, depois o girando com outro campo magnético.

Essa parte foi fácil – pelo menos, os prótons não se aniquilam quando entram em contato com qualquer matéria.

Contudo, os antiprotons são outra questão. Depois de criar antiprótons em 2015, eles tiveram que criar uma câmara de antimatéria para armazená-los. Começaram com uma “armadilha Penning” – um recipiente cilíndrico que captura partículas carregadas entre um campo magnético e um campo elétrico quadripolar (desculpas aos físicos por essa explicação excessivamente simples ). Estas armadilhas Penning são imperfeitas e a antimatéria pode escapar (não é uma coisa boa – se você tem prestado atenção), então o físico do CERN usou duas e manteve a antimatéria extremamente fria. Isso permitiu que eles armazenassem a antimatéria por 405 dias, mais do que tempo suficiente para fazer as medidas do momento magnético.

Sistema de armadilha Penning para medir o momento magnético do antipróton. Crédito: Stefan Sellner, Laboratório Fundamental de Simetrias, RIKEN, Japão

E a resposta é … -2, 7928473441 μN. (μN é um magneton nuclear). Não só isso era exatamente o mesmo – exceto pelo sinal de menos – como o momento magnético de um próton também é preciso nos nove dígitos ou quase perfeito.

Você esperaria menos do CERN?

Christian Smorra, o físico da colaboração do Symmetry Experimental Baryon-Antibaryon (BASE) do CERN, que observou que o Universo não deveria existir, estava entusiasmado com os resultados, publicado esta semana na Nature, porém ainda está perplexo:

Uma assimetria deve existir aqui em algum lugar, mas simplesmente não entendemos onde a diferença está.

Estamos realmente certos de que estas são as pessoas que queremos que façam experiências com a antimatéria?
Como o engenheiro-chefe Montgomery ‘Scotty’ Scott disse uma vez ao Sr. Spock:

Aqueles poucos segundos não farão nenhuma diferença, Sr. Spock, porque você e eu e o resto da tripulação não estaremos mais aqui para agitar isso de um lado para o outro. Isso vai explodir, e não há nada no Universo que pode detê-lo.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/10/25/cern-descobre-nao-deveriamos-existir/


Cometa visita o campo de visão do telescópio solar SOHO !

Caminho do cometa 96P/Machholz na frente do telescopio SOHO
Caminho do cometa 96P/Machholz na frente do telescópio SOHO 

Quem acompanha as imagens do Sol captadas pelo telescópio espacial SOHO terá uma grata surpresa. Entre os dias 25 e 30 de outubro de 2017 o cometa 96P/Machholz dará um verdadeiro show na frente das câmeras do telescópio ao espalhar sua enorme esteira de detritos durante a passagem pelo periélio.

O evento começa a partir de quarta-feira, 25 de outubro, quando o cometa penetrar, a partir do canto inferior direito, o campo de visão do instrumento LASCO C3, aquela tradicional imagem azul do telescópio SOHO. A partir desta data, durante cinco dias o cometa cruzará todo o campo de visão do instrumento pelo canto direito, até finalizar sua apresentação no dia 30 de outubro.

Esta é o quinto registro do comenta 96P/Machholz desde que o telescópio SOHO foi lançado ao espaço em 1995. Durante 22 anos de vida o SOHO registrou o cometa em 1996, 2002, 2007 e 2012.
Cometa 96/P durante passagem pelo campode  visao do instrumento LASCO C3 do telescopio SOHO
Cometa 96/P durante passagem pelo campode visão do instrumento LASCO C3 do telescópio SOHO

Como ver o Cometa 96P/Machholz

Para ver o cometa 96P/Machholz cruzar o campo de visão do LASCO C3, visite nossa página de Monitoramento Solar, clicando aqui!

Sobre o cometa 96P/Machholz

O cometa 96P é um cometa periódico, descoberto em 1986 pelo astrônomo Donald Machholz. Seu tempo de translação ao redor do Sol é de 5.23 anos e é inclinado 60 graus com relação ao plano da eclíptica.

Em seu momento de maior afastamento do astro-rei, a distância atinge 5.9 UA, aproximadamente 885 milhões de quilômetros, mas durante o periélio, que ocorrerá em 27 de outubro, chegou a apenas 18 milhões de quilômetros.

Fonte: http://www.apolo11.com/cometa_73p.php?titulo=Que_comece_o_show_Cometa_visita_o_campo_de_visao_do_telescopio_solar_SOHO!&posic=dat_20171024-090328.inc




quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Descoberta astronómica sinaliza início de uma nova era da astronomia !

descoberta astronômica
Pela primeira vez, as ondas gravitacionais e a luz foram captadas do mesmo evento cósmico.

A conquista inovadora, que foi revelada hoje na sede do Observatório Europeu do Sul em Garching, na Alemanha, sinaliza o início de uma nova era da astronomia.

Quando o Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory (LIGO) em Washington captou um sinal em agosto, dezenas de telescópios e observatórios em todo o planeta voltaram seu olhar para sua fonte na constelação Hidra.

Este grande esforço colaborativo resultou em luzes e ondas gravitacionais detectadas a partir do mesmo evento – uma colisão cataclísmica entre duas estrelas de nêutrons a 130 milhões de anos-luz de distância.

David Shoemaker, porta-voz da LIGO, disse:

Eu não acho que está fora de questão que este é o evento astronômico mais observado de todos os tempos. É uma noção emocionante, e um pouco esmagadora.

Temos cerca de um quarto a um terço de todos os astrônomos do mundo trabalhando conosco.

O que isso significa é que agora é possível observar grandes eventos astronômicos, primeiro captando as ondas gravitacionais e depois usando essa informação para dizer aos telescópios convencionais onde procurar.

Basta dizer que as possibilidades de novas descobertas são infinitas.

O cientista da LIGO, Richard O’Shaughnessy, disse:

Superlativos me faltam neste momento. Esta é uma transformação ma maneira que vamos fazer astronomia. É fantástico.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/10/17/descoberta-astronomica-sinaliza-inicio-de-uma-nova-era-da-astronomia/

Protótipo de propulsor de íon quebra recorde em teste e poderá enviar humanos até Marte !

propulsor de íon quebra recorde
Um propulsor que está sendo desenvolvido para uma futura missão da NASA para Marte quebrou vários recordes durante testes recentes, sugerindo que a tecnologia está a caminho para levar os humanos ao Planeta Vermelho nos próximos 20 anos, disseram membros da equipe do projeto.

O propulsor X3, projetado por pesquisadores da Universidade de Michigan, em cooperação com a NASA e a Força Aérea dos EUA, é um propulsor Hall – um sistema que impulsiona a espaçonave acelerando uma corrente de átomos carregados eletricamente, conhecidos como íons. Na recente demonstração realizada no Centro de Pesquisa Glenn da NASA em Ohio, o X3 quebrou recordes no máximo de potência, impulso e corrente operacional alcançados por um propulsor Hall até a data, de acordo com a equipe de pesquisa da Universidade de Michigan e representantes da NASA.

Alec Gallimore, que lidera o projeto e é reitor de engenharia da Universidade de Michigan, disse em entrevista à Space.com:

Mostramos que o X3 pode operar com mais de 100 kW de potência. Ele operou em uma enorme variedade de potências, de 5 kW a 102 kW, com corrente elétrica de até 260 amperes. Ele gerou 5,4 Newtons de impulso, que é o maior nível de impulso alcançado por qualquer propulsor de plasma até o momento “, acrescentou Gallimore, que é decano de engenharia da Universidade de Michigan.

O recorde anterior era de 3,3 Newtons, de acordo com a escola.

Os propulsores Hall e outros tipos de motores de íons usam eletricidade (geralmente gerada por painéis solares) para expulsar o plasma – uma nuvem semelhante a gás de partículas carregadas – para fora de um bico, gerando impulso. Esta técnica pode impulsionar a nave espacial a velocidades muito maiores do que os foguetes de propulsão química podem, de acordo com a NASA.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/10/15/prototipo-de-propulsor-de-ion-quebra-recorde-em-teste-e-podera-enviar-humanos-ate-marte/

NASA trabalha em motor de dobra espacial, que poderá tornar realidade a viagem interestelar !

motor de dobra espacial

Ao longo dos anos, a NASA realizou uma grande quantidade de projetos altamente ambiciosos com o objetivo de aperfeiçoar a viagem espacial, mas seu último projeto pode ser o mais extraordinário já feito.

Em um quarto “sísmicamente” isolado no Centro Espacial Johnson, pesquisadores da agência espacial estão trabalhando com um campo elétrico que eles estão tentando manipular de tal forma que literalmente poderia dobrar o tecido do espaço e do tempo. Os pesquisadores acreditam que, se tiverem êxito, eles poderão, teoricamente, começar a trabalhar em viagens espaciais interestelares que permitiriam que a nave voasse mais rápido do que a velocidade da luz. Mas isso é realmente possível?

Se a idéia soar como se fosse derivada da fantasia da ficção científica, é porque essa é precisamente a origem da inspiração. No início dos anos 90, um físico teórico chamado Miguel Alcubierre teve sua imaginação capturada pela noção do “warp drive” (motor de dobra) na popular série de ficção científica Jornada nas Estrelas, e começou a se perguntar como esse modo de viagem fictício poderia funcionar na realidade.

Alcubierre identificou imediatamente um problema com o conceito de velocidade de dobra espacial – o “limite de velocidade cósmica” que a teoria da relatividade de Einstein postulava era absolutamente impossível violar. No entanto, ele percebeu que, embora o universo possa ser limitado pela velocidade da luz, o tecido do espaço e do tempo não é.

Isso significa que, se o campo do tempo espacial pudesse ser manipulado para se contrair na frente de uma nave espacial e expandir na retaguarda, então a nave poderia se mover a uma velocidade que excederia a velocidade da luz.

Geraint Lewis, professor de Astrofísica da Universidade de Sydney na Autrália, explicou:

Embora pareça muito como ficção científica, a dobra espacial é teoricamente possível, fazendo com que o espaço e o tempo se curvem de uma maneira particular. Com essa flexão, uma pequena bolha de espaço-tempo não dobrada pode ser impulsionada pelo Universo a qualquer velocidade que você quiser.

Quando Alcubierre publicou pela primeira vez sua teoria sobre a dobra espacial em 1994, ela não era mais do que um exercício teórico e que provavelmente nunca seria utilizada no mundo real. Quando ele calculou pela primeira vez a quantidade de energia necessária para impulsionar uma nave espacial mais rápida do que a velocidade da luz, ele argumentou que exigiria a quantidade equivalente de energia produzida pelo Sol em 10 bilhões de anos. Naturalmente, essa quantidade de energia seria completamente inviável no mundo real. No entanto, os cientistas ficaram intrigados com sua ideia e começaram a evoluir sua tese original. Agora, pesquisadores da NASA acreditam que sua tática de manipulação pode ser realizada usando o equivalente à quantidade de energia que o Sol expande em menos de um milhão de segundo, o que é muito mais viável.

Os pesquisadores da NASA estão testando essa idéia gerando um campo elétrico incrivelmente poderoso e depois disparando feixes de laser através dele. Se houvesse uma compressão do tecido de espaço e tempo, então a distância que o raio laser teria que viajar seria acortada correspondentemente.

“Se isso funcionar, [será] os primeiros passos de bebê na direção de um motor de dobra”, explica o Professor Lewis.

Os resultados preliminares das primeiras rodadas de experimentos em 2013 não foram conclusivos. Agora, a equipe que trabalha no projeto está empenhada em aumentar a sensibilidade dos instrumentos utilizados para medir a distância percorrida pelo raio laser no poderoso campo elétrico. Se forem bem-sucedidos, eles vão provar que é possível contrair o tecido do espaço e do tempo na frente da nave espacial.

No entanto, isto é apenas metade do que é necessário para tornar realidade a teoria de Alcubierre. Após a contração, os cientistas também devem descobrir como expandir o tecido espaço-temporal por trás da nave. Acredita-se que a utilização da energia escura seja necessária para obter isso e, neste momento, os físicos teóricos não sabem se a energia escura existe ou se é apenas hipotética.

No entanto, o professor Lewis ainda está otimista sobre o futuro do projeto, apesar desse potencial obstáculo. Ele disse:

Alguns pensam que a energia negativa maleável pode ser impossível… mas a física teórica não descartou isso.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/10/17/motor-de-dobra-espacial-da-nasa-muda-tudo/

Cientistas descobrem que existe vida abaixo da superficie de Marte !

vida pode estar abaixo da superfície de Marte
Marte, com a Terra ao fundo. (É claro, Marte não está tão próximo assim da Terra.)

Agora há muitos cientistas que concordam firmemente com a ideia de que é apenas uma questão de tempo antes da vida alienígena em Marte ser anunciada. A confiança vem de uma série de descobertas que foram feitas no último par de anos em Marte.

Agora, os cientistas fizeram uma descoberta chocante de que bactérias extremamente resistentes poderiam sobreviver no ambiente perigoso do planeta vermelho.

Imitando as condições em Marte em um laboratório, os cientistas descobriram que um tipo de sal no solo chamado perclorato de magnésio pode impedir que a água congele abaixo da superfície do planeta vermelho.

Esta é uma grande coisa.

Um processo similar pode ser visto na Terra sob as geleiras do Ártico e até mesmo por baixo de vulcões.

Na Terra, as bactérias têm sido capazes de sobreviver, levando muitos cientistas a concluir que o mesmo pode acontecer em Marte, abaixo de sua superfície.

As temperaturas em Marte são extremas. As temperaturas de superfície podem atingir cerca de 20 graus Celsius no Equador e -153 graus Celsius nos polos.

Marte tem uma temperatura de superfície média de -55 graus Celsius, o que significa que o líquido em Marte não pode — não deve — existir. (Embora exista, como demonstrado pela própria NASA.)

No entanto, amostras de solo agregadas pela sonda Phoenix em 2009 descobriu cálcio e oxidantes poderosos, incluisive o perclorato de magnésio, que pode sobreviver a essas baixas temperaturas no planeta vermelho.

A Dr. Lorna Dougan, da faculdade de física e astronomia da Universidade disse:

Encontramos estas observações bastante intrigantes. Elas dão uma perspectiva diferente de como sais se dissolvem na água. O perclorato de magnésio é claramente um fator de contribuição importante sobre o ponto de congelamento da solução, e abre o caminho para a compreensão de como um fluido pode existir nas condições sub congelamento de Marte.

Isto levanta questões interessantes sobre a possibilidade de vida em Marte. Se a estrutura da água marciana é altamente pressurizada, talvez esperamos encontrar organismos adaptados à vida de alta pressão semelhante ao piezófilos (extremófilos) na Terra, tais como as bactérias do fundo do mar e outros organismos que prosperam na alta pressão.

Isso realça a importância de estudar a vida em ambientes extremos terrestres e não-terrestre, para que possamos entender completamente os limites naturais da vida…

…O estudo foi publicado na revista Nature Communications

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/10/18/vida-pode-estar-abaixo-da-superficie-de-marte/




quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Encontrado algo inexplicável perto do equador marciano !

Os investigadores descobriram algo quase impossível de existir, pois isso deveria ter desaparecido há milhões de anos…

Analisando imagens de Marte em arquivos da NASA, uma equipe dos cientistas, liderada por Jack Wilson, da Universidade Johns Hopkins (EUA), descobriu evidência de hidratação significativa — possivelmente, de água em estado sólido — perto da linha do equador do Planeta Vermelho. Segundo estimativa da NASA, não deveria existir água nessa região.

Em sua análise, os investigadores decidiram processar novamente os dados recolhidos entre 2002 e 2009 pelo espectrômetro de nêutrons instalado a bordo da sonda espacial Mars Odyssey. A equipe melhorou consideravelmente a qualidade das imagens, reduzindo as partes opacas e obtendo imagens mais nítidas da superfície de Marte.

A equipe descobriu inesperadamente grandes quantidades de hidrogênio — que em altas latitudes é sinal de gelo enterrado — na zona de formação Medusae Fossae. Mas a ciência não pode explicar como água congelada poderia ser preservada nessa zona. A teoria principal é que a mescla de gelo e pó, provenientes de áreas polares, pôde ter realizado um ciclo através da atmosfera quando a inclinação axial de Marte era maior do que a atual.

Ao mesmo tempo, Wilson destaca que isso deveria ter ocorrido há milhões de anos e que qualquer fração de gelo depositada na zona deveria ter desaparecido há muito tempo.
equador marciano

“Isso continua sendo um mistério digno de estudo adicional, e Marte continua nos surpreendendo”, concluiu Wilson.

A NASA destaca que a presença de água em estado sólido perto da linha do equador de Marte representa grande interesse para as expedições futuras a Marte, pois astronautas poderiam utilizá-la como fonte de água ou para a produção de combustível de hidrogênio.

Fonte: http://ovnihoje.com/2017/10/04/encontrado-algo-inexplicavel-perto-do-equador-marciano/


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